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Eleições

No Recife, Marília Arraes tem41%; João Campos 34%, diz Datafolha

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O Datafolha divulgou, nesta quinta-feira (19), o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição para prefeito do Recife. O levantamento foi realizado nos dias 17 e 18 de novembro e tem margem de erro de 3 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

Marília Arraes (PT): 41%
João Campos (PSB): 34%
Em branco/nulo: 21%
Não sabe/não respondeu: 3%

Votos válidos

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

Marília Arraes (PT): 55%
João Campos (PSB): 45%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto. Fonte: G1

 

 

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Eleições

Mais uma pesquisa com Marília Arraes à frente de João Campos

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Segundo a Real Time Big Data, Marília tem 41% e João Campos 39%, o que dá um empate técnico.

Os candidatos e deputados federais Marília Arraes (PT) e João Campos (PSB) estão tecnicamente empatados na corrida eleitoral do segundo turno em Recife, capital de Pernambuco.

Marília Arraes 41% das intenções de votos e João Campos, 39%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Os dados foram apontados pela pesquisa do Real Time Big Data, encomendada pela Record TV e divulgada nesta sexta-feira (27).

Durante o levantamento, 14% dos entrevistados disseram que votariam branco ou nulo nas eleições do próximo domingo (29), e 6% não sabem ou não responderam.

A pesquisa também considerou apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos. Nesse cenário, Marília aparece com 51% e João, com 49%.

Rejeição

João fica em desvantagem quanto à rejeição, já que foi citado por 33% dos entrevistados neste cenário. No caso de Marília, 30% disseram que jamais votariam nela.

Do restante dos entrevistados, 15% não votariam em nenhum dos candidatos, 18% poderiam votar em ambos e os outros 4% não sabem ou não responderam.

A pesquisa ouviu 850 pessoas, entre 25 e 26 de novembro, e foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número PE07313-2020. O nível de confiança é de 95%.

 

 

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Eleições

Presidente do PT em Pernambuco Doriel Barros, rebate ataques de João Campos ao partido

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Aliados no governo estadual, PT e PSB estão se tornando ‘inimigos ferozes’ em Pernambuco, por conta da disputa no 2ᵒ turno pela Prefeitura do Recife travada entre os primos Marília Arraes (PT) e João Campos (PSB). Ontem, 26, o socialista disse que se for eleito o seu governo não terá integrantes do PT. A declaração irritou o presidente estadual do PT, Doriel Barros, que divulgou uma nota rebatendo o jovem candidato. Confira:

Nota do presidente do PT-PE sobre ataque de João Campos

O desespero está levando o candidato a prefeito do Recife João Campos a expor, dia após dia, sua imaturidade política e todo seu despreparo para assumir a gestão da capital pernambucana. Na última quinta-feira (26) o pessebista afirmou que se for eleito não haverá, em seu governo, integrantes do Partido dos Trabalhadores. Porém, o que ele precisa entender é que o PT participou da atual gestão municipal e participa do governo do Estado por ser um parceiro fundamental para a Frente Popular em Pernambuco e não por bondade de seu partido. Uma contribuição que sempre foi recíproca, pois o PSB sempre integrou as gestões petistas. Virar as costas para esses fatos mostra o quanto seu discurso é raso.

João Campos precisa respeitar o Partido do Trabalhadores reconhecendo sua contribuição para o Recife e para o País e as transformações que realizamos na vida do povo com os governos de João Paulo, João da Costa e, em nível nacional, com Lula e Dilma. Essa história não pode ser manchada somente porque ele não sabe lidar com o desejo dos recifenses de eleger Marília Arraes, uma adversária qualificada e que tem tudo para fazer de nossa capital um local mais digno para se viver e trabalhar.

Foi para evitar que a Direita ocupasse a gestão estadual que estivemos juntos em 2018, quando o Partido dos Trabalhadores foi decisivo para a reeleição de Paulo Câmara ainda no primeiro turno. Também estivemos no mesmo palanque em nível nacional, mas, infelizmente, não conseguimos vencer nas urnas, e hoje a população sente na pele o que é ter um governo fascista no controle de uma Nação.

Atualmente estamos fazendo parte do governo do Estado a partir de um convite do governador Paulo Câmara e da decisão das instâncias partidárias. Contudo, isso pode ser revisto a qualquer momento. Sabemos fazer política em prol do que realmente importa: o povo. Não são trocas de favores. São lutas.

Mas entendemos que João Campos ainda precisa de muita experiência para aprender a respeitar as construções feitas para o bem comum. Ele parece não haver aprendido nada com a história de seu bisavô, Miguel Arraes.

Outro aspecto que ele não consegue perceber é que ser do Partido dos Trabalhadores transcende a questão da filiação. Ser petista é carregar no peito a garra e a coragem de transformar a sociedade em um lugar melhor para todos e todas.

É hora de mudar e é o povo quem está dizendo isso. No próximo domingo não serão palavras infantis e desrespeitosas que definirão a eleição, mas a vontade do povo. É 13! É Marília!

Recife, 27 de novembro de 2020 – Doriel Barros / Deputado estadual e presidente do Diretório Estadual do PT em Pernambuco

 

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Eleições

João Campos crava rompimento com PT. No radar, implicações nacionais

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“Não terá nenhuma indicação política do PT no meu governo”. A declaração do prefeiturável João Campos foi feita ontem, em entrevista à CBN Recife. O candidato do PSB definiu a decisão assim: “É um compromisso que eu disse ao povo do Recife e vou cumprir integralmente”.

O aviso parece ser o fim da linha para a dubiedade na relação PT/PSB que foi possível ser mantida até este 2º turno. Em reserva, fontes socialistas revelam que, dois dia após totalização das urnas no 1º turno, já havia integrante da campanha defendendo que petistas fossem desligados em definitivo da administração estadual.

O movimento tinha o objetivo de conquistar o voto anti-PT, passando, assim, uma risca nessa relação. No Governo do Estado, o PT tem em sua cota a Secretaria de Agricultura, o Iterpe, EPTI e o IPA. Por que o PSB optou por não romper esse laço, uma vez que se partiria para um enfrentamento duro com o PT? João Campos devolve: “Isso é uma incoerência que tem que ser perguntada ao PT e não a mim”.

Ao fazer referência ao caso de João da Costa, citado por ele, no debate da TV Jornal, como aliado de Marília Arraes, uma vez que o ex-prefeito declarou apoio recentemente à petista, João Campos criticou: “João da Costa foi o último prefeito do PT na cidade do Recife e é um exemplo de como o PT administra a cidade”. E completou: “Se você quiser comparar a gestão João da Costa com a de Geraldo Julio, vamos comparar e ver quem é melhor gestor”.

João da Costa, à frente da PCR, teve como vice Milton Coelho, que, à época, presidia o PSB no Estado e, hoje, é chefe de Gabinete de Paulo Câmara. Hoje, a esposa de João da Costa, Marília Bezerra, comanda a EPTI. Sobre esses vínculos, João Campos assinala: “Quem tem a hegemonia de tomar a decisão, ou é o prefeito ou o governador, é quem está na liderança do processo”.

A posição mais dura de João causou estranheza em petistas. O tema chegou ao conhecimento da direção nacional do PT e pode sacramentar um distanciamento que já vinha se desenhando nacionalmente, via movimentos do PSB, PCdoB e PDT, feitos já na eleição municipal. Nacionalmente, então, rumo a 2022, esse bloco tende a seguir numa rota paralela ao PT.

 

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