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Eleições

Só mulheres estão na disputa pela Prefeitura de Frei Miguelinho

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Com pouco mais de 15 mil habitantes, Frei Miguelinho é um município do Agreste pernambucano e um dos poucos do Brasil a ter, nas eleições de 2020, todas as candidaturas à Prefeitura composta por mulheres. O episódio histórico acontece após o ex-prefeito Lula da Capivara (Podemos), que também concorria por chapa majoritária, ter candidatura indeferida pela justiça eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, o que motivou o candidato a indicar a filha para substituí-lo. Outras duas postulantes também disputam a prefeitura. As informações são do Diário de Pernambuco.

Em um cenário acirrado, Lula da Capivara teve candidatura impugnada pelo Ministério Público Eleitoral por motivos de irregularidades nas contas públicas no período de sua gestão. O ex-prefeito indicou a própria filha Luiza Karla (Podemos) para disputar a cadeira do poder executivo do município. Em entrevista ao Diário de Pernambuco, a candidata afirma estar honrada em participar de um momento histórico na cidade, que, para ela, é fruto de um reconhecimento ”que a mulher vem recebendo, originado de muita luta e trabalho”, afirma Luiza Karla. Estreando na disputa pela prefeitura do município, ela conta estar orgulhosa em poder contribuir com a cena política de Frei Miguelinho. “Isso muito me orgulha e muito me honra poder representar a minha querida cidade”.

Primeira mulher a ser nomeada prefeita da cidade e atual candidata à reeleição, Adriana Assunção (PSB) conta que é a primeira vez que a cidade presencia três mulheres concorrendo a uma vaga na prefeitura. Episódio que ela julga necessário e que deve ser apoiado para estimular a participação de mais mulheres. “Isso mostra a nossa força feminina, nossa garra e empoderamento”, conta.

Partilhando do mesmo posicionamento, a candidata Tatiana Moura (PSL) aponta que, apesar de alguns avanços que as mulheres conquistaram ao longo da história o cenário atual encontra-se longe do adequado. “Alguns avanços já foram conquistados pela mulher, como o direito ao voto, o direito de poder se candidatar, mas o debate sobre a representatividade encontra-se muito distante do desejado.”, diz. Remetendo-se à cidade do interior pernambucano, ela completa: “Por isso as eleições deste ano em Frei Miguelinho reafirmam a importância de que mulheres devem estar cada vez mais presentes no campo político”. (Do Blog do Magno)

 

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Eleições

Artilharia do PSB contra PT faz Humberto Costa reagir: “Desespero”

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O primeiro debate do 2º turno estava no ar, quando o telefone da deputada federal Marília Arraes tocou. Era Fernando Haddad do outro lado da linha. A petista avisou que não poderia falar naquele momento. Retornou assim que possível e uma das coisas que Haddad tinha para levar à pauta era a abordagem que a campanha do prefeiturável João Campos tem dado ao PT. Haddad, então na condição de presidenciável, lembrou que veio a Pernambuco gravar vídeo ao lado de Paulo Câmara, em 2018, e que leu carta do ex-presidente Lula em apoio ao socialista. Na carta, Lula, que encontrava-se preso em Curitiba, recordava a importância da parceria PT/PSB para o desenvolvimento de Pernambuco. Haddad estranhou, agora, que socialistas ataquem o PT nacional.

O movimento também levou o senador Humberto Costa, integrante da ala do PT que defendia manutenção de uma aliança com o PSB no Recife, a reagir. O senador tachou a estratégia do PSB de “profundamente equivocada” e “sem efeito”. Humberto observa: “Acho que a cidade está esperando um debate de propostas administrativas”. E argumenta: “Esse nível de colocação do antipetismo é coisa que vai se voltar contra o PSB”. Humberto sublinha: “Primeiro, porque o PSB fez parte dos governos do PT em nível nacional, na Prefeitura do Recife…”. Na análise dele, isso “reflete um tipo de desespero político que não deve existir”.

Em entrevista à Rádio Folha, Marília disse que falou com o senador apenas no dia da eleição e, sobre nota emitida por ele em relação aos lambe lambes nos muros da cidade, assinalou: “Ele tem que ser solidário. Isso é agressão a todos, não somente ao PT”. A petista, então, repisou algo que já havia dito no debate da Rádio Jornal: “Não vale tudo pelo poder, não”.

No debate promovido pela TV Clube, João Campos intensificou o discurso anti-PT. Voltou a 1985 para relatar que o partido foi à frente do Palácio das Princesas “chamar Arraes de caduco, Pinochet de Pernambuco”. Afirmou ainda que não era possível contar em duas mãos o número de presos do PT. Qual o limite dessa tática anti-PT? Essa é uma interrogação que ronda os próprios socialistas. “É preciso calibrar isso em função da história recente”, observa um correligionário de João. E traduz: “Votamos em Haddad”. Em outras palavras, a depender da dosagem, isso pode acabar vitimizando a adversária.  (Da Folha PE)

 

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Eleições

João Campos: “Marília tem experiência em fazer nada”

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Candidato a prefeito do Recife apresentou suas propostas para o Recife em áreas como a cultura, o turismo e a geração de emprego e renda

Candidato a prefeito pela Frente Popular do Recife, o deputado federal João Campos (PSB) participou, nesta quinta-feira (19), de debate realizado pela TV Clube/Record. Na ocasião, ele apresentou suas propostas para a cidade em áreas como a cultura, o turismo e a geração de emprego e renda, mas também aproveitou a oportunidade para questionar a candidata adversária sobre quais projetos ou ações ela leva como experiência para a campanha à prefeitura.

“A candidata foi vereadora por 10 anos, tem 2 anos como deputada federal, mas não tem nada para mostrar em termos de projetos que ajudaram ou beneficiaram a vida das pessoas. Quem conhece o seu mandato, quem acompanhou de perto, como eu pude ver em Brasília, sabe que ela não foi atuante, que não esteve em grandes debates sobre a educação, na Comissão de Constituição e Justiça, a gente vê pouca produtividade”, afirmou, ao lembrar que a prefeiturável faltou a 80 sessões em comissões e 32 sessões plenárias que incluíam votações importantes, como a do Marco Legal do Saneamento, pacote Anticrime e carteira de trabalho verde e amarela.

“Um conceito sobre experiência: é importante saber o que você faz com a experiência, o que você produziu com ela. Marília tem a experiência em fazer nada. Ela se incomoda quando a gente fala do mandato porque não tem o que mostrar. Não apresentou um projeto de educação em 10 anos de mandato. Educação deve ser a área importante de qualquer mandato porque só a educação transforma e corrige efetivamente a desigualdade social”, ressaltou.

Em contraponto, João Campos rememorou a sua atuação enquanto um dos coordenadores da Comex (a Comissão que fiscaliza as ações do MEC). Na função, ele coordenou uma série de 7 webinários para propor ações de enfrentamento à pandemia da Covi-19 em relação à educação, fez 2 relatórios com panorama geral das políticas educacionais adotadas até meados de julho e 6 reuniões técnicas (remotas) com o Ministério da Educação e com o Conselho Nacional de Educação, além de ser um dos autores de projetos relevantes, como o que reivindicava a revogação dos novos membros do Conselho Nacional da Educação.

Mas o parlamentar também aproveitou para reforçar a apresentação de suas propostas para a educação do Recife, como a duplicação do número de vagas em creches e a alfabetização na idade certa e, ainda, a qualificação de jovens através do Embarque Digital. Inclusive sobre projetos para a geração de emprego e renda, o prefeiturável falou sobre o Desenvolve Recife, Invest in Recife e o Crédito Popular do Recife, que será o maior entre as capitais brasileiras.

Por fim, quando questionado sobre a cultura e o turismo, João salientou a necessidade de ampliar o diálogo com a classe artística através do Chama Cultura, citou programas estruturadores, a exemplo do Arrecifes Culturais, e se comprometeu a fortalecer o Sistema de Incentivo à Cultura (SIC). Para o turismo, João defende a relação de parceria com o trade turístico para ir além dos limites da cidade, buscando parcerias com quem aquece o segmento em municípios como Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, a construção de uma unidade regional na atração do turista, iniciativas mais ousadas para melhorar a atratividade de equipamentos como a orla de Boa Viagem e o Geraldão, uma gestão integrada e específica do Bairro do Recife e o reforço no turismo regional.

 

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Eleições

No Recife, Marília Arraes tem41%; João Campos 34%, diz Datafolha

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O Datafolha divulgou, nesta quinta-feira (19), o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição para prefeito do Recife. O levantamento foi realizado nos dias 17 e 18 de novembro e tem margem de erro de 3 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

Marília Arraes (PT): 41%
João Campos (PSB): 34%
Em branco/nulo: 21%
Não sabe/não respondeu: 3%

Votos válidos

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

Marília Arraes (PT): 55%
João Campos (PSB): 45%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto. Fonte: G1

 

 

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