Por anos, Messi e Cristiano Ronaldo foram os rostos que venderam o futebol espanhol ao mundo. Clássicos, recordes quebrados, gols improváveis na LaLiga. Mas, na visão do presidente Javier Tebas, o segredo verdadeiro da força do campeonato nunca esteve apenas nos pés dos ídolos.
Segundo Tebas, o “motor do futebol” é outro: o sentido de pertencimento.
Para Tebas, Messi e Cristiano dividiram o mundo por mais de uma década, mas o Barcelona e o Real Madrid seguem gigantes, assim como Athletic, Atlético, Betis, Sevilla e tantos outros que carregam milhões de fiéis ao redor do planeta. Os dois atletas foram para outros continentes em 2023.
“A lealdade do torcedor mantém o interesse global, mesmo sem Messi ou Cristiano. A LALIGA segue sendo um produto forte graças à qualidade de produção e narração”, afirmou.
Além disso, ele disse que a competitividade real é quando os grandes não ganham com facilidade, não ao criar artificialmente igualdade.
“Exemplos: o Madrid perdendo pontos em campos difíceis; Girona e Real Sociedad disputando na parte de cima. Outras ligas também têm dominadores claros, como o Manchester City, com seis Premier Leagues seguidas”, afirmou.