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Brasil

Saiba se você perdeu dinheiro ao sacar o PIS/Pasep antes da correção

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Saque ficou disponível até 29 de junho e voltará à ativa em agosto, após cálculo para atualização de valor.

governo liberou, até o último dia 29, o saque do saque do fundo do PIS/Pasep para todos os trabalhadores que tiveram carteira assinada entre 1971 e 1988. A oportunidade para resgatar o dinheiro será reaberta em agosto, após cálculo de atualização do valor. As informações são do UOL.

A correção do valor pode chegar a 10%, de acordo com o ministro do Planejamento, Esteves Colnago. Quem correu para sacar o benefício no primeiro semestre perdeu esse acréscimo, e não há como recuperá-lo.

Em 2017, a correção do valor foi 8,87%. Com isso, alguém que tivesse R$ 1.000 no fundo ganhou mais R$ 88,70 extras com a atualização.

Vale lembrar que o saque do fundo só estará aberto até 28 de setembro. Depois, o saque volta a ser restrito a quem atende pelo menos um dos critérios a seguir:

60 anos de idade ou mais;

Aposentado;

Invalidez;

Câncer;

Portador do vírus HIV;

Doenças graves listadas em portaria interministerial do governo;

Idoso e/ou pessoa com deficiência que recebe o Benefício da Prestação Continuada (BPC);

Transferência para reserva remunerada ou reforma (no caso de militar);

Em caso de morte do trabalhador, a família pode sacar.

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Brasil

Governo voltará a se reunir com caminhoneiros para tentar evitar greve

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O governo têm promovido diálogo com representantes mas, devido a falta de coesão entre as lideranças da categoria, admite a dificuldade nas negociações

Embora venha monitorando representantes dos caminhoneiros e conversando com alguns líderes, o Governo Federal admite a dificuldade para negociar com todas as lideranças da categoria devido à falta de coesão. Temendo uma nova greve como a realizada em maio de 2018, novas rodadas de conversas estão marcadas para a próxima semana, segundo informações do site Congresso em Foco.

Uma ala mais radical, que não tem participado das conversas com o Palácio do Planalto, fala em uma paralisação a partir do dia 29 de abril, em resposta ao aumento de R$ 0,10 no preço do diesel. Outra, mais ponderada e que tem dialogado com o governo, considera a medida precipitada e deve voltar a se reunir com ministros e técnicos da equipe de Jair Bolsonaro para avaliar o cenário.

O valor do diesel deve subir dos atuais R$ 2,14 para R$ 2,24, em média, nos 35 pontos de distribuição no país. Apesar do reajuste, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, acredita que são baixas as chances de greve.

Cobrança

Em entrevista ao site Congresso em Foco, Wallace Landim, presidente da Cooperativa dos Transportes Autônomos do Brasil (Branscoop), ressalta a necessidade de respostas rápidas para solucionar os problemas da categoria. “Sei que estamos todos na UTI, mas vamos tentar segurar o máximo possível. O governo está trabalhando, mas precisamos de ações urgentes. Espero que consigamos resolver todas as questões a tempo de salvar a todos”, afirmou.

Ele explica que, desde a greve de maio do ano passado, que paralisou o país, a categoria começou a se organizar mais, embora ainda não hajam “lideranças estabelecidas” e o WhatsApp continue sendo o meio preferido para os diálogos internos.

Para Wallace, apenas da sensação geral de descontentamento que ainda prevalece, o sentimento é de que “o governo está disposto a conversas”. Ele afirmou que estará em Brasília na próxima semana para tratar com os ministros da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, da Agricultura, Tereza Cristina, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e tentará mostrar à categoria que o Planalto está aberto ao diálogo.

Em nota ao Congresso em Foco, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (ABCAM), parceira de 54 entidades da classe, que diz representar 600 mil autônomos, afirmou estar recebendo, desde o anúncio do aumento do combustível, inúmeras reclamações, mas “ainda não é possível afirmar que a categoria está se organizando para uma nova paralisação”.

Reajuste

Na última semana, o presidente Jair Bolsonaro, que, segundo Castello Branco, não havia sido informado com antecedência do reajuste do diesel e disse que quer entender o custo que justifica o reajuste. “Na terça-feira convoquei todos da Petrobras para me esclarecerem por que 5,7 por cento de reajuste quando a inflação projetada para este ano está abaixo de 5 (por cento). Só isso, mais nada. Se me convencerem, tudo bem. Se não me convencerem, nós vamos dar a resposta adequada para vocês”, disse no dia 12 de abril.

Ao anunciar o aumento do combustível, Castello Branco negou que Jair Bolsonaro tenha exigido algo. “O presidente Bolsonaro não pediu nada. Apenas me alertou sobre os riscos que representava uma greve dos caminhoneiros. Fiz uma reunião com os diretores para suspender o reajuste de preços para uma reavaliação. Todos nós sofremos com a greve dos caminhoneiros. Fui favorável a sustar o reajuste dos preços”, contou o presidente da estatal.

Promessas

Para amenizar o descontentamento da categoria, o governo anunciou a abertura de uma linha de crédito no Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico (BNDES) no valor de R$ 500 milhões para caminhoneiros autônomos manterem seus veículos, além de investimentos em rodovias federais e melhorias nas condições de trabalho.

Para a ABCAM, os anúncios feitos pelo governo são positivos, mas ainda não esclareceu como será e quando terá ínicio o funcionamento das medidas divulgadas:

“Quais serão as regras, prazos e condições para abertura de crédito para os caminhoneiros? Quando teremos as paradas de descanso? É importante lembrar que não serão construídos pátios de estacionamento da noite para o dia, muito menos o cartão combustível, ou mesmo o documento eletrônico de frete. Sendo assim, quando, efetivamente, os caminhoneiros poderão usufruir de tais medidas?”. (Do JC Online)

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Brasil

Catador baleado por militares do Exército morre no Rio

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Luciano Macedo morreu na madrugada de hoje (18) depois de 11 dias internado

catador de material reciclável Luciano Macedo, baleado durante ação de militares em Guadalupe, na zona oeste do Rio de Janeiro, morreu na madrugada de hoje (18) depois de 11 dias internado.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, ele faleceu às 4h20, no Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes. Luciano foi baleado no dia 7 de abril, quando tentava ajudar o músico Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos, que estava dentro de seu carro e havia sido atingido por diversos tiros disparados por militares do Exército. O músico morreu no local. Os militares também atingiram o sogro de Evaldo, Sérgio Araújo, que foi atingido nas costas, mas já recebeu alta hospitalar. 

Em uma nota divulgada à imprensa, no dia da ocorrência, o Comando Militar do Leste disse apenas que um pedestre tinha sido atingido em um tiroteio, mas não assumiu a autoria dos tiros que atingiram o catador, apesar de ter assumido a responsabilidade pelos disparos que mataram Evaldo e feriram Sérgio. 

Nove militares foram presos preventivamente por decisão da Justiça Militar depois que o Exército abriu investigação sobre o tiroteio, devido a inconsistências na versão dos militares envolvidos.

Transferência

Uma decisão judicial de 16 de abril determinou a transferência de Luciano Macedo para um hospital que tivesse mais estrutura para atender o caso.

Apesar disso, ele não foi transferido e, no dia seguinte, foi submetido a uma cirurgia. Uma nova decisão, de ontem (17), tinha reforçado a necessidade de transferência. Com informações da Agência Brasil 

Por Notícias ao Minuto

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Brasil

Fachin dá 5 dias para Moraes justificar decisão de retirar reportagem do ar

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O ministro Edson Fachin do STF (Supremo Tribunal Federal) deu 5 dias, a contar dessa 3ª feira (16.abr.2019), para que o ministro Alexandre de Moraes apresente informações sobre o inquérito de ofensas ao STF, que investiga “notícias fraudulentas” e levou ao pedido de retirada do ar de uma reportagem. As informações são do jornal Estado de S. Paulo.

O pedido surge após o partido Rede Sustentabilidade ter pedido pela revogação do pedido de Alexandre de Moraes. O partido afirmou que houve censura. Moraes ordenou que a reportagem “o Amigo do amigo do meu pai”, publicada pela revista Crusoé e pelo portal O Antagonista, saísse do ar.

O processo aberto pela Rede está sob relatoria do ministro Edson Fachin. Como prosseguimento, solicitou a justificativa de Moraes e pediu que a PGR (Procuradoria Geral da República) se manifeste sobre a remoção das notícias.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, indicou que houve desrespeito na decisão de Moraes, e pediu arquivamento do processo ao STF. O ministro negou, e o presidente do Supremo, Dias Toffoli, determinou abertura da investigação por mais 90 dias.

Outra opinião no STF

Ao Estadão/Broadcast Político, o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, disse que houve censura no pedido de Moraes pela remoção de “O amigo do amigo do meu pai”.

Eu não vi nada demais no que foi publicado com base em uma delação. O homem público é, acima de tudo, um livro aberto. [A remoção de conteúdo] é 1 retrocesso em termos democráticos”, informou o ministro.

(Por Voz da Bahia)

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