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Saúde

O intestino é o segundo cérebro. A importância do órgão para emagrecer

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Aliado à escolha de alimentos está o exercício físico.

Um intestino saudável gera qualidade de vida, já que ele é o nosso segundo cérebro e qualquer alteração no intestino gera desconforto emocional. Devemos saber escolher alimentos, garantindo uma alimentação variada e equilibrada e preparar as refeições com dedicação e amor.

Aliado à escolha de alimentos está o exercício físico. É urgente deixar o sedentarismo e passar à ação, seja ela qual for. Uma caminhada de trinta minutos, todos os dias, é o suficiente para quebrar a preguiça. A atividade física promove não só a saúde física mas também a saúde mental e emocional.

“O ser humano é o que come, mas é principalmente o que absorve, por isso é fundamental saber escolher bem os alimentos e ter, assim, um intestino saudável”, explica Izabel de Paula, especialista de estética, beleza e saúde na clínica Body Shaper Expert, que compartilhou com o Lifestyle ao Minuto um artigo de opinião sobre o tema

Depois de cumpridos estes três princípios: boa alimentação, exercício físico regular e sono reparador, e terminada a fase de estabilização – lembre-se de que um quilo demora entre um e três meses até ser definitivamente eliminado – não pode, evidentemente, voltar aos seus hábitos antigos. A estabilização é a ausência de reganho de peso. É indispensável, por isso, conservar os bons hábitos que adquiriu ao longo de um, três, cinco ou doze meses. Para que assim seja, pratique exercício, faça refeições variadas e dê ao prazer um espaço mais pequenino na sua vida.

Mais uma vez, após essa fase, a palavra ‘dieta’ deixa de fazer sentido. O objetivo principal, já sabe, não é banir para sempre determinados alimentos, como por exemplo, acabar de vez com todos os hidratos de carbono ou com os açúcares. O objetivo principal é, sim, aprender a dosear o seu consumo e a equilibrar as suas refeições, compensando sistematicamente os deslizes e reduzindo o impacto que eles têm na sua silhueta.

Assim que colocar em prática e começar a adotar definitivamente bons hábitos, nunca mais terá necessidade de fazer dieta. Adeus excesso de peso! Adeus celulite! Adeus barriga! Depois de terminado o período de estabilização, termina a angústia da balança e da fita métrica.

Por Notícias ao Minuto

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Saúde

Serra Talhada realiza segunda etapa de vacinação contra o sarampo

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Teve início nesta segunda-feira (18) a segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. O foco desta vez é a população jovem, com idade entre 20 e 29 anos. A realização dessa etapa da campanha é importante para interromper a cadeia de transmissão do vírus do sarampo em jovens desta faixa etária que não tomaram as duas doses da vacina. 

Em Serra Talhada a vacinação acontece em todas as unidades de saúde, das 08h às 17h. “Os jovens dentro desta faixa etária que não possuem comprovação do esquema vacinal contra o sarampo devidamente completo, com pelo menos duas doses da tríplice viral ao longo da vida, devem procurar os postos de saúde do município para a imunização”, alerta Karla Medeiros, coordenadora do Programa Nacional de Imunização no município. 

A segunda fase da campanha vai até 30 de novembro, Dia D da Vacinação contra o Sarampo em todo o país. Durante esse período as doses da Tríplice Viral, que também protege contra caxumba e rubéola, serão direcionadas exclusivamente ao público alvo. 

A primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo, com foco nas crianças com idade entre seis meses e cinco anos incompletos (4 anos, 11 meses e 29 dias), aconteceu de 07 a 25 de novembro. Em Serra Talhada, a Secretaria Municipal de Saúde ultrapassou a meta inicial e imunizou quase 1.800 crianças. 

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Saúde

Correr descalço pode reduzir risco de lesão no joelho

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Quando introduzida nos treinos de forma progressiva e supervisionada, prática proporciona menos impacto e possibilidade

Apesar dos calçados esportivos serem anunciados com tecnologias avançadas de amortecimento para os aficionados por corrida de rua, a incidência de lesões nas articulações ainda é bastante considerável. Baseados nesse contexto, alguns estudos recentes mostram que a corrida com pés descalços poderia ser uma estratégia para minimizar esses danos. Uma pesquisa do Laboratório de Biomecânica da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP explica melhor essa dicotomia: correr descalço realmente pode ser benéfico, mas desde que a prática seja introduzida aos treinos progressivamente. Há uma redução no impacto recebido pelo corpo e diminui a possibilidade de lesões em joelhos e quadris.

Ana Paula da Silva Azevedo, educadora física e autora do estudo, explica que a ideia não é incentivar as pessoas a correrem sem proteção, mas trazer evidências de que correr descalço possa exercer influência positiva sobre o controle de choque mecânico e na ativação muscular do corpo. Além disso, reforça a pesquisadora, “o novo hábito não deve ser feito de forma abrupta; as alterações devem ser graduadas e levando em conta o volume e a intensidade da corrida”, diz.

Para se certificar das respostas desta prática, durante 16 semanas, Ana Paula acompanhou o treino de corredores recreacionais que estavam acostumados a usar tênis, com o intuito de retirada gradual do calçado esportivo. A idade dos participantes (homens e mulheres) era entre 18 e 40 anos, com experiência de corrida de 5 a 6 anos e distância média de atividade na semana de 44 quilômetros.

Da primeira à quarta semana, foi proposto aos corredores que fizessem seus treinos descalços em torno de 5% do percurso. Da quinta à oitava semana, deveriam aumentar para 10%; da nona à décima segunda, 15%. E assim foi progressivamente até chegar aos 20%. Além da distância percorrida (volume), a pesquisadora também considerou outros parâmetros como intensidade (velocidade) e a superfície onde os corredores faziam os treinos, ou seja, se o terreno era gramado, de areia, terra fofa ou asfalto. A indicação foi de que no início do treinamento, da primeira à oitava semana, deveriam correr em superfícies macias; e depois, da nona à décima sexta semana, passariam a mesclar superfícies macias com outras mais duras, como correr em esteiras e no asfalto.

Ao final, considerando todas essas variáveis, Ana Paula observou que após ter ocorrido a adaptação, os corredores que realizaram parte do treino descalços obtiveram importantes benefícios, como alteração na técnica da corrida (flexão de joelho e geometria de pisada), redução média de 20% das forças de impacto e redução de cerca de 60% na ativação muscular. Na prática, “resultou em menos risco de lesões, especialmente no joelho e quadril, e maior desempenho”, diz a pesquisadora. No entanto, houve evidências de que as pessoas que correram descalças, sem adaptação de treino progressivo, sofreram maior risco de lesões em comparação àquelas que realizaram a adaptação progressiva.

Ana Paula comenta uma notícia que saiu na mídia ano passado sobre um soldado do corpo da guarda imperial etíope, Abebe Bikila, que foi convocado de última hora para substituir um atleta da equipe principal de atletismo para as Olimpíadas de Roma. Ele se recusou a usar o tênis recebido do patrocinador pelas bolhas que surgiram em seus pés. No final, mesmo descalço, ganhou medalha de ouro e estabeleceu recorde mundial e olímpico. Segundo a pesquisadora, foi um fato histórico relevante para mostrar que o calçado esportivo é um elemento importante, mas não determinante. “O ser humano é totalmente adaptável e o aparelho locomotor possui estratégias próprias de proteção que, se adequadamente estimuladas, podem ser tão ou mais eficientes que o calçado”, diz.

Como o corpo se comporta correndo descalço

A pesquisadora explica que, durante o exercício físico, o impacto que o corpo sofre é diferente quando se está calçado ou descalço. Com o tênis, o primeiro contato dos pés com o solo é o calcanhar, enquanto que após a adaptação descalça, são as pontas dos pés que tocam o solo primeiro. “Isso altera o padrão de movimento do corpo e influencia o impacto”, diz. Porém, Ana Paula faz um alerta quanto à migração das lesões: ao adotar a estratégia de correr descalço, há uma redução do esforço na articulação do quadril e do joelho, mas, em compensação, os músculos e as estruturas dos tornozelos e dos pés serão bem mais exigidos na atividade, diz.

Segunda a pesquisadora, precisaria de mais estudos a longo prazo para avaliar melhor as vantagens da introdução de treinos descalços nas corridas. Em sua pesquisa, foi possível apenas garantir que correr descalço poderia ser uma estratégia a ser utilizada pelos educadores físicos para melhorar o controle da carga e do choque mecânico durante a corrida. (POR NOTÍCIAS AO MINUTO)

 

 

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Saúde

Iniciada segunda etapa de vacinação contra o sarampo em Afogados da Ingazeira

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No horário noturno, as Unidades de saúde funcionarão das 18h às 20h, para vacinar o público-alvo.

Após a primeira etapa de vacinação contra o sarampo, direcionada às crianças ter ultrapassado as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde, tem início em Afogados da Ingazeira, a segunda etapa com a meta de vacinar 95% dos adultos entre 20 e 29 anos, que não tenham se vacinado ou não estejam com o esquema completo de vacinação contra o sarampo.

A campanha teve início esta semana e segue até o dia 30 de novembro, em todas as unidades de saúde do município, na cidade e também na zona rural. E para reforçar a campanha e garantir o atendimento da meta, a Prefeitura vai abrir à noite algumas unidades de saúde para atender àqueles que não puderem se vacinar durante o dia. Confira os dias e locais de atendimento noturno:

Segunda – Mandacaru II

Terça – Mandacaru I, São Francisco, Borges, Padre Pedro Pereira e Sobreira

Quarta – São Sebastião, São Braz l e ll

O Sarampo é uma doença grave que causa dor, sofrimento, sequelas e pode levar à morte. A única forma segura de combater a doença é tomar a vacina. Vacine-se, cuide de você e dos que você ama!(Por Andre Luis)

 

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