Conecte-se Conosco

Saúde

Novo Hospital Getúlio Vargas contará com 700 leitos, segundo o Estado

Publicado

em

Na segunda-feira (10), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), anunciou a construção de um novo Hospital Getúlio Vargas (HGV). A secretária estadual de saúde, Zilda Cavalcanti, falou sobre a nova unidade de saúde em entrevista à Rádio Jornal.

“O governo do estado de Pernambuco, vai construir um novo hospital. Um hospital que realmente atende a necessidade. O Hospital Getúlio Vargas hoje por causa dessa série de problemas na estrutura física foi perdendo leitos e é um hospital que precisa aumentar a quantidade de leitos para realmente atender a necessidade da rede do SUS do Estado. Então, a gente vai construir um novo hospital com um perfil que realmente atenda a necessidade”, disse a secretária.

De acordo com Zilda, a nova unidade de saúde “contará com 700 leitos, chegando a ser o dobro dos disponíveis atualmente”.

“O projeto vai mais que duplicar os leitos que existem hoje. Estamos com uma programação e daqui alguns meses iremos entregar o projeto arquitetônico que já está bem adiantado”, frisou.

Na entrevista, a secretária explicou que a expectativa além de potencializar as especialidades que o HGV já possui, também será torná-lo referência na área de Neurologia Clínica e de Neurologia Cirúrgica.

Obras em outros hospitais

Além da construção de um novo Getúlio, Zilda destacou que os hospitais Otávio de Freitas, Agamenon Magalhães e Barão de Lucena, também irão passar por reformas.

“Estamos fazendo uma série de reformas para melhorar a estrutura física desses hospitais e mais do que isso para trabalhar também com manutenção. Historicamente, nunca houve um contrato de manutenção amplo da estrutura física desses grandes hospitais em Pernambuco. Também está sendo desenvolvido um projeto para que possamos realmente ter uma uma estrutura física adequada para o funcionamento da assistência à saúde”, afirmou.

Fonte: JC

 

 

           

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9155-5555.

Saúde

Feto morto de 30 semanas de gestação positiva para febre oropouche

Publicado

em

Resultados de testes em amostras de um feto morto durante a 30ª semana de gestação (sete meses de gravidez) apontam a presença do vírus oropouche – doença viral transmitida pelo mosquito maruim e que tem manifestações semelhantes ao da dengue. O óbito ocorreu no dia 6 de junho deste ano, mas os exames só foram liberados na última sexta-feira (6).

A mãe, de 28 anos, é moradora do município de Rio Formoso, localizado na Zona da Mata Sul de Pernambuco, e apresentou sintomas sugestivos da febre oropouche, além de ter tido contato próximo com casos da doença laboratorialmente confirmados. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) confirmou, ao JC, o óbito do feto e informou que o quadro físico de saúde da mãe evoluiu bem.

“O vírus oropouche também foi encontrado no tecido da placenta da mulher. Contudo, isso não é o suficiente para garantir a confirmação de que a perda gestacional ocorreu por causa do oropouche. Mas essa ocorrência nos preocupa. É um relato inédito na literatura científica“, diz o diretor-geral de Vigilância Ambiental de Pernambuco, Eduardo Bezerra. A análise da placenta foi feita pelo Instituto Evandro Chagas (IEC), no Pará, que é referência nacional no estudo de arboviroses.

Não há também documentação sobre abortamento decorrente da infecção por oropouche na ciência médica.

De acordo com Eduardo, assim que a notificação do óbito foi feita, iniciou-se a coleta de materiais biológicos da mãe e do feto para exames relativos à doença. Não houve tempo oportuno para analisar a presença do vírus oropouche em tempo oportuno na mãe. Para detectar o material genético do vírus (RNA) por métodos moleculares (RT-PCR), a amostra deve ser coletada durante a fase aguda da doença (geralmente quando há sintomas), que dura de 2 a 7 dias, em média. Quando os exames da mulher foram realizados, esse período já havia passado.

A pesquisa sorológica que detecta a presença de anticorpos (IgM – detecta se a infecção foi recente)  contra o vírus oropouche só é feita atualmente no Pará, pelo Instituto Evandro Chagas (IEC). Dessa maneira, amostras da mãe foram enviadas para a instituição.

No entanto, esse mesmo tipo de análise para chikungunya e zika foi feita no Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen/PE), que detectou o anticorpo IgM para zika e chikungunya, o que sugere infecção recente da mãe por ambos os vírus.

A SES-PE informa que a investigação do caso permanece em parceria com o município de Rio Formoso. A pasta também discute o óbito fetal com representantes do Ministério da Saúde, Fiocruz e Instituto Evandro Chagas.

Nesse sentido, a SES-PE diz que trabalha para orientar os serviços de saúde em relação às gestantes. “A partir de agora, recomendamos que os serviços de saúde tenham uma atenção maior diante de grávidas que apresentem sintomas sugestivos de arboviroses, incluindo oropouche”, destaca Eduardo.

OROPOUCHE EM PERNAMBUCO

Até o momento, Pernambuco tem 13 casos confirmados laboratorialmente de febre oropouche. Na Mata Sul do Estado, foram registrados 3 casos no município de Rio Formoso, 1 em Maraial, 1 Jaqueira e 1 Catende. Na Região Metropolitana do Recife, há outros 6 casos: 2 em Jaboatão dos Guararapes, 2 em Moreno, 1 em Camaragibe e 1 na Ilha de Itamaracá. Já na Mata Norte, há 1 caso em Timbaúba.

Apesar de ter sido identificada, pela primeira vezm no Norte do País na década de 1960 e ter apresentado diversos períodos de epidemia na faixa amazônica, a febre oropouche não tem registro associado, na literatura científica, a casos de óbito ou perda gestacional.

A febre oropouche é causada por um arbovírus diferente da dengue, zika e chikungunya. O vetor não é o Aedes aegypti, e sim o maruim (culicoide) e muriçoca (culicídeo).

“Em termos de enfrentamento vetorial, esse fato apresenta uma dificuldade maior para a saúde pública. Mais acostumados com água e muito material orgânico, o maruim e a muriçoca se proliferam em mangues, alagados, várzeas, água acumulada em área com muitas folhas caídas, cultivo de bananeiras, além de área com esgoto a céu aberto, coleta de lixo ineficiente ou terrenos baldios”, ressalta a SES-PE.

Dessa maneira, a pasta orienta um cuidado maior para evitar a exposição a picadas. “Recomenda-se usar roupas que protejam a pele de exposição, sobretudo nos horários de penumbra (ao amanhecer e ao anoitecer), quando os vetores se mostram mais ativos. Além disso, o uso de repelentes adequados e o cuidado com o acúmulo de lixo também ajudam a evitar o contato com os insetos. Reforçamos ainda que não há enfrentamento vetorial químico possível, uma vez que fumacê e aplicação local de larvicidas e adulticidas não são efetivos”, destaca, em nota, a SES-PE.

Fonte: JC

           

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9155-5555.

Continue lendo

Saúde

Sobe para oito número de mortes provocadas por dengue em Pernambuco

Publicado

em

Mais um boletim epidemiológico sobre as arboviroses foi divulgado pela Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE), nesta quarta-feira (10).

Segundo o comunicado, 6.551 casos de dengue foram confirmados, com 114 casos graves.

Mais uma morte foi contabilizada desde a última atualização dos números. Agora, Pernambuco tem oito mortes confirmadas por meio de exames laboratoriais.

Casos

O número de casos prováveis de dengue (em investigação + confirmados) subiu para 26.841, representando um aumento de 445,3% em relação ao mesmo período de 2023. O monitoramento epidemiológico apontou a investigação de 31 óbitos.

A investigação é realizada, inicialmente, pela equipe de Vigilância Epidemiológica do município de residência do óbito. Depois disso, o caso vai para um comitê técnico de discussão de óbito, em que diversos profissionais avaliam a causa da morte.

Conforme os dados da SES-PE, 55 municípios pernambucanos configuram baixa incidência para casos de dengue, 70 localidades apresentam incidência média e 60 cidades aparecem com alta incidência de casos.

Fonte: Nill Junior

           

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9155-5555.

Continue lendo

Saúde

Como a automedicação pode afetar o funcionamento dos rins

Medicamentos utilizados de maneira indiscriminada prejudicam a saúde renal a longo prazo, e podem ocasionar a doença renal crônica.

Publicado

em

A automedicação é uma prática muito comum na sociedade, mas pouco se discute o que ela pode representar à saúde renal. Os rins desempenham um papel fundamental na filtragem e eliminação de substâncias nocivas do nosso corpo, no entanto, diversos medicamentos disponíveis sem prescrição médica podem sobrecarregar ou até mesmo danificar esses órgãos essenciais.

“O uso de antibióticos, por exemplo, pode levar à nefrotoxicidade, um dano aos rins causado por substâncias químicas. Alguns anti-inflamatórios não esteroides, como o ibuprofeno, utilizados para aliviar dores comuns e rotineiras, podem reduzir o fluxo sanguíneo renal e comprometer a função dos rins a longo prazo”, explica Bruno Zawadzki, diretor médico da DaVita Tratamento Renal. Além dos antibióticos, outros tipos de medicamentos, como analgésicos e diuréticos, também podem afetar a saúde renal.

O nefrologista chama atenção para o fato de que a automedicação não considera as especificidades de cada paciente, como: histórico médico, condições preexistentes e alergias.

É importante destacar que os rins têm uma capacidade limitada de processar substâncias químicas, como os medicamentos. A exposição prolongada a certos produtos pode resultar em danos irreversíveis, comprometendo a função renal e aumentando o risco de doença renal crônica (DRC).

A busca por orientação médica adequada antes de iniciar qualquer tratamento medicamentoso é fundamental não só para preservar a saúde dos rins, mas manter o pleno funcionamento de todo o organismo.

Foto  Shutterstock

Por Rafael Damas

           

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9155-5555.

Continue lendo
Propaganda

Trending

Fale conosco!!