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Ruben Amorim ‘ilibado’: “O que é o Manchester United? O Mickey Mouse FC?”

Troy Deeney critica gestão dos Red Devils, livrando treinadores de culpa e questionando decisões estratégicas do clube.

Troy Deeney defende técnicos do Manchester United, como Erik ten Hag, culpando a diretoria por decisões "estúpidas" que transformaram o clube em uma "piada".

O ex-atacante Troy Deeney utilizou sua coluna no jornal britânico The Sun para lançar duras críticas à gestão do Manchester United, defendendo os treinadores Erik ten Hag e Ruben Amorim (este último, alvo de especulações) da culpa pela atual crise esportiva do clube. Na visão de Deeney, a responsabilidade recai sobre os tomadores de decisão que transformaram os Red Devils em uma “piada” e um “Mickey Mouse FC”.

Deeney expressou sua exaustão com a situação do United, um clube que, segundo ele, já foi considerado o maior do país e um dos maiores do mundo. Para o ex-jogador do Watford, o que o Manchester United se tornou é um time do qual se ri, espantado com a “estupidez” de suas decisões.

Ele argumenta que, para qualquer pessoa com menos de 16 anos, o clube é francamente uma piada, repetindo os mesmos erros desde a saída de Sir Alex Ferguson.

Uma das principais críticas de Deeney foi direcionada à influência contínua de Sir Alex Ferguson sobre o clube. Ele questionou o porquê de os dirigentes do Manchester United se ajoelharem constantemente diante do lendário treinador, contrastando com a forma como o Arsenal lidou com a saída de Arsène Wenger, permitindo que o francês se afastasse completamente da influência diária. Para Deeney, a presença de Ferguson na tribuna presidencial, com olhares de desaprovação, simboliza um problema maior de gestão.

Críticas à Estrutura e Contratações Questionáveis

A análise de Deeney não poupou a estrutura atual do clube. Ele apontou que Darren Fletcher e o próprio Ferguson não são os problemas centrais, mas sim aqueles no topo que tomam “decisões estúpidas e ingênuas repetidamente”.

O ex-atacante criticou a gestão dos Glazers e a “estrutura chocante” montada por Sir Jim Ratcliffe, que, apesar de ser visto como um herói, falhou em sua abordagem.

Deeney ironizou as escolhas do United para cargos diretivos, como a contratação de Jason Wilcox, vindo do Southampton, e Omar Berrada, do Manchester City. Ele questionou a lógica de buscar diretores de clubes que, embora bem-sucedidos em suas esferas, não representam o calibre que o Manchester United deveria almejar.

A saída de Berrada do City, segundo Deeney, levanta dúvidas sobre sua real importância para os rivais.

Em sua conclusão, Deeney reiterou que a responsabilidade final não deve recair sobre treinadores ou figuras interinas como Michael Carrick. Ele afirmou que a culpa é de quem está “administrando o Manchester United como se fosse o West Ham”, sugerindo uma falta de ambição e de padrões que deveriam ser inerentes a um clube da magnitude dos Red Devils.

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