Os estudantes interessados em ingressar no Ensino Superior têm até hoje para realizar suas inscrições no Sisu+, uma extensão do Sisu 2026. Para participar, é necessário ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos e ter se inscrito na etapa regular do Sisu deste ano.
Nesta edição do Sisu+, 34 instituições, incluindo universidades e institutos federais, fazem parte do processo seletivo. Os candidatos podem se inscrever através do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, onde é possível escolher até dois cursos, independentemente das opções feitas em janeiro. Durante o período de inscrição, alterações nas informações socioeconômicas e nas modalidades de concorrência podem ser realizadas.
O procedimento de inscrição começa com o acesso ao portal, seguido do login na plataforma com a conta Gov.br. O próximo passo é o preenchimento dos dados cadastrais, incluindo informações de contato e nome social. Em sequência, o candidato deve completar um questionário sobre sua situação socioeconômica, o que permitirá ao MEC identificar as modalidades de cotas disponíveis para cada estudante.
Após escolher a instituição e o curso desejados, o sistema utilizará a maior nota obtida no Enem 2023 para classificar os candidatos. Além disso, as notas de corte para as vagas já estão disponíveis nas plataformas Sisu Aluno e Sisu Vagas, permitindo que os interessados consultem as informações necessárias.
As inscrições para o Sisu+ se encerram hoje, com o período de matrícula para os selecionados na chamada regular começando no dia 25 de junho. A matrícula dos convocados da lista de espera terá início em 1º de julho. O Sisu, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), busca democratizar o acesso ao Ensino Superior em instituições públicas que participam do processo.
O Sisu+ não representa um novo processo seletivo, mas uma extensão do Sisu 2026, projetada para aperfeiçoar a seleção de candidatos. A iniciativa visa atender cursos que frequentemente apresentam alta rotatividade, onde os estudantes podem desistir da vaga ou mudar de área. Com isso, o MEC espera otimizar o preenchimento de vagas, evitando que fiquem ociosas nas universidades públicas.