Após declarações do presidente Donald Trump, Rússia e China realizaram um exercício militar conjunto focado na detecção e combate a submarinos.
A manobra, que envolveu navios de guerra e aeronaves de patrulha marítima, simulou cenários de guerra antissubmarino. O objetivo, segundo analistas, é aprimorar a interoperabilidade entre as forças navais dos dois países e demonstrar capacidade de resposta a ameaças potenciais no ambiente submarino.
Detalhes sobre a localização exata e a duração do exercício não foram divulgados. No entanto, especialistas apontam que a iniciativa reflete uma crescente cooperação militar entre Moscou e Pequim, em um contexto de tensões geopolíticas globais.
O exercício antissubmarino é interpretado como um sinal de alerta, evidenciando a capacidade russa e chinesa de atuarem conjuntamente em operações navais complexas, particularmente em um domínio estratégico como a guerra submarina. A ação ocorre em um momento de reconfiguração das alianças globais e de crescente competição no campo militar.