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Política

Renan e senadores do PT articulam para que Rodrigo Pacheco seja vice de Lula em 2022

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Um dos principais aliados de Lula no MDB, Renan Calheiros entrou em uma articulação direta junto ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para que ele seja vice de Lula na eleição de 2022. Os dois tiveram uma conversa sobre o tema, neste mês. Senadores do PT que mantêm boa relação com Pacheco também o sondaram sobre a disposição de assumir o posto.

Renan tem defendido que o vetor que definirá a posição de vice de Lula é o da pacificação e que Pacheco encarna essa característica. Além disso, o presidente do Senado é de Minas Gerais, um Estado decisivo na vitória da eleição presidencial.

Pacheco bateu o martelo sobre sua saída do DEM para se filiar ao PDS de Gilberto Kassab. O evento de filiação acontece na próxima semana, em Brasília. Kassab defende publicamente a candidatura do senador à Presidência da República como uma alternativa a Lula e Bolsonaro. No universo político, porém, ninguém descarta a possibilidade de Kassab rifar a candidatura de Pacheco ao Planalto e apoiar que ele seja o vice de Lula.

O presidente do Senado desconversou e não deu uma resposta direta aos interlocutores sobre as chances de ser o vice do petista. Disse que fica lisonjeado com deferência ao seu nome para o cargo, mas que esse não seria o momento de discutir eleições e repetiu o discurso que vem fazendo. Afirmou que é hora de priorizar a retomada da economia e resolver os problemas que o Brasil enfrenta, como desemprego, fome e inflação.

(Fonte PE Notícias)

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Política

Bolsonaro se filia ao PL e retoma ‘casamento’ com o centrão

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O presidente Jair Bolsonaro se filiou ao PL na manhã desta terça-feira (30), em um evento em Brasília.

Com clima religioso e conservador, a cerimônia reuniu políticos e autoridades e teve um discurso do presidente cheio de críticas à esquerda e ao PT e com diversos acenos ao Congresso, para marcar oficialmente a retomada do casamento do seu governo com o centrão.

Sem partido desde 2019, quando deixou o PSL, pelo qual foi eleito, Bolsonaro já passou por oito partidos desde que iniciou sua vida política, em 1989. Ele deixou o PSL em meio a uma série de brigas internas e tentou fundar uma legenda própria, o Aliança Brasil. Mas fracassou, sem conseguir nem um terço das assinaturas exigidas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para sair do papel.

O PL, por sua vez, é comandado pelo ex-deputado Valdemar da Costa Neto desde a década de 1990 e já compôs o governo Lula (PT), entre 2003 a 2010, com José de Alencar como vice.

“Confesso, prezado Valdemar, a decisão não foi fácil. Até mesmo o Marcos Pereira [presidente nacional do Republicanos], conversei muito com ele, bem como outros parlamentares também. E uma filiação é como um casamento. Agora, não seremos marido e mulher: seremos uma família”, disse o presidente Jair Bolsonaro, durante a filiação. Leia a íntegra da reportagem de Lucas Borges Teixeira e Luma Poletti no UOL.

Fonte: Blog do Nill Júnior

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Política

“É um passo muito importante”, diz Flávio sobre filiação de Bolsonaro ao PL

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O filho do presidente Jair Bolsonaro e senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) comemorou, nesta terça-feira (30/11), a filiação do pai ao Partido Liberal (PL). A filiação ocorre após o presidente passar dois anos sem partido. “Um passo importante que já queríamos ter dado há mais tempo, mas no tempo do presidente ele faz a opção que achou correta”, disse Flávio na entrada do evento que ocorre no Complexo Brasil 21, em Brasília.
Flávio, que também irá se filiar a legenda, destacou que o PL é um partido grande. Hoje, a sigla é a terceira maior bancada da Câmara, com 43 deputados. “Na minha percepção foi um passo importante ir para um grande partido como o PL. Sem dúvida nenhuma dá uma musculatura muito maior do que ele já tem”, afirmou. Além de Bolsonaro e Flávio, também irão migrar para a legenda o  ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni.
A ida do presidente para o PL ocorre após intensas negociações. A cerimônia que formalizaria a filiação estava marcada para 22 de outubro, mas foi cancelada por conta de discordâncias entre Bolsonaro e o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto.
Por;Diario de Pernambuco

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Política

Alckmin elogia acordo de partidos rivais na Alemanha, e presentes veem aceno a Lula

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Em reunião com lideranças sindicais nesta segunda-feira (29), Geraldo Alckmin (de saída do PSDB) fez uma leitura do contexto político da Alemanha que soou aos presentes como referência positiva à possibilidade de ser vice em chapa presidencial encabeçada por Lula (PT) em 2022.

O ex-governador disse que o Brasil precisa de acordos e coligações, e citou o acerto a partir do qual Olaf Scholz, do SPD, foi escolhido como sucessor da primeira-ministra Angela Merkel, CDU. Os partidos são rivais.

Em outro momento, Alckmin falou das diferenças nas trajetórias do Brasil e do restante da América do Sul, que se dividiu em países menores. O Brasil teria, então, muita diversidade interna.

A combinação de análises dos contextos internacional e federal, ignorando SP, deixou líderes sindicais com a impressão de que ele tentava se mostrar gabaritado para ocupar um cargo nacional.

Os representantes de UGT, Força Sindical, UGT, CTB e Nova Central disseram ter visto empolgação em Alckmin, que recebeu o convite na sexta à tarde e na segunda já participou do encontro.

Em conversa posterior com os dirigentes, Alckmin traçou um mapa sobre as eleições com Lula, Jair Bolsonaro (sem partido), Sergio Moro (Podemos) e João Doria (PSDB).

Alckmin teria dito que o tucano acabará isolado em 2022, sem apoio de partidos. Nesse desenho, Lula ficaria com os partidos de esquerda e centro-esquerda e Bolsonaro, com o centrão, disputando o apoio da direita e da centro-direita com seu ex-ministro da Justiça.

Por:Brasil ao Minuto

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