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No RJ, rios superam 5 m, alagam 9 cidades e 800 moradores deixam suas casas

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A cidade de Porciúncula é a região com maior número de afetados pelas chuvas, com 600 desalojados, 149 desabrigados e 1.800 pessoas afetadas

As fortes chuvas que atingem o norte e noroeste do Rio de Janeiro, desde a última quinta-feira (6), deixam quase 800 pessoas desabrigadas ou desalojadas e provocaram desabamentos, deslizamentos e bloqueios de vias na região.

Segundo o governo do estado, as nove cidades afetadas são Itaperuna, Natividade, Porciúncula, Bom Jesus de Itabapoana, Itaocara, Italva, Laje do Muriaé, Cambuci e Santo Antônio de Pádua. Houve transbordamento dos rios Muriaé, Carangola, Itabapoana, Pomba e Paraíba do Sul.

A cidade de Porciúncula é a região com maior número de afetados pelas chuvas. São 600 desalojados, 149 desabrigados e 1.800 pessoas afetadas, segundo a prefeitura.

O rio Carangola na região, que também banha municípios de Minas Gerais -também afetados pelas chuvas- atingiu o nível de 6,80 m na manhã de hoje. O alerta de transbordo ocorre quando as águas do rio atingem 5,20 m.

Muitas ruas da cidade estão inundadas e duas escolas foram disponibilizadas como abrigo para as vítimas das cheias. Há também quedas de árvores e de barreiras nas estradas, que estão sendo retiradas pelas equipes da Defesa Civil.

Outras cidades e rodovias obstruídas

Outras cidades da região também sofrem com o aumento no nível dos rios, o que deixa os municípios em alerta máximo. Em Bom Jesus de Itabapoana, a prefeitura informou que 250 pessoas foram afetadas pela chuva e 20 famílias estão desabrigadas.

Em Itaperuna, o número de desalojados até o início da manhã de hoje era de 13 pessoas. O rio Muriaé atingiu a cota de transbordamento com a marcação do nível de água em 5,23 m. Segundo a prefeitura, o rio deve atingir 5,50 m às 19h de hoje.

Em Itaocara, a prefeitura informou que o rio Paraíba do Sul, no distrito de Portela, está com o nível de 5,20 m, com risco de subir nas próximas horas. Há ruas alagadas. A região conta ainda com o rio Pomba, que também corre risco de transbordamento.

Em Natividade, foi registrado um deslizamento de barranco no Morro São Pedro. Não houve feridos. A prefeitura afirma que o nível do rio Carangola atingiu 5,65 m. O limite para não transbordar é de 5,20 m.

Já Cambuci está em alerta com o nível do rio quase 1 m acima do limite de transbordamento, e Santo Antônio de Pádua tem oito pessoas desabrigadas. Um hospital de campanha foi montado para atender emergência nas regiões.

Três rodovias ficaram obstruídas em decorrência nas chuvas. Parte da RJ-146 na altura de Visconde de Imbé, em Trajano de Moraes, cedeu. Um vídeo registrou as condições da rodovia que teve o tráfego interrompido. As estaduais 134 e 172 também foram obstruídas.

O que diz o governo do estado

O governo do estado afirmou que acompanha os prejuízos e danos causados pelas chuvas em diversas regiões do Rio de Janeiro desde quinta-feira (6) e que os municípios mais atingidos estão recebendo atenção máxima, com equipes e maquinários para minimizar os danos.

“Toda a estrutura do estado está mobilizada para atuar em apoio às cidades afetadas. O Centro Estadual de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden-RJ) monitora as condições meteorológicas e os níveis pluviométricos, enviando alertas”, afirmou o governador Cláudio Castro (PL) por meio de nota.

O Corpo de Bombeiros atua no transporte de pessoas afetadas pela chuva em diversos municípios. Na Região Serrana, a Defesa Civil está monitorando a possibilidade de deslizamento de terra.
O risco geológico também é considerado alto em municípios da Baixada Fluminense e da Costa Verde, informou o governo.

Por UOL/Folhapress

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Brasil

PF apura fraude em contratos de R$ 190 milhões do Ministério da Saúde

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A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (18/4) a Operação Tríplice Autonomia. A investigação apura a prática de fraude a licitação, no âmbito do Ministério da Saúde, em contratações de empresas para atendimento telefônico automatizado pré-clínico durante a pandemia de Covid.

São cumpridos oito mandados de busca e apreensão em quatro unidades da federação: Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No total, 35 policiais federais foram mobilizados.

As investigações apontam para indicativos de superfaturamento e sobreposição de objeto nas contratações. Se somados, os valores dos contratos investigados chegam a aproximadamente R$ 190 milhões. O superfaturamento pode chegar a R$ 80 milhões, além de cerca de R$ 46 milhões de sobreposição de objeto.

O nome da operação faz alusão à contratação, pelo Ministério da Saúde, de três empresas para realizarem o mesmo serviço de atendimento telefônico automatizado.

Os investigados responderão por fraude à licitação, além de outros crimes eventualmente constatados no curso da investigação.

Foto PF/Divulgação

Por Metroploes

           

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Brasil

Quase 4 bilhões de pessoas correm risco de infecção pelo Aedes

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Quase quatro bilhões de pessoas em todo o mundo estão sob risco de infecções transmitidas por mosquitos do tipo Aedes – seja o Aedes aegypi ou o Aedes albopictus que, juntos, respondem por doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela. O alerta é da líder da equipe sobre arbovírus da Organização Mundial da Saúde (OMS), Diana Rojas Alvarez.

Ao participar – por videoconferência – de encontro na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) em Brasília, Diana destacou que a estimativa é que esse número – quatro bilhões – aumente em mais um bilhão ao longo das próximas décadas, sobretudo, por conta de fatores como o aquecimento global e a adaptação do Aedes a grandes altitudes. O mosquito, segundo ela, já pode ser encontrado, por exemplo, em montanhas do Nepal e da Colômbia, além de países da região andina.

A OMS monitora ativamente surtos e epidemias de dengue em pelo menos 23 países, sendo 17 nas Américas – incluindo o Brasil.

Segundo Diana, os casos da doença aumentaram consistentemente ao longo das últimas quatro décadas. Em 2023, entretanto, houve o que ela chamou de aumento muito significativo tanto de casos como de mortes pela doença.

“Um novo recorde”, disse, ao citar mais de seis milhões de casos reportados e mais de sete mil mortes por dengue em 80 países.

Para Diana, a expansão de casos se deve a fatores ambientais como o aumento das chuvas e, consequentemente, da umidade, o que favorece a proliferação do mosquito, além da alta das temperaturas globais, ambos fenômenos provocados pelas chamadas mudanças climáticas.

Ela disse, ainda, que é imprescindível melhorar a comunicação de casos e os sistemas de vigilância dos países em relação a arboviroses para ampliar ações de prevenção e combate em saúde pública.

Ao participar – por videoconferência – de encontro na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) em Brasília, Diana destacou que a estimativa é que esse número – quatro bilhões – aumente em mais um bilhão ao longo das próximas décadas, sobretudo, por conta de fatores como o aquecimento global e a adaptação do Aedes a grandes altitudes. O mosquito, segundo ela, já pode ser encontrado, por exemplo, em montanhas do Nepal e da Colômbia, além de países da região andina.

A OMS monitora ativamente surtos e epidemias de dengue em pelo menos 23 países, sendo 17 nas Américas – incluindo o Brasil.

Segundo Diana, os casos da doença aumentaram consistentemente ao longo das últimas quatro décadas. Em 2023, entretanto, houve o que ela chamou de aumento muito significativo tanto de casos como de mortes pela doença.

“Um novo recorde”, disse, ao citar mais de seis milhões de casos reportados e mais de sete mil mortes por dengue em 80 países.

Para Diana, a expansão de casos se deve a fatores ambientais como o aumento das chuvas e, consequentemente, da umidade, o que favorece a proliferação do mosquito, além da alta das temperaturas globais, ambos fenômenos provocados pelas chamadas mudanças climáticas.

Ela disse, ainda, que é imprescindível melhorar a comunicação de casos e os sistemas de vigilância dos países em relação a arboviroses para ampliar ações de prevenção e combate em saúde pública.

Fonte:AGÊNCIA BRASIL

 

 

           

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Brasil

Carro a álcool vai voltar ao mercado e terá opções híbridas

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O grupo Stellantis prepara o lançamento de carros movidos 100% a etanol ou com tecnologia híbrida que combina o combustível renovável à eletricidade. Os dois primeiros modelos devem chegar ao mercado até o fim de 2025, dentro do plano estratégico chamado Bio-Hybrid. A fabricante, contudo, não confirma datas.

Dentro do portfólio da empresa, é provável que a Fiat e a Jeep sejam as escolhidas para estrear a novidade. O motor deverá ser o 1.3 turbo, que já está em linha na opção flex.

No caso da marca italiana, há o fato histórico de ter sido a primeira a lançar um carro com versão a álcool no Brasil, em 1979: o compacto 147, logo apelidado de “cachacinha”.

A principal vantagem em relação aos carros flex -que rodam com etanol e gasolina, puros ou misturados- será a autonomia semelhante à obtida com o uso do combustível de origem fóssil, mas a um preço menor por litro e com redução das emissões de poluentes.

Isso é possível pela calibração dedicada apenas a um combustível, o que permite obter melhorias na eficiência energética. A Stellantis confirma que o motor está pronto, mas não revela a estratégia de lançamento comercial.

“O motor 100% a etanol já foi desenvolvido, é de alta eficiência e já está disponível pela Stellantis. E ele pode ser utilizado associado à tecnologia Bio-Hybrid”, diz Márcio Tonani, vice-presidente sênior dos centros técnicos de engenharia da montadora para a América do Sul

O combustível renovável disponível no Brasil compensa parte das emissões de CO2 por meio da absorção na cultura da cana-de-açúcar.

Trata-se de um plano antigo, mas que sempre esbarrou no receio de não ser aceito pelos consumidores, devido aos traumas deixados pela escassez do álcool nas bombas no fim da década de 1980, quando mais de 90% dos veículos produzidos eram movidos a etanol.

Com a estabilização dos preços e da oferta, além da agenda de descarbonização, surge uma nova frente.

A possibilidade voltou a ser discutida em 2023, quando governo e Anfavea (associação das montadoras) avançaram no plano de retomada do segmento de automóveis populares. O objetivo inicial era criar o “carro verde”, que seria movido apenas a etanol.

Naquele momento, o plano foi reduzido a um pacote de incentivos que contemplou os carros flex, cujos preços iniciais ainda ficaram acima do esperado. Agora, há outros objetivos, como estimular o uso do derivado da cana em detrimento aos combustíveis de origem fóssil.

No Brasil, mesmo os donos de carros flex optam mais pela gasolina. Segundo estudo divulgado pela consultoria Datagro, o mês de janeiro terminou com apenas 30% dos motoristas tendo optado pelo etanol na hora de abastecer.

O governo quer mudar essa proporção e tem incentivado o aumento da oferta de combustíveis renováveis. Em março, após discussões envolvendo o setor petrolífero e o agronegócio, foi aprovado na Câmara o projeto de lei sobre biocombustíveis.

Os estados de São Paulo e do Mato Grosso do Sul também desenvolvem programas de incentivo para o setor sucroenergético. Há ainda o avanço do E2G (etanol de segunda geração), que segue em desenvolvimento para atingir viabilidade econômica e, enfim, chegar aos postos.

Nessa opção, o combustível é processado a partir de resíduos vegetais, como palha, folhas e bagaço. Segundo a Raízen, o E2G permite elevar a produtividade em até 50% sem aumentar o tamanho da área plantada.

 

 

           

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