Três em cada dez pernambucanos garantem que não votariam em João Campos (PSB) de jeito nenhum se as eleições fossem hoje.
A rejeição ao ex-prefeito do Recife atinge 30,1% dos votos válidos na pesquisa do Instituto Veritá, contra 15,2% registrados pela governadora Raquel Lyra (PSD), diferença de 10 pontos percentuais.
O dado mede o teto prático de crescimento de uma candidatura. Eleitores que declaram veto dificilmente mudam de posição entre a pesquisa e a urna.
Os dados da Veritá Eleições mostram que a rejeição a João Campos é mais concentrada entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos (42,4%), seguido por quem recebe acima de 5 salários (38%). Entre os grupos religiosos, os evangélicos lideram a rejeição, com 44,4%, além de eleitores de outras religiões (34%).
João também enfrenta resistência maior entre os homens (33,8%), entre pessoas com ensino superior completo ou incompleto (30,1%) e entre eleitores que se declaram brancos (35,2%) e pardos (31,7%).
Já Raquel crava índices de rejeição menores na maior parte dos segmentos, mas enfrenta maior resistência em grupos específicos.
Por Conexão Política