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Namorado Confessa Assassinato de Mulher a Facadas em Goiânia

Djanir Brito Guimarães, de 37 anos, admitiu ter matado Natali Vieira Batista, 33, após uma discussão; ele foi preso em flagrante e já tinha histórico de violência.

Em Goiânia, Djanir Brito Guimarães, 37, confessou ter assassinado a namorada Natali Vieira Batista, 33, a facadas após discussão, sendo preso em flagrante pela PM.

Djanir Brito Guimarães, de 37 anos, confessou à Polícia Militar o assassinato de sua namorada, Natali Vieira Batista, de 33. O crime ocorreu na noite da última sexta-feira (26), na Vila Montecelli, em Goiânia, após uma discussão acalorada dentro de um carro.

Preso em flagrante, Guimarães declarou em vídeo que “perdeu o controle” durante a briga e que, ao se dar conta, o ato já havia sido cometido, sem se recordar do número exato de golpes desferidos.

Natali Vieira Batista foi encontrada com ferimentos de faca no tórax e hematomas no rosto. Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas a vítima não resistiu à gravidade dos ferimentos e faleceu no local.

Após o ataque, Djanir fugiu, buscando refúgio na residência de parentes no Setor Cândida de Moraes, mas foi rapidamente localizado e detido por policiais do 9º Batalhão e do Giro. Durante a operação, o carro utilizado na fuga e a faca que teria sido a arma do crime foram apreendidos.

Em seu depoimento inicial, o suspeito alegou desconfiança de traição e afirmou que ele e Natali haviam consumido bebida alcoólica pouco antes da agressão fatal. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio e resistência à prisão. A corporação aguarda a conclusão dos laudos da Polícia Técnico-Científica para complementar as investigações e esclarecer todos os detalhes do ocorrido.

Histórico de Violência e Denúncias Anteriores

De acordo com a Polícia Civil, Djanir e Natali mantinham um relacionamento há aproximadamente dois anos. O histórico criminal de Djanir Brito Guimarães é extenso e preocupante, incluindo passagens por roubo, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e até mesmo homicídio.

Além disso, ex-companheiras do suspeito registraram boletins de ocorrência contra ele por ameaça e cárcere privado nos anos de 2023 e 2024, evidenciando um padrão de comportamento violento.

Em um evento ainda mais alarmante, a própria Natali Vieira Batista havia denunciado Djanir por violência doméstica em outubro deste ano. O pai do suspeito foi ouvido como testemunha, pois teria presenciado uma discussão entre o casal momentos antes do brutal ataque.

A Delegacia Estadual de Atendimento Especializado à Mulher (DEAEM) é a responsável pela condução da investigação, buscando justiça para o caso e analisando o histórico de violência que culminou na morte de Natali.

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