O Partido dos Trabalhadores (PT) apresentou a campanha "O Brasil Não Se Entrega", uma iniciativa que busca defender a soberania nacional em meio a ataques que a sigla atribui à economia brasileira, supostamente incentivados pela família Bolsonaro. O partido argumenta que tais ações colocam interesses pessoais e políticos acima das necessidades do país.
A campanha será veiculada nas redes sociais do PT, utilizando vídeos, peças gráficas e ações de comunicação, além da mobilização da rede de Porta-Vozes do Lula. O objetivo central é informar a população sobre a importância da defesa da soberania e como isso impacta o cotidiano dos brasileiros, ressaltando a necessidade de proteger a economia e os interesses estratégicos do Brasil.
Um dos temas principais da campanha é a defesa do sistema de pagamentos instantâneos, o Pix, considerado uma conquista nacional. O PT enfatiza que a manutenção do Pix é fundamental para evitar interferências estrangeiras em um serviço amplamente utilizado pela população.
A mobilização também abordará os efeitos do tarifaço norte-americano sobre setores como a indústria e o comércio. De acordo com a sigla, a proteção da produção nacional é vital para a preservação de empregos e para o estímulo ao crescimento econômico.
Outro aspecto destacado na campanha é a importância das terras raras e de outros recursos minerais estratégicos. O PT defende que essas riquezas devem ser utilizadas para promover o desenvolvimento econômico, a inovação tecnológica e o fortalecimento da indústria brasileira.
Em nota, a sigla menciona que o Brasil enfrenta um cenário internacional marcado por disputas econômicas e geopolíticas, defendendo a preservação da independência nacional e a capacidade do país de tomar decisões autonomamente.