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Saúde

Número de jovens com caso grave da Covid-19 aumenta 165% entre fevereiro e março em PE

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Em Pernambuco, o número de casos graves da Covid-19 em jovens que têm entre 20 e 39 anos cresceu 165%, no comparativo entre os meses de fevereiro e março de 2021.

No segundo mês do ano, o estado notificou 142 quadros graves da doença nessa faixa etária. No mês seguinte, 377 infectados pelo novo coronavírus desenvolveram a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag).

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (6) pela Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag) e analisados pela TV Globo e pelo G1. A quantidade de casos graves em março de 2021 é a maior desde julho de 2020, quando Pernambuco notificou 553 pessoas com esse diagnóstico.

O número de óbitos nessa faixa etária dos 20 aos 39 anos também subiu no estado. Segundo a base de dados da Seplag, 58 pessoas com essas idades morreram por Covid-19 em março de 2021 em Pernambuco, o que equivale a um aumento de 222% em relação a fevereiro de 2021, quando o estado teve 18 óbitos de vítimas com esse perfil.

A quantidade de jovens mortos devido à Covid-19 em março de 2021 é o maior desde o que foi registrado em junho de 2020, mês em que 70 pessoas nessa faixa etária faleceram por causa da doença.

Médico infectologista do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), Bruno Ishigami declarou que o aumento dos números nessa faixa etária tem a ver com uma maior exposição dos jovens ao novo coronavírus.

“O que contribui bastante é o grau de exposição dessas pessoas. A população mais jovem se locomove mais, usa transporte público e aglomera, faz muita festa. Também existe um estudo muito preliminar que possivelmente associa essa incidência à variante brasileira, mas ainda não é nada concreto”, afirmou o médico. Fonte: G1

 

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Saúde

Unidade Móvel da Covid-19 permanece com testes rápidos no centro de Serra Talhada

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A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Saúde, vem intensificando a testagem rápida e mapeamento do novo coronavírus no município. E nesta semana, a Unidade Móvel da Covid-19 continuará no Centro da Cidade, com atendimento a partir das 08h.

Nesta segunda-feira (12) a Unidade Móvel está atendendo a população em frente ao Pátio da Feira Livre; na terça (13) estará na Rua Coronel Cornélio Soares (em frente aos Correios); e na quarta (14), quinta (15) e sexta (16) estará na Praça Sérgio Magalhães.

A Unidade Móvel da Covid-19 já passou por diversos bairros e distritos de Serra Talhada, como Varzinha, Bernardo Vieira, Vila Bela, Mutirão, Cagep, Borborema, Caxixola, Malhada, Bom Jesus, Ipsep e Cohab. De segunda a sexta a unidade circula pela cidade e nos finais de semana vai até os distritos e comunidades rurais.

Testagem rápida de 12 a 16 de abril:

12/04 – Em frente ao Pátio da Feira
13/04 – Rua Cel. Cornélio Soares (em frente aos Correios)
14/04 – Praça Sérgio Magalhães
15/04 – Praça Sérgio Magalhães
16/04 – Praça Sérgio Magalhães

 

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Saúde

Estudo aponta mais eficácia da Coronavac com intervalo maior entre doses

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A chamada eficácia primária, que representa a proteção da vacina contra a doença em qualquer intensidade, passou de 50,38% para 50,7%, chegando a 62,3% com intervalos maiores entre as doses

Um artigo científico em pré-print (ainda sem revisão por pares) aponta que a eficácia da Coronavac contra a covid-19 é maior do que o dado anteriormente divulgado. A chamada eficácia primária, que representa a proteção da vacina contra a doença em qualquer intensidade, passou de 50,38% para 50,7%, chegando a 62,3% com intervalos maiores entre as doses. Contra casos moderados, o imunizante tem eficácia de 83,7%, quando o dado anterior apontava 78%.

As informações constam de artigo elaborado pelos profissionais que conduziram os testes da Coronavac no Brasil, liderados pelo Instituto Butantan. O documento foi submetido para análise da revista científica The Lancet. O estudo avaliou o efeito da vacina em 12,4 mil voluntários em 16 centros de pesquisa no País e teve os primeiros resultados divulgados pelo governo de São Paulo em 7 de janeiro. A vacina começou a ser aplicada nacionalmente no dia 18 de janeiro e a produção pelo Butantan representa a maior parte das doses distribuídas até aqui.

“Esse estudo corrobora o que já havíamos anunciado há cerca de três meses e nos dão ainda mais segurança sobre a efetiva proteção que a vacina do Butantan proporciona. Não resta nenhuma sombra de dúvida sobre a qualidade do imunizante”, afirmou em nota à imprensa Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.

A análise divulgada neste domingo, 11, aponta que os resultados de eficácia podem melhorar se houver um intervalo maior entre as doses. No estudo, a maior parte dos voluntários receberam as vacinas com intervalo de 14 dias dada a urgência para análise do imunizante e necessidade de proteção dos profissionais de saúde.

Os pesquisadores acreditam que um período de 28 dias seja o mais adequado. “Os dados sugerem que é recomendável encorajar intervalos maiores entre as doses, como 28 dias, na implementação da vacina”, escrevem no artigo.

A bula da Coronavac estipula o intervalo para a segunda dose como de 14 a 28 dias, mas a aplicação a partir do 21º já é defendida pelo Butantan desde o mês de janeiro. Um intervalo ainda maior entre as doses chegou a ser cogitado como forma de ampliar a cobertura da vacinação e acelerar a aplicação, o que acabou não sendo implementado. Um intervalo superior a 28 dias não é consenso entre os especialistas diante dos efeitos não estudados sobre a eficácia do imunizante.

Uma outra informação que consta do artigo é que a Coronavac se revelou eficaz na proteção contra as chamadas variantes de preocupação P.1 e P.2 do vírus SARS-CoV-2. “Apesar de as variantes terem várias mutações que são chave para o funcionamento de muitos anticorpos, houve uma neutralização consistente dessas variantes por parte do soro dos participantes que receberam a vacina inativada”, pontuaram os especialistas no documento.

O aumento da circulação da P.1, a chamada variante brasileira, primeiramente identificada em Manaus, é associado à vertiginosa elevação da curva de casos, internações e mortes vista no País a partir de janeiro. No início do ano, a crise em Manaus chegou a afetar o abastecimento de oxigênio, problema que se alastrou pelo Brasil a partir de fevereiro com continuidade em março, o mês mais letal da pandemia até aqui, com 66 mil mortes pela doença.

Por Estadão Conteúdo

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Saúde

1.343.606 doses da vacina contra a Covid-19 já foram aplicadas em PE até 10/04/21

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Até esta sábado, dia 10/04, Pernambuco já aplicou 1.343.606 doses da vacina contra a Covid-19, das quais 1.038.111 foram primeiras doses. No total, 305.495 pessoas finalizaram o esquema. Confira:

 Trabalhadores da saúde – 219.377 (1° dose) e 169.658 (2° dose)
 Povos indígenas aldeados – 25.074 (1° dose) e 24.633 (2° dose)
Comunidades Quilombolas – 25.788 (1° dose) e 22 (2ª dose)
 Idosos institucionalizados – 6.162 (1° dose) e 4.506 (2° dose)
 Idosos (64 a 69 anos) – 229.006 (1° dose) e 2.558 (2° dose)
Idosos (70 a 79 anos) – 347.674 (1° dose) e 69.979 (2° dose)
 Idosos (entre 80 e 84 anos) – 97.600 (1° dose) e 27.582 (2° dose)
 Idosos (85 anos e mais) – 85.967 (1° dose) e 5.916 (2° dose)
 Pessoas com deficiência institucionalizadas – 908 (1° dose) e 695 (2° dose)
 Trabalhadores das forças de segurança e salvamento – 555 (1° dose)

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