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Mundo

Papa Francisco limita celebração de missas em latim

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O papa Francisco anunciou, nesta sexta-feira (16), uma estrutura mais rígida para a antiga missa em latim, modificando um decreto de 2007 de seu antecessor Bento XVI que, à época, deixou os católicos tradicionalistas muito satisfeitos.
Em uma carta explicativa, o papa afirma que as concessões dadas aos tradicionalistas no passado, visando ao bem da unidade da Igreja, foram usadas de forma abusiva e desvalorizando as reformas do Concílio Vaticano II.
Francisco acredita que foram usadas para “reforçar diferenças, construir oposições”.
“É cada vez mais evidente, em palavras e atitudes de muitas pessoas, que existe uma estreita conexão entre a escolha das celebrações, segundo os livros litúrgicos anteriores ao Concílio Vaticano II, e a rejeição da Igreja e de suas instituições, em nome do que eles consideram a ‘verdadeira Igreja'”, lamenta o Papa, que disse estar “entristecido”.
A liturgia no idioma local adotada pela Igreja Católica em 1970, após o Concílio Vaticano II, é a forma ordinária de celebração da Missa.
Em 2007, porém, o papa Bento XVI emitiu um motu próprio (decreto), autorizando, em grande medida, a celebração da antiga missa em latim, para a satisfação dos católicos tradicionalistas que fizeram do missal de 1962 promulgado por Pio V seu sinal distintivo.
O papa Bento XVI justificou sua decisão com uma preocupação pela “reconciliação” dentro da Igreja católica, 19 anos depois do cisma dos seguidores do monsenhor Marcel Lefebvre, o bispo francês (falecido em 1991) que rejeitou o Concílio Vaticano II.
Em um novo motu próprio dedicado à liturgia romana antes de 1970, o papa especifica que os bispos das dioceses terão, a partir de agora, a competência exclusiva para autorizar as missas dos tradicionalistas, determinando a igreja e os dias de celebração.
O bispo também deve garantir que esses grupos “não excluam a validade e a legitimidade da reforma litúrgica, dos escritos do Concílio Vaticano II e do magistério pontifício”. (Por Diário de Pernambuco)

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Em Nova York, ministro da saúde do Brasil mostra dedo do meio para manifestantes

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Opositores do governo Jair Bolsonaro seguem protestando contra a presença da comitiva brasileira em Nova York, Estados Unidos.

Na noite desta segunda-feira (20), horário local, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, respondeu aos atos com um gesto obsceno.

Em vídeos que circulam nas redes sociais, é possível ver o ministro gesticulando com o dedo do meio, em sinal de repúdio. Queiroga estava dentro de um micro-ônibus que transportava outras autoridades brasileiras.

O protesto ocorreu em frente à residência da Missão Brasileira junto à ONU.

Conforme registrou o Conexão Política, a comitiva do governo federal está nos Estados Unidos para participar da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Por Conexão Politica

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Mundo

Biden diz que não quer nova Guerra Fria, mas dá recados à China em discurso na ONU

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Sem citar especificamente seu principal rival político e econômico, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou em seu discurso na 76ª Assembleia-Geral da ONU, nesta terça-feira (21), que o país não procura uma nova Guerra Fria, mas deu uma série de recados à China.

“Não estamos procurando, vou repetir, não estamos procurando uma nova Guerra Fria, ou um mundo dividido em blocos rígidos”, afirmou o presidente americano.

Antes, porém, ele afirmou que o país defende a liberdade de navegação, em referência às reivindicações chinesas pelo Mar do Sul da China; se posicionou contra ataques cibernéticos, que o país também acusa a China de coordenar; e citou Xinjiang, região de minoria muçulmana onde os EUA acusam a China de genocídio, como um dos pontos de preocupação de violações de direitos humanos.

Biden enfrenta pressão internacional liderada pela França, após anunciar uma coalizão com a Austrália para conter os avanços regionais da China. O acordo significou o fim de uma parceria australiana com a França, o que foi visto pelo governo Macron como uma “punhalada nas costas” feita pelos Estados Unidos e convocou seu embaixador no país.

Com a desconfiança europeia, o presidente usou a fala, seu primeiro discurso em uma Assembleia-Geral como presidente, para reafirmar que o país voltou às discussões mundiais depois que Donald Trump abandonou fóruns multilaterais.

O presidente disse que “hoje, muitas das nossas preocupações não podem ser resolvidas com a força das armas”, citando a Covid-19. “Estamos de volta à mesa nos fóruns internacionais, especialmente nas Nações Unidas, para focar em ações globais e desafios comuns”, disse.

Biden focou seu discurso na necessidade de países trabalharem juntos para enfrentar a pandemia da Covid-19 e as mudanças climáticas.

Apesar do presidente da sessão, o chanceler das Maldivas, Abdulla Shahid, pedir que os líderes limitassem suas falas a 15 minutos, Biden falou por por mais de 30 minutos, e foi aplaudido ao final, ao fazer um apelo por uma ação conjunta. “Nós amos escolher construir um futuro melhor. Nós, vocês e eu”, disse.

(Fonte Folha PE)

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Usando máscara, Bolsonaro chega à sede da ONU, onde fará discurso de abertura

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chegou há pouco à sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York, acompanhado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, do filho Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e de outros membros de sua comitiva.

Todos usavam máscaras de proteção contra o coronavírus -uma das exigências para o evento que reúne nesta terça-feira (21) as principais lideranças mundiais.

Uma hora antes do início da Assembleia, o clima era tranquilo nas ruas perto da sede da ONU, em Nova York. Policiais montaram barreiras nas ruas próximas, e não havia manifestantes perto das principais entradas.

Bolsonaro abre a 76ª sessão da Assembleia-Geral, com um discurso que tem o desafio de conciliar a tentativa de melhora da imagem do país, especialmente nos quesitos pandemia e meio ambiente, ao mesmo tempo em que tenta atender a apelos das alas mais moderadas da diplomacia brasileira sem deixar de acenar a sua base ideológica.

Por:Brasil ao Minuto

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