A presença de TV por assinatura nos lares brasileiros atingiu apenas 23,5%, marcando uma diminuição de 0,8 ponto percentual em relação a 2024. Este índice representa menos de um quarto das residências do país, evidenciando uma tendência de queda no interesse por esse tipo de serviço.
Comparando com 2016, ano que marca o início da série histórica, a redução é ainda mais significativa, totalizando 10,4 pontos percentuais. Esses dados foram coletados na Pnad Contínua TIC, divulgada em 2 de julho de 2026 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Por outro lado, os serviços de vídeo sob demanda pela internet mostraram um crescimento notável, alcançando 44,4% dos domicílios brasileiros, um aumento de 1 ponto percentual em relação ao ano anterior, o que representa o maior nível registrado na série.
Entre as residências que não possuem TV por assinatura, 62,2% dos entrevistados alegaram não ter interesse no serviço. Além disso, 26,1% mencionaram que o custo elevado é um fator impeditivo, enquanto 10% afirmaram que utilizam vídeos pela internet como alternativa à TV por assinatura.
Esses dados refletem uma mudança nas preferências dos consumidores, que buscam cada vez mais opções de entretenimento acessíveis e flexíveis, como os serviços de streaming, em detrimento da TV por assinatura tradicional.