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Noite de pânico em Crisciúma-SC

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O centro de Criciúma, no sul de Santa Catarina, viveu uma madrugada de terror nesta terça-feira após uma quadrilha de criminosos sitiar a cidade para assaltar uma agência do Banco do Brasil. Armados de explosivos, pistolas e fuzis, um grupo invadiu a tesouraria regional de um banco, provocou incêndios, bloqueou ruas e acessos à cidade. Eles ainda usaram reféns como escudos e dispararam várias vezes. De acordo com Polícia Civil, cerca de 30 homens encapuzados participaram da ação. Ninguém foi preso até o momento. O ataque durou mais de uma hora e a prefeitura pediu ajuda a batalhões de municípios vizinhos e também para cidades do Rio Grande do Sul. O prefeito da cidade, Clésio Salvaro (PSDB), foi às redes sociais pedir à população para não sair de casa.

Informações preliminares da PM indicam que a ação começou às 23h50 de segunda-feira e durou 1 hora e 45 minutos. Um policial militar e um vigilante ficaram feridos. Durante o assalto, pessoas foram feitas reféns e cercadas por criminosos. Em uma das ruas da cidade, moradores foram obrigados a sentar no meio da pista. Os bandidos também construíram bloqueios e barreiras para conter a chegada da polícia ao local do crime.

Os criminosos conseguiram fugir, mas deixaram parte do dinheiro espalhado pelas ruas. Quatro residentes da cidade foram detidos depois de recolherem R$ 810 mil que ficaram jogados no chão após a explosão durante o assalto.

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Acidente mata presidente e quatro jogadores do Palmas

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O acidente com um avião em uma pista de pouso particular em Luzimangues (Tocantins) neste domingo (24) matou quatro jogadores e o presidente do Palmas.

A assessoria do clube informou que estavam a bordo os atletas Lucas Praxedes, Guilherme Noé, Ranule e Marcus Molinari.

Além dos quatro, a aeronave levava ainda o presidente Lucas Meira e o piloto, identificado apenas como ‘comandante Wagner’.

O Palmas estava indo para Goiânia, onde enfrentaria o Vila Nova pela Copa Verde. Nas redes sociais do time foram compartilhadas imagens do último treino realizado no Tocantins neste sábado (23). O jogo está marcado para as 16h de segunda-feira (25), em Goiânia. Mas o próprio Vila Nova emitiu nota lamentando o acidente e informando que vai colaborar para o adiamento da partida.

O Palmas também tinha um jogo pelo Campeonato Tocantins na quinta-feira (28), às 16h, no Nilton Santos, contra o Araguacema.

O acidente foi na manhã deste domingo. O avião caiu momentos após decolar de uma pista de pouso no distrito de Luzimangues, em Porto Nacional, município localizado 60km ao sul de Palmas.

A aeronave tinha acabado de decolar e acabou atingindo o solo em um matagal logo após a cabeceira da pista.

 

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Capitais nordestinas debocham da capa de revista veja

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Na última sexta-feira (22), a capa da edição especial de aniversário da capital paulista da Revista Veja São Paulo causou um verdadeiro tumulto nas redes sociais. Trazendo o título “São Paulo, a capital do Nordeste”, a publicação gerou reações negativas por parte do público e até mesmo perfis oficiais de algumas prefeituras de cidades nordestinas se manifestaram.

A revista trazia na capa seis personagens nordestinos que vivem atualmente na capital paulista, chamados de “novos migrantes”. Alguns acharam a matéria lisonjeira e a interpretaram como uma homenagem ao Nordeste, como por exemplo, no comentário: “São Paulo é a maior cidade nordestina sim, e com muito orgulho. Param de mi-mi-mi. Devemos muito ao povo nordestino”.  Porém, boa parte dos comentários acusavam a publicação de ter sido preconceituosa e xenofóbica.

Entre os que não gostaram muito da abordagem, estavam alguns perfis oficiais de prefeituras de capitais da região Nordeste. A de Salvador repostou a capa e escreveu: “Sextou com S de só rindo, viu?”. Já a de Fortaleza postou uma brincadeira: “Enquete rápida aqui. Qual o melhor comentário sobre a capa de aniversário de SP da Veja SP: arriégua, aí dentu, ieeeiiii”.

Na postagem da própria Veja, os comentários foram muitos e, em boa parte, negativos. “Como nordestina que mora em SP eu me sinto extremamente desrespeitada”; “Zero surpresa com a prepotência do paulista de se achar o umbigo do Brasil e a capital do Nordeste”; “Nordeste não é um Estado. É uma região que tem 9 capitais e nenhuma delas com certeza se chama São Paulo, que por sinal adora humilhar e rebaixar os nordestinos. Vão se lascar!”.

 

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Ministério da Saúde diz que laboratório Pfizer tenta desconstruir imunização no país

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Por meio de nota do Ministério da Saúde, o Governo Federal se pronunciou sobre a Pfizer, uma das empresas que produzem e comercializam vacinas contra a Covid-19. Em tom bastante crítico, o comunicado diz que “representantes da Pfizer tentam desconstruir um trabalho de imunização que já está acontecendo em todo o País. Criando situações constrangedoras para o Governo Brasileiro”.

A nota também alega que a quantidade de vacinas ofertadas pela Pfizer para o primeiro trimestre são insuficientes. “Que o primeiro e segundo lotes de vacinas seja de 500 mil doses e o terceiro de um milhão, totalizando 2 milhões no primeiro trimestre, com possibilidade de atraso na entrega (número considerado insuficiente pelo Brasil)”.

Leia a nota na íntegra:

O Governo Federal/Ministério da Saúde informa que recebeu, sim, a carta do CEO da Pfizer, assim como reuniu-se várias vezes com os seus representantes. Porém, apesar de todo o poder midiático promovido pelo laboratório, as doses iniciais oferecidas ao Brasil seriam mais uma conquista de marketing, branding e growth para a produtora de vacina, como já vem acontecendo em outros países. Já para o Brasil, causaria frustração em todos os brasileiros, pois teríamos, com poucas doses, que escolher, num país continental com mais de 212 milhões de habitantes, quem seriam os eleitos a receberem a vacina. 

Entretanto, não somente a frustração que a empresa Pfizer causaria aos brasileiros, as cláusulas leoninas e abusivas que foram estabelecidas pelo laboratório criam uma barreira de negociação e compra. Como exemplo, citamos cinco trechos das cláusulas do pré-contrato, que já foram amplamente divulgadas pela imprensa:

1) Que o Brasil renuncie à soberania de seus ativos nos exterior em benefício da Pfizer como garantia de pagamento, bem como constitua um fundo garantidor com valores depositados em uma conta no exterior;

2) O afastamento da jurisdição e das leis brasileiras com a instituição de convenção de arbitragem sob a égide das leis de Nova York, nos Estados Unidos;

3) Que o primeiro e segundo lotes de vacinas seja de 500 mil doses e o terceiro de um milhão, totalizando 2 milhões no primeiro trimestre, com possibilidade de atraso na entrega (número considerado insuficiente pelo Brasil);

4) que havendo atraso na entrega, não haja penalização; e

5) Que seja assinado um termo de responsabilidade por eventuais efeitos colaterais da vacina, isentando a Pfizer de qualquer responsabilidade civil por efeitos colaterais graves decorrentes do uso da vacina, indefinidamente.

Após o Governo Federal ter adquirido toda a produção inicial da vacina do Butantan (da Sinovac) – 46 milhões de doses -, com opção de compra de mais 54 milhões, ter recebido da Índia 2 milhões de doses da Astrazeneca / Oxford, com opção de importação de mais doses, além da produção dessa vacina pela Fiocruz de 100,4 milhões de doses no primeiro semestre e mais 110 milhões de doses no segundo semestre, considerando também a possibilidade de aquisição de 42,5 milhões de doses pelo mecanismo Covax Facility, representantes da Pfizer tentam desconstruir um trabalho de imunização que já está acontecendo em todo o País. Criando situações constrangedoras para o Governo Brasileiro, que não aceitarão imposições de mercado – o que também não será aceito pelos brasileiros.

Em nenhum momento, o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde fechou as portas para a Pfizer. Em todas as tratativas, aguardamos um posicionamento diferente do laboratório, que contemple uma entrega viável e satisfatória, atendendo as estratégias do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, uma ação de valores mercadológicos e aplicação jurídica justa que atenda ambas as partes.

Além da Pfizer, com a qual o Governo Brasileiro continua em negociação, outros laboratórios já estão em fase avançada de negociações com o Brasil, dentro dos princípios e normas estabelecidas.

Merece destaque o fato de que, além dos aspectos já citados, é a única vacina que precisa ser armazenada e transportada entre -70°C e -80°C, prevendo um intervalo de três semanas entre primeira e segunda doses.

Além disso, o laboratório não disponibiliza o diluente para cada dose – que ficaria a cargo do comprador.

Embora o laboratório tenha criado uma solução para a conservação das doses durante o transporte (uma caixa de isopor revestida por um papelão não impermeável, que nos foi apresentada ao final de novembro, naquela oportunidade com a informação de conservação por 15 dias) e tenha oferecido fazer a logística desde a chegada dos EUA até o ponto designado pelo Ministério da Saúde, junto ao CONASS e CONASEMS, a Pfizer não se responsabilizaria pela substituição do refil de gelo seco – que deverá ser reposto a cada cinco dias (informaram que a conservação seria de 30 dias no mês de dezembro). Nos contatos de agosto, setembro e outubro, não havia ainda nos sido apresentada a alternativa da caixa térmica.

Além disso, a Pfizer ainda não apresentou sequer a minuta do seu contrato – conforme solicitado em oportunidades anteriores e, em particular na reunião ocorrida na manhã de 19 de janeiro – e tampouco tem uma data de previsão de protocolo da solicitação de autorização para uso emergencial ou mesmo o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Ministério da Saúde

 

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