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Educação

ProUni abre amanhã inscrições para lista de espera

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A lista de espera vale apenas para os cursos escolhidos na hora da inscrição

Programa Universidade para Todos (ProUni) abre nesta quinta-feira (7) as inscrições para a lista de espera. Aqueles que se inscreveram no programa, mas ainda não garantiram uma bolsa de estudos nas instituições particulares de ensino, devem manifestar seu interesse, na página do programa, até sexta-feira (8).

A lista de espera vale apenas para os cursos escolhidos na hora da inscrição. Cada participante pôde escolher até duas opções. 

Podem participar da lista de espera apenas para a primeira opção de curso os estudantes que não foram selecionados na primeira, nem na segunda chamada regular do programa. Aqueles que foram selecionados na segunda opção de curso, mas cuja turma não foi formada, podem também se inscrever apenas para a primeira opção de curso. 

Para a segunda opção de curso podem se inscrever na lista de espera apenas aqueles cuja turma da primeira opção não foi formada, independente de terem sido selecionados nas chamadas regulares.

A relação dos candidatos participantes da lista de espera estará disponível para consulta pelas instituições na próxima segunda-feira (11).

Todos os candidatos participantes da lista de espera terão que comparecer, nos dias 12 e 13 deste mês, às respectivas instituições de ensino nas quais estão pleiteando vaga, para apresentar a documentação para comprovação das informações prestadas na inscrição. 

De acordo com o Ministério da Educação, ao todo, 946.979 candidatos inscreveram-se na primeira edição do ProUni deste ano. Como cada candidato podia escolher até duas opções de curso, o número de inscrições chegou a 1.820.446.

Nesta edição estão sendo ofertadas 243.888 bolsas de estudo em 1.239 instituições particulares de ensino. Do total de bolsas, 116.813 são integrais e 127.075, parciais (50% do valor das mensalidades).

O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica em instituições privadas de educação superior. Em contrapartida, as instituições que aderem ao programa têm isenção de tributos.

Os estudantes selecionados podem pleitear ainda a bolsa permanência, para ajudar a custear os estudos, e também usar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para garantir parte da mensalidade não coberta pela bolsa do programa.

(Por Agência Brasil)

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Educação

Suspensa a compra de fardamento do Governo de Pernambuco após atuação do TCE

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Acatando uma Medida Cautelar, expedida monocraticamente pela conselheira Teresa Duere, a Secretaria de Educação do Estado comunicou o não prosseguimento da Dispensa de Licitação Emergencial (001/2019), para aquisição de 972 mil camisas para fardamento dos alunos da rede estadual de ensino, no ano letivo 2019, com valor de R$ 8,6 milhões.

Durante a sessão da Primeira Câmara, nesta quinta-feria (21), a relatora do processo informou a suspensão da Dispensa e a posterior republicação de edital de licitação para recebimento de novas propostas para a aquisição do fardamento. Sendo assim, não foi necessário o referendo da Cautelar por perda de objeto. A conselheira também determinou que os atos da licitação sejam enviados pela Secretaria de Educação para que sejam acompanhados pela área técnica do TCE.

Teresa Duere também solicitou o envio de cópia da decisão para a deputada estadual Priscila Krause, que havia solicitado informações ao Tribunal de Contas sobre o processo da compra do fardamento escolar.

CAUTELAR – No último dia 14, atendendo a uma representação do Ministério Público de Contas, realizada pelo procurador Cristiano Pimentel, a conselheira Teresa Duere expediu a Cautelar solicitando a suspensão dos atos da Dispensa de Licitação Emergencial para a aquisição de fardamento escolar. Entre os principais pontos que ensejaram o pedido, estão a demora injustificada em realizar o regular procedimento licitatório e a restrição indevida de competitividade, tendo em vista as datas escolhidas para apresentação das propostas e fase de disputa, entre o Natal e o Ano Novo, o que leva a um período impróprio para uma licitação transcorrer de forma competitiva.

(Por Finfa)

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Educação

Alfabetização em SP prioriza método híbrido

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Com 59 anos de existência, o Colégio Rio Branco, na região central de São Paulo, há mais de duas décadas trabalha com um método misto de alfabetização, que se afasta do fônico

método fônico, escolhido pelo Ministério da Educação (MEC) para ser estimulado e induzido nas escolas brasileiras para a alfabetização, não aparece de forma individualizada nem privilegiada nos colégios particulares mais tradicionais e renomados de São Paulo. Há décadas, eles usam uma mescla de métodos e só recorrem ao fônico quando a criança já domina o processo de leitura e escrita, mas ainda tem dúvidas pontuais.

Para as escolas, a volta da “guerra de métodos” não traz contribuições para os desafios que o País enfrenta para alfabetizar as crianças na idade certa. Todas destacam que o importante não é eleger uma metodologia correta ou melhor, mas “alfabetizar com método”. Ou seja, ter professores bem formados, que saibam lançar mão de diferentes estratégias e tenham apoio pedagógico para fazer os alunos ler e escrever com capacidade.

Com 59 anos de existência, o Colégio Rio Branco, na região central de São Paulo, há mais de duas décadas trabalha com um método misto de alfabetização, que se afasta do fônico. “Não se ensina alfabetização a uma criança, ela passa por um processo em que é preciso estimular a reflexão”, diz a coordenadora Joana D’Arc Gonçalves.

Na unidade, essa etapa se inicia ainda na educação infantil, com o que chamam de consciência fonológica. “Que nada tem a ver com o fônico”, esclarece Joana. Esse primeiro processo passa por brincadeiras e jogos sonoros em que a criança se apropria dos sons das palavras que ouve e fala. “Se quisermos que o aluno leia e escreva com competência, a alfabetização tem de estar vinculada a seu cotidiano.”

Uma das mais tradicionais da capital com influência construtivista, a Escola da Vila, na zona oeste, refuta a ideia de iniciar o processo de alfabetização com a apresentação dos fonemas. “Fazer a criança decorar e repetir os sons de cada letra é ignorar o fato de que ela pode criar hipóteses, de que ela tem conhecimentos já acumulados. Corre-se um grande risco de ela já perder o interesse pelo mundo escrito por apostar em um modelo maçante de memorização”, diz a coordenadora da unidade, Miruna Genoino.

Uma atividade bastante comum na concepção dela é fazer as crianças observarem seus nomes e os dos colegas. “Os nomes próprios são palavras dotadas de muito significado e sentido e trazem uma oportunidade enorme para a base da escrita. Por exemplo, tenho duas alunas, a Julia e a Juliana, e eu peço para que a sala observe o que esses nomes têm de parecido e diferente. Depois, partimos para outras palavras que têm a mesma sonoridade”, diz.

Bilíngue

Na Avenues, escola com currículo bilíngue, é utilizada a metodologia americana “balanced literacy”, com estratégias dos métodos global e fônico. “Usar só o método fônico, sem pensar em vocabulário, contexto ou literatura, não faz sentido nenhum para o aluno. Usamos o que há de melhor em cada estratégia de ensino. Não se alfabetiza sem ensinar a parte mecânica, mas não se cria interesse e motivação sem o contexto”, diz Anne Baldisseri, diretora da escola.

Segundo ela, o método fônico é mais presente em países da língua inglesa por ter um número grande de fonemas – são 45, enquanto no português são 31. “O inglês tem sons muito parecidos e a criança precisa mais da memorização. Em português, ela consegue deduzir mais e criar as próprias estratégias, sem a necessidade de tanta repetição como propõe o fônico.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por Estadão  Conteúdo

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Educação

Petrolândia: Secretaria de Educação lança edital para contratação de professores

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Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado que visa a contratação temporária de 30 professores mais cadastro de reserva com prazo de 01 ano podendo ser prorrogado por igual período, para exercer o cargo de professor da Educação Infantil, ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais (Regular e 3ª e 4ª fases da Educação Jovens e Adultos — EJA). 
Confira mais informações no edital.

Edital completo aqui.

(Da AssCom Prefeitura)

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