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Saúde

Protetor solar também ajuda a manter a saúde dos vasos sanguíneos

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Ao reduzir a influência da radiação ultravioleta sobre o óxido nítrico, o uso do filtro solar diariamente ainda é mais importante para aqueles que passam muito tempo trabalhando, se exercitando ou participando de outras atividades ao ar livre, para proteger a função vascular

Apesar das displicências no uso diário, é sabido que o filtro solar protege a pele contra as queimaduras solares, o envelhecimento precoce e também reduz o risco do câncer de pele. Mas um estudo publicado no final de 2018 vai além e garante que o produto pode proteger também os vasos sanguíneos, ajudando a resguardar suas funções.

Estudos anteriores já mostraram que a radiação ultravioleta influencia o comportamento dos vasos sanguíneos da pele. Especificamente, ela reduz o nível de vasodilatação mediado pelo óxido nítrico (NO). Entre outros papéis, o óxido nítrico funciona como um vasodilatador, o que significa que desencadeia relaxamento nos músculos lisos ao redor dos vasos sanguíneos, aumentando assim o fluxo sanguíneo”, afirma a cirurgiã vascular e angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular e do American College of LifeStyle Medicine.

“Mas a influência do óxido nítrico pode chegar mais longe do que na pele, uma vez que a vasodilatação pode ter efeito geral até sobre a pressão arterial”, acrescenta a médica.

De acordo com a angiologista, a vasodilatação na pele desempenha um papel vital ao permitir que o corpo mantenha sua temperatura e responda ao estresse pelo calor. “Se o corpo está superaquecendo, o óxido nítrico entra em cena, produz vasodilatação na pele, o que aumenta o fluxo sanguíneo e, portanto, a perda de calor através da pele”, explica. Segundo o estudo, praticamente todo tipo de célula da pele é capaz de produzir óxido nítrico, mas um produto químico chamado 5-metiltetra-hidrofolato (5-MTHF) é essencial para esse processo. E os especialistas do estudo acreditam que a radiação ultravioleta do sol reduz os níveis de 5-MTHF disponíveis na pele, limitando a vasodilatação. “E como escrevem os autores do estudo, a vasodilatação associada ao óxido nítrico é um marcador da saúde vascular da pele”.

Sabendo desses efeitos, os pesquisadores do Pennsylvania State University investigaram como o uso de filtro solar pode influenciar a relação entre radiação ultravioleta e vasodilatação. Os participantes do estudo tiveram os braços expostos à radiação ultravioleta, enquanto o outro braço serviu como controle. A exposição aos raios ultravioleta foi equivalente a passar cerca de 1 hora fora em um dia ensolarado. Cada participante foi submetido a três testes em paralelo no braço exposto: radiação diretamente na pele, radiação na pele com protetor solar e radiação na pele com suor.

O estudo demonstrou que radiação ultravioleta impediu o óxido nítrico de desencadear o relaxamento dos músculos nos vasos sanguíneos, reduzindo assim a capacidade do corpo de se resfriar. “Por outro lado, as áreas de filtro solar não mostraram redução na vasodilatação associada ao óxido nítrico”, completa a médica. “Para aqueles que passam muito tempo trabalhando, se exercitando ou participando de outras atividades ao ar livre, o uso de filtro solar pode proteger não apenas o câncer de pele, mas também a redução da função vascular da pele”, diz a médica. “Independentemente de outros estudos replicarem suas descobertas, o uso de filtro solar orientado pelo dermatologista de acordo com seu tipo de pele ainda é fundamental”, finaliza a médica. (POR NOTÍCIAS AO MINUTO)

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Saúde

Vacina chinesa contra o coronavírus não deu efeito colateral em 94,7% dos voluntários, diz estudo

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Cinco milhões de doses podem chegar já em Novembro.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que 94,7% dos mais de 50 mil voluntários que participam de teste na China não apresentaram efeito adverso à Coronavac, vacina contra o coronavírus desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceira com o Instituto Butantan. O dado faz parte de um estudo divulgado em entrevista coletiva nesta quarta-feira (23).

“Esses resultados comprovam que a Coronavac tem um excelente perfil de segurança e comprova também a manifestação feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), indicando a Coronavac como uma das 8 mais promissoras vacinas em desenvolvimento no seu estágio final em todo o mundo”, disse Doria.

A pesquisa testou a segurança da vacina em 50.027 voluntários na China. De acordo com os dados divulgados pela gestão estadual, só foram percebidos efeitos adversos de grau baixo em 5,36% dos participantes. As reações mais frequentes foram dores leves no local da aplicação (3,08%), fadiga (1,53%) e febre moderada (0,21%). Os números foram divulgados em coletiva de imprensa.

“Os resultados dos estudos clínicos realizados na China mostraram baixo índice de efeitos adversos e de baixa gravidade. Efeitos adversos de baixa gravidade são comuns em vacinas amplamente utilizadas. A vacina da gripe, por exemplo, produzida pelo Instituto Butantan, apresenta efeitos pouco nocivos como dor no local da aplicação, e não mais do que 10% dos que são vacinados apresentam reação dessa natureza”, disse o governador.

Crianças e idosos começaram a receber doses da vacina em setembro na China, mas o país só realiza testes das fases 1 e 2. Segundo o estudo, até o momento foram vacinadas 422 pessoas maiores de 60 anos no país. Também foram vacinados 552 voluntários com idade entre 3 e 17 anos.

No Brasil, que está na fase 3 de testes da CoronaVac, dos 9 mil profissionais de saúde voluntários, 5.584 já receberam a dose até o último dia 21. Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, afirma que os testes devem ser ampliados para 13 mil voluntários no país. A expansão, segundo o diretor, já foi aprovada pela Anvisa. Deverão ser incluídos nesses testes grupos considerados de risco, como idosos e crianças.

Nesta quarta-feira (23), o representante do laboratório Sinovac na América do Sul, Xing Han, participou da entrevista coletiva, acompanhado de um tradutor, e disse que daqui “um ou dois meses” os resultados finais da fase 3 devem ser divulgados. Fonte: G1

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Saúde

Covid-19: estudo com 50 mil pessoas aponta segurança da vacina chinesa

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A CoronaVac está na fase 3 de testes em humanos, que vai avaliar agora a a eficácia.

governador de São Paulo, João Doria, disse hoje (23), em entrevista coletiva, que a CoronaVac, vacina que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, vem demonstrando segurança na fase de testes em humanos. Isso significa que a vacina não provoca efeitos colaterais graves.

A CoronaVac está na fase 3 de testes em humanos, que vai avaliar agora a a eficácia, ou seja, se ela produz anticorpos em quantidade suficiente contra o vírus.

Estudo feito na China com 50.027 voluntários chineses, entre eles, funcionários da própria Sinovac, demonstrou que

5,36% das pessoas vacinadas apresentaram efeitos colaterais, todos sem gravidade: dor no local da aplicação (caso constatado em 3,08% dos voluntários), fadiga (1,53%) e febre leve (0,21%). Efeitos um pouco mais graves foram observados em 0,03% dos voluntários, tais como perda de apetite, dor de cabeça, fadiga e febre.

“Estudos clínicos comprovam a segurança da CoronaVac. Cerca de 94,7% dos mais de 50 mil voluntários testados na China não apresentaram nenhum sintoma adverso em relação à CoronaVac. Os resultados na China mostraram baixo índice, de apenas 5,3%, de efeitos adversos e de baixa gravidade. A maioria destes casos apresentou apenas dor no local da aplicação da vacina. Efeitos adversos de baixa gravidade são comuns em vacinas”, falou Doria.

Entre os que foram vacinados com a CoronaVac está o representante da Sinovac, Xing Han, que está atualmente em São Paulo. Em entrevista hoje (23) ao lado do governador João Doria, Han disse ter tomado as duas doses da vacina, sem ter sentido qualquer efeito colateral. “Os testes da fase 3 (em humanos) estão indo muito bem. Estamos confiantes na CoronaVac tanto em sua segurança quanto em sua eficiência. Ela será bem testada e, daqui a um ou dois meses, já deve sair o resultado da fase 3”, disse Han.

“A segurança e eficácia são dois dos principais fatores para comprovar se uma vacina está pronta para uso emergencial na população. Estamos muito otimistas com os resultados que a CoronaVac apresentou até o momento. Isso mostra que o Butantan e a Sinovac estão no caminho certo para a produção de um imunizante contra o coronavírus”, disse Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.

A vacina CoronaVac está sendo testada no Brasil desde julho, na fase 3, que estuda a eficácia do imunizante. A vacina está sendo aplicada em duas doses. Segundo Doria, mais de 5,6 mil voluntários de seis estados brasileiros, de um total de nove mil, já receberam a primeira dose da vacina; alguns deles já receberam até mesmo a segunda dose. Todos esses voluntários são profissionais de saúde.

Nenhum deles, segundo o governo paulista, apresentou reações graves à vacina.

Esse número de voluntários no Brasil vai crescer, segundo Dimas Covas. Após aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Instituto Butantan se prepara para ampliar a quantidade de voluntários da vacina no país, que passará a ser de 13 mil pessoas.

Caso os testes comprovem a eficácia da vacina, ela precisará de uma aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de ser disponibilizada para vacinação no Brasil.

Os resultados sobre a eficácia da vacina, no Brasil, devem começar a aparecer a partir da segunda quinzena de outubro, segundo Dimas Covas. Se esse cronograma se mantiver, a vacina se mostrar eficaz e houver a aprovação da Anvisa, a expectativa é de que a vacina esteja liberada para vacinação a partir de dezembro.

Na China já foram iniciados testes da vacina em crianças e idosos. Entre as pessoas com mais de 60 anos, a vacina foi aplicada em 422 voluntários e os resultados apontaram 97% de eficácia. Os estudos em crianças têm 552 voluntários de 3 a 17 anos.

A partir de hoje, a vacina passará a ser testada, em sua fase 3, também em voluntários da Turquia.

Em outubro, o governo de São Paulo vai receber 5 milhões de doses da vacina já fabricadas pela Sinovac. Até dezembro, o estado receberá 46 milhões de doses, sendo seis milhões delas prontas para aplicação e 40 milhões que necessitarão ser formuladas e envasadas pelo Instituto Butantan. Por contrato, outras 55 milhões de doses devem ser disponibilizadas pela farmacêutica chinesa ao governo paulista até maio de 2021, sendo que 15 milhões delas serão entregues até fevereiro.

O acordo da Sinovac com o Instituto Butantan prevê a transferência de tecnologia, ou seja, o instituto vai passar também a produzir doses dessa vacina no Brasil. Para isso, o Butantan vai dar início, em outubro, a obras para ampliação de sua fábrica, que terá capacidade de produzir 100 milhões de doses por ano da CoronaVac.

O governo paulista espera que o Ministério da Saúde adquira

outras doses dessa vacina para distribuição no restante do país. Para isso, o governo de São Paulo requisitou R$ 1,9 bilhão ao Ministério da Saúde para a compra de doses e também ajuda para a ampliação da fábrica do Butantan, o que aumentaria a quantidade de doses da vacina produzida pelo instituto.

Hoje (23), em reunião no Ministério da Saúde, o secretário da Saúde de São Paulo, Jean Gorichteyn, conseguiu obter uma liberação inicial no valor de R$ 80 milhões, o que, segundo Doria, será utilizado integralmente na ampliação da fábrica do Butantan.

Com informação: Agência Brasil

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Saúde

Servidor público já pode mandar atestado médico pelo celular

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O aplicativo Sigepe Mobile, sistema de gestão de servidores ativos e inativos do Governo Federal desenvolvido pelo Serpro, agora também poderá ser utilizado para envio de atestados médicos de forma prática, ágil e sem necessidade de deslocamento. A nova funcionalidade foi lançada nesta segunda-feira (21) e irá beneficiar, neste primeiro momento, mais de 21 mil servidores das unidades de saúde do Ministério da Saúde em Brasília, da Universidade de Brasília (UnB) e do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). Em breve, a novidade também estará disponível para os demais servidores públicos federais.

De acordo com o Ministério da Economia, em 2019, houve 361,5 mil afastamentos para tratamento de saúde de mais de 135,9 mil agentes públicos. Com a nova funcionalidade, a estimativa de economia indireta à União é de aproximadamente R$ 27 milhões por ano. “Para o servidor público, a solução representa uma grande facilidade e economia, pois ele não precisará se deslocar até a unidade de saúde para entrega do atestado médico. Além disso, temos outro benefício associado que é a otimização da força de trabalho nas Unidades de Saúde, considerando os atestados que serão aceitos automaticamente e que não dependerão de intervenção manual para receber, digitalizar e cadastrar o atestado no sistema”, destacou o gerente do domínio de Gestão e Desempenho de Pessoal do Serpro, Leon Wlasenko.

 O chefe de divisão da Superintendência de Digitalização de Governo do Serpro, Rivaldo Zambianco, destaca outros benefícios da nova funcionalidade. “Além de economia, a nova solução traz segurança para as unidades de saúde que recebem, além dos dados revisados pelo servidor, a imagem do atestado e os textos originais reconhecidos pelo IBM Watson. Utilizamos inteligência ao processo de negócio das unidades de saúde. Combinamos nossas soluções WEB e Mobile com as tecnologias de OCR (Tesseract) e reconhecimento de textos (IBM Watson) para agregar um valor diferenciado à solução. Assim, todo o processo pode ser auditado e, ao longo do tempo, pode gerar insumos para a melhoria contínua da solução”.

 Por meio do Sigepe Mobile será realizada a análise do atestado médico e o registro pelas unidades do Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor (Siass). O servidor também poderá consultar no aplicativo todos os atestados enviados, bem como a evolução da situação até os registros nos demais sistemas de administração de pessoas.

A funcionalidade

Para o usuário enviar o atestado médico, basta abrir o aplicativo Sigepe, clicar em Minha Saúde, então em Atestado e depois em Incluir. O próximo e último passo é tirar uma foto do atestado médico ou fazer upload da imagem, se ela já estiver no celular. Caso o usuário não precise editar nem uma informação do atestado, este é, então, recepcionado e aceito pela Unidade de Saúde de forma automática. Se o usuário perceber que alguma informação precisa ser ajustada ou complementada, ele tem a opção de editar a informação neste mesmo momento e, utilizando o próprio aplicativo, submeter para a análise da sua respectiva Unidade de Saúde, que analisará se o conteúdo informado pelo usuário está correto e aceitar o atestado.

Por PE notícias

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