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Saúde

Para emagrecer coloque feijão branco no prato

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Os efeitos foram comprovados por um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos

feijão é presença certa no prato da maioria dos portugueses. O que pouca gente sabe é que um dos seus tipos, o branco, é um poderoso aliado do emagrecimento e da saúde.

Os efeitos foram comprovados por um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. O grupo analisado incluiu 50 adultos obesos que ingeriam uma dieta saudável. Metade dos voluntários consumiu farinha do feijão antes das refeições, os demais receberam farinha sem qualquer efeito.

Após oito semanas, aqueles que consumiram a verdadeira farinha emagreceram, em média, 1,7 quilos e estavam com o nível de triglicéridos três vezes menor que os outros participantes.

Essa redução poderá representar um emagrecimento de até 4% do peso em apenas 30 dias, ideal para quem pretende perder peso rapidamente. 

Outro ponto positivo do feijão é que é um alimento rico em proteínas. Regra geral, 30% da sua composição vêm desse nutriente. Por isso, a versão cozida do alimento também faz bem, além de ser uma excelente fonte de cálcio, ferro, potássio, magnésio, vitaminas E e K, folato e fibras.

Consuma apenas uma grama por dia, cerca de uma colher de chá antes de cada refeição. Experimente!

Por Notícias ao Minuto

Saúde

ANS suspende temporariamente a venda de 56 planos de saúde

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspendeu temporariamente a venda de 56 planos de saúde de 12 operadoras, em todo o país, devido a reclamações feitas pelos consumidores no terceiro trimestre deste ano. A proibição da venda começa a valer a partir de 9 de dezembro.

A medida, divulgada hoje (5), faz parte do Monitoramento da Garantia de Atendimento da agência, que acompanha o desempenho do setor.

Além das suspensões, a ANS informou também que liberou a comercialização de 15 planos de saúde de sete operadoras. Eles haviam sido impedidos de serem vendidos anteriormente, mas melhoraram os resultados e, com isso, poderão voltar a ser vendidos para novos clientes a partir da próxima segunda-feira (9), desde que não estejam com a comercialização interrompida por outros motivos. (Por Agência Brasil)

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Saúde

Sofre de enxaqueca? Conheça os principais tratamentos

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Além dos medicamentos e toxina botulínica, hoje é possível tratar o problema até com cirurgia, que é pouco invasiva e tem o objetivo de descomprimir e liberar os ramos dos nervos trigêmeo e occipital, envolvidos nos pontos de dor

Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que a enxaqueca atinge cerca de 324 milhões de pessoas no mundo, sendo que no Brasil, 15% da população é afetada pelo problema. Além dos números com relação ao acometimento da condição, quem convive com enxaqueca não costuma ter uma vida fácil: as crises podem durar até 72 horas, causando dor intensa, náuseas, vômitos e sensibilidade à luz ou ao som.

“Por muito tempo não houve tratamentos definitivos para a enxaqueca, sendo que os medicamentos para controle da dor já instaurada e os profiláticos, para prevenção, eram as melhores alternativas para pacientes diagnosticados com Migrânea. Atualmente, entretanto, existem novas opções de tratamentos que aumentam as chances de uma cura para enxaqueca, incluindo a toxina botulínica e a cirurgia da enxaqueca”, afirma o cirurgião plástico Dr. Paolo Rubez, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e especialista em Cirurgia de Enxaqueca pela Case Western University.

Segundo o médico, o primeiro passo para identificar qual o tratamento mais adequado para o caso é procurar um neurologista que faça o diagnóstico correto do tipo de cefaléia de acordo com o relato do paciente e exames que possam ser solicitados. “Posteriormente, o médico poderá indicar qual o tratamento mais indicado para o caso, considerando chances de sucesso e riscos associados de acordo com o quadro clínico do paciente”, diz o médico. Conheça quatro tipos de tratamento para enxaqueca que podem ser sugeridos pelo médico responsável:

Medicamentoso – Uma das formas mais recorrentes de tratar a cefaleia é com medicamentos. No caso de crises de enxaqueca já instauradas costumam ser usados analgésicos simples e anti-inflamatórios e com valor bastante acessível, no entanto, eles devem ser prescritos por um médico, visto que a automedicação pode ser um agravante do quadro. Entre os medicamentos profiláticos estão opções como antidepressivos, antipsicóticos e betabloqueadores que também devem ser prescritos pelo médico de acordo com a recorrência das crises, causa da cefaléia e quadro clínico geral do paciente.

Alternativo – Mais pacientes têm procurado a acupuntura como uma opção de tratamento baseada nas técnicas da medicina tradicional chinesa. O resultado pode ser positivo por estimular e tirar a tensão de diferentes pontos que contribuem para aumentar o relaxamento. Essa opção, entretanto, deve ser conduzida em conjunto com outros tratamentos prescritos pelo médico.

Toxina botulínica – Desde 2011, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), autorizou o uso de toxina botulínica A como alternativa preventiva para as crises da enxaqueca crônica. “A substância, já usada nos tratamentos faciais de rugas, promove a paralisia temporária dos músculos, evitando a transmissão da dor para o sistema nervoso central e reduzindo as ocorrências de crises”, diz o Dr. Paolo, que também realiza a técnica. A aplicação da substância deve ser realizada a cada três meses para que os efeitos continuem, pois o organismo absorve a substância, eliminando os efeitos dela após esse período.

Cirurgia para enxaqueca – O único tratamento definitivo para a enxaqueca consiste na cirurgia para enxaqueca desenvolvida a partir do ano de 2000 pelo médico norte-americano Bahman Guyuron. “Verificou-se que a Migrânea pode ser causada pela compressão que determinados nervos sofrem ao longo de seus trajetos, sendo que o objetivo da cirurgia é descomprimir e liberar os ramos destes nervos que, ao serem irritados pelas estruturas adjacentes, liberam neurotransmissores que provocam dor e geram as crises. Assim, com a cirurgia é possível combater a enxaqueca que tem origem em quatro pontos principais da cabeça, sendo que para cada tipo de dor, considerando sua origem, existem técnicas específicas”, diz o médico. Após realizada a cirurgia de enxaqueca, as chances de o paciente voltar a ter as crises são muito menores, sendo que esse método pode ser considerado como o definitivo. “A cirurgia para enxaqueca pode ser feita em qualquer paciente que tenha diagnóstico de Migrânea (Enxaqueca) feito por um neurologista, e que sofra com duas ou mais crises severas de dor por mês que não consigam ser controladas por medicações; ou em pacientes que sofram com efeitos colaterais das medicações para dor ou que tenham intolerância a estas medicações; ou ainda em pacientes que desejam realizar o procedimento devido ao grande comprometimento que as dores causam em sua vida pessoal e profissional”, argumenta o médico. O Dr. Paolo Rubez enfatiza que as cirurgias são realizadas em ambiente hospitalar e sob anestesia geral e em alguns casos sob anestesia local. “A duração da cirurgia, para cada nervo, é de cerca de uma a duas horas, e o paciente tem alta no mesmo dia, ou no dia seguinte, para casa”, finaliza.

Por Notícias ao Minuto Brasil

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Saúde

Anvisa autoriza fabricação e venda de medicamentos à base de Cannabis

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou regulamento para a fabricação, importação e comercialização de medicamentos derivados da Cannabis. Norma será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias e entrará em vigor 90 dias após a publicação.

A decisão foi tomada por unanimidade pela diretoria colegiada da agência reguladora. O parecer apresentado em reunião ordinária pública nesta terça-feira (3), em Brasília, está disponível na internet.

O medicamento só poderá ser comprado mediante prescrição médica. A comercialização ocorrerá exclusivamente em farmácias e drogarias sem manipulação. Conforme nota da Anvisa, “os folhetos informativos dos produtos à base de Cannabis deverão conter frases de advertência, tais como ‘O uso deste produto pode causar dependência física ou psíquica’ ou ‘Este produto é de uso individual, é proibido passá-lo para outra pessoa’”.

“Essa é uma excelente notícia, um avanço. Torna mais democrática a possibilidade de prescrição”, assinala o neurologista Daniel Campi, vice coordenador do Departamento de Dor da Academia Brasileira de Neurologia (ABN). Segundo ele, pacientes que conseguiam autorização de uso do medicamento estavam gastando mais de R$ 2,5 mil por mês.

Visão crítica

O especialista, no entanto, pondera que “é preciso ter visão mais crítica” sobre as potencialidades do medicamento. Segundo ele, “há um gap” entre a demanda pelo medicamento “para a melhora da qualidade de vida” e o conhecimento sobre em quais pacientes e circunstâncias produtos a base de Cannabis terão efeito.

“É como dizer que há um lugar fantástico na Floresta Amazônica, mas não dizer onde fica exatamente”, compara Daniel Campi ao defender que as universidades e centros de pesquisas deverão investigar mais os efeitos dos medicamentos.

Ele calcula que 70% da demanda antes da regulamentação da Cannabis para uso medicinal era para alivio de dor crônica (lombar e de cabeça). Também havia grande procura para casos de ansiedade e dificuldades de sono. A ABN prepara nota científica sobre fármacos à base de Cannabis.

A Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace) contabiliza centenas de pessoas que tiveram acesso ao medicamento para casos de epilepsia, autismo, mal de Alzheimer, mal de Parkinson e neuropatias. A entidade divulga nomes e contatos de mais de 150 médicos que já prescrevem medicamentos à base de Cannabis.

Projeto de Lei

A possibilidade de liberação da comercialização de produtos com Cannabis mereceu ao longo deste ano atenção constante do ministro da Cidadania, Osmar Terra, que é médico especializado em saúde perinatal e desenvolvimento do bebê, e faz restrições ao uso indiscriminado.

Na semana passada, em audiência pública na Câmara dos Deputados, Terra assinalou que “uma coisa é usar o canabidiol (…). Se ele faz efeito, tem que ter garantia do Ministério da Saúde para ser oferecido gratuitamente à população mais pobre com indicação médica, que realmente precisa. Agora, usar a desculpa do canabidiol para propor que se use a maconha livremente, nós não podemos deixar passar”.

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 399/2015 que faculta a comercialização de medicamentos que contenham extratos, substratos ou partes da planta Cannabis sativa em sua formulação. Em seu perfil no Twitter, Osmar Terra declarou haver lobby empresarial em favor da liberação de medicamentos derivados da Cannabis. Ele também declarou ser contrário à regulação do plantio da Cannabis, já vetado hoje pela na Anvisa. O Conselho Federal de Medicina publicou nota em favor do posicionamento do ministro.

Para o clínico-geral Leonardo Borges, do Hospital das Clínicas e do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, “a possibilidade de uso recreacional existe em outros medicamentos como os fármacos de sildenafil, previstos para homens com disfunção erétil, mas consumidos por homens sem problema nenhum”. O médico, que já prescreveu medicamento a base de Cannabis, assinala que a decisão da Anvisa foi tomada “após grande revisão da literatura sobre o medicamento”. (Por Gilberto Costa)

 

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