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Política

Randolfe quer convocar Caboclo para explicar medidas de segurança na Copa América

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De acordo com o senador, “não temos a menor condição de sediar uma Copa neste momento de pandemia

O vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), quer convocar o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, para prestar esclarecimentos sobre as medidas de segurança para a realização de partidas da Copa América no País. De acordo com o senador, “não temos a menor condição de sediar uma Copa neste momento de pandemia”.

“Sou amante do futebol, mas sou defensor da VIDA! Se o Presidente tivesse tido essa agilidade p/ responder à Pfizer como foi com a Conmebol, certamente poderíamos estar recebendo esse evento”, pontuou Randolfe em seu perfil no Twitter. Segundo ele, a realização das partidas seria “uma afronta às mais de 450 mil vidas que perdemos para a COVID-19”.

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) anunciou nesta segunda-feira, 31, que o evento seria transferido ao Brasil devido à alta de casos de covid-19 na Argentina, que inicialmente sediaria o campeonato. Em comunicado oficial, a entidade agradeceu o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por acolher e “abrir as portas do País” para o torneio, que ocorrerá entre os dias 13 de junho e 10 de julho.

“É necessário saber quais as medidas foram planejadas para garantir segurança sanitária aos brasileiros diante da realização da Copa América com tanta celeridade”, declarou o senador.

Por Estadão Conteúdo

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Política

Em 2 ou 3 anos Brasil estará na OCDE, diz Bolsonaro

País recebeu convite para integrar a entidade em janeiro deste ano

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou, nesta terça-feira (24), durante conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, que em dois ou três anos o Brasil fará parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

“A OCDE nós vamos [inaudível] essa semana, tem gente nossa, estão entregando para nós um protocolo para realmente nós marchamos, dois ou três ano saí”, afirmou Bolsonaro.

B“Você tem que cumprir uma série de exigências e o Brasil é, como disse a presidente da OCDE, que sem o Brasil o mundo passa fome”, continuou.

O Ministério das Relações Exteriores divulgou mais cedo um comunicado explicando que o país foi convidado para integrar a organização em janeiro deste ano.

“A diversidade de países com os quais se tem laços econômicos é fundamental para a estabilidade, ainda mais em tempos de crise mundial”, indica.

São aceitos como membros da OCDE países que cumpram medidas de combate à corrupção, da liberdade, entre outros.

Em três anos, o país passou de 27% para 40% de cumprimento dos critérios para adesão. Com isso, foi classificado na 162ª posição mundial no Índice de Governo Digital, ficando à frente de países como Canadá, Alemanha, Áustria e Irlanda.

Em 12 de maio, o Brasil recebeu um convite para aderir a dois Códigos de Liberalização — um referente a padrões para o fluxo financeiro internacional e outro à prestação de serviços transfronteiriça.

Um dos documentos, o Código de Liberalização de Movimentos de Capital da OCDE, refere-se a padrões para atos normativos sobre fluxo financeiro internacional, incluindo pagamentos, transferências, empréstimos, investimentos e compra e venda de moeda estrangeira, informou o Banco Central em comunicado.

O Código de Liberalização de Operações Correntes Intangíveis, por sua vez, abrange serviços internacionais de consultoria, de advocacia e arquitetura, entre outros.

Por CNN Brasil

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Política

Deputado Rogério Leão recebe apoio de três suplentes de vereadores de Arcoverde, Cícero da Reciclagem, Zequinha Mototáxi e Jordão da Educação

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Nesta terça-feira (24), os suplentes de vereadores da cidade de Arcoverde, Cícero da Reciclagem, Zequinha Mototáxi e Jordão da Educação, estiveram no gabinete de do parlamentar, na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Rogério afirmou esta confirmando a parceria com estas lideranças políticas para trabalhar juntos e  levar ao povo de Arcoverde mais serviços públicos de qualidade e melhoria na qualidade de vida das pessoas.

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Política

Bolsonaro recorre de decisão contra ação por abuso de autoridade

O presidente alegou que Alexandre de Moraes teria cometido ao menos cinco crimes previstos na Lei de Abuso de Autoridade (Lei 13.869/2019).

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O presidente Jair Bolsonaro recorreu, hoje (24), da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli que negou prosseguimento a uma ação contra o também ministro do STF Alexandre de Moraes.

No recurso, o advogado Eduardo Reis Magalhães, representante do presidente, pede que Toffoli reconsidere sua decisão, envie a notícia-crime à Procuradoria-Geral da República (PGR) ou determine o julgamento do caso pelo plenário da Corte.

O advogado citou a jurisprudência da Corte para embasar o pedido e justificar que bastam indícios mínimos para abertura de uma investigação.

“Ao receber o protocolo de uma notícia-crime, o STF tem entendido que não cabe ao ministro relator de tal expediente a tomada de qualquer providência, mas a ele incube tão somente a obrigação de enviar tal material para análise da Procuradoria-Geral da República”, argumenta.

Na ação rejeitada por Dias Toffoli, o presidente alegou que Alexandre de Moraes teria cometido ao menos cinco crimes previstos na Lei de Abuso de Autoridade (Lei 13.869/2019), entre eles o prolongamento injustificado do chamado Inquérito das Fake News, do qual o ministro é relator e Bolsonaro figura como investigado.

Por Agência Brasil

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