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Política

Se eleito, Lula diz que não vê problema em dialogar com Centrão e outros setores

“Eu não vejo problema em conversar com o Centrão”, disse.

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a sinalizar para uma política menos combativa e, na possibilidade de ser eleito, defendeu que a relação do governo com o Congresso Nacional dever ser de diálogo. “Você negocia com quem está eleito”, afirmou. “Eu não vejo problema em conversar com o Centrão”, disse.

“Você negocia com a direita, você negocia com a esquerda, você negocia como centro, você negocia com católico, e evangélico, com ateu. Ou seja, você negocia com quem tem mandato para poder aprovar as coisas que precisam ser aprovadas”, afirmou Lula, durante entrevista à rádio CBN do Vale do Paraíba na manhã desta quarta-feira, 26.

Reafirmando o discurso de diálogo com todos os setores, o petista declarou que o jogo político se constrói por meio da conversa com todas as forças políticas. “Convencendo as pessoas, aceitando sugestão, aceitando propostas de mudanças. É assim que se dá o jogo político no Planeta Terra onde existe democracia”, disse.

No entanto, Lula voltou a falar de uma renovação do Congresso Nacional. “Nós precisamos eleger um conjunto de deputados que tenha uma visão do Brasil um pouco otimistas, um pouco mais social”. “A gente não pode continuar com um Congresso que tornou o presidente da República refém”, disse, em críticas às articulações do governo para manter a governabilidade.

Como exemplo, o ex-presidente falou sobre o orçamento secreto. Como revelou o Estadão, o governo Bolsonaro usa as chamadas emendas de relator-geral para conquistar o apoio de políticos do chamado Centrão no Congresso Nacional. A distribuição dos recursos ocorre sem critérios mínimos de transparência, cabendo a um grupo de parlamentares alinhado aos interesses do Palácio do Planalto definir como e onde bilhões de reais das verbas federais devem ser aplicados.

Vice

Lula também voltou a falar sobre sua escolha para a Vice-Presidência. O ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido) continua sendo um dos nomes mais mencionados para compor a chapa. Lula, que já declarou não ver problemas em construir aliança com o antigo adversário, voltou a dizer que espera uma escolha de partido pelo ex-tucano. A definição sobre o nome escolhido, continuou o petista, deverá ocorrer entre fevereiro e março.

Por Estadão Conteúdo

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Política

Em 2 ou 3 anos Brasil estará na OCDE, diz Bolsonaro

País recebeu convite para integrar a entidade em janeiro deste ano

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou, nesta terça-feira (24), durante conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, que em dois ou três anos o Brasil fará parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

“A OCDE nós vamos [inaudível] essa semana, tem gente nossa, estão entregando para nós um protocolo para realmente nós marchamos, dois ou três ano saí”, afirmou Bolsonaro.

B“Você tem que cumprir uma série de exigências e o Brasil é, como disse a presidente da OCDE, que sem o Brasil o mundo passa fome”, continuou.

O Ministério das Relações Exteriores divulgou mais cedo um comunicado explicando que o país foi convidado para integrar a organização em janeiro deste ano.

“A diversidade de países com os quais se tem laços econômicos é fundamental para a estabilidade, ainda mais em tempos de crise mundial”, indica.

São aceitos como membros da OCDE países que cumpram medidas de combate à corrupção, da liberdade, entre outros.

Em três anos, o país passou de 27% para 40% de cumprimento dos critérios para adesão. Com isso, foi classificado na 162ª posição mundial no Índice de Governo Digital, ficando à frente de países como Canadá, Alemanha, Áustria e Irlanda.

Em 12 de maio, o Brasil recebeu um convite para aderir a dois Códigos de Liberalização — um referente a padrões para o fluxo financeiro internacional e outro à prestação de serviços transfronteiriça.

Um dos documentos, o Código de Liberalização de Movimentos de Capital da OCDE, refere-se a padrões para atos normativos sobre fluxo financeiro internacional, incluindo pagamentos, transferências, empréstimos, investimentos e compra e venda de moeda estrangeira, informou o Banco Central em comunicado.

O Código de Liberalização de Operações Correntes Intangíveis, por sua vez, abrange serviços internacionais de consultoria, de advocacia e arquitetura, entre outros.

Por CNN Brasil

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Política

Deputado Rogério Leão recebe apoio de três suplentes de vereadores de Arcoverde, Cícero da Reciclagem, Zequinha Mototáxi e Jordão da Educação

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Nesta terça-feira (24), os suplentes de vereadores da cidade de Arcoverde, Cícero da Reciclagem, Zequinha Mototáxi e Jordão da Educação, estiveram no gabinete de do parlamentar, na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Rogério afirmou esta confirmando a parceria com estas lideranças políticas para trabalhar juntos e  levar ao povo de Arcoverde mais serviços públicos de qualidade e melhoria na qualidade de vida das pessoas.

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Política

Bolsonaro recorre de decisão contra ação por abuso de autoridade

O presidente alegou que Alexandre de Moraes teria cometido ao menos cinco crimes previstos na Lei de Abuso de Autoridade (Lei 13.869/2019).

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O presidente Jair Bolsonaro recorreu, hoje (24), da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli que negou prosseguimento a uma ação contra o também ministro do STF Alexandre de Moraes.

No recurso, o advogado Eduardo Reis Magalhães, representante do presidente, pede que Toffoli reconsidere sua decisão, envie a notícia-crime à Procuradoria-Geral da República (PGR) ou determine o julgamento do caso pelo plenário da Corte.

O advogado citou a jurisprudência da Corte para embasar o pedido e justificar que bastam indícios mínimos para abertura de uma investigação.

“Ao receber o protocolo de uma notícia-crime, o STF tem entendido que não cabe ao ministro relator de tal expediente a tomada de qualquer providência, mas a ele incube tão somente a obrigação de enviar tal material para análise da Procuradoria-Geral da República”, argumenta.

Na ação rejeitada por Dias Toffoli, o presidente alegou que Alexandre de Moraes teria cometido ao menos cinco crimes previstos na Lei de Abuso de Autoridade (Lei 13.869/2019), entre eles o prolongamento injustificado do chamado Inquérito das Fake News, do qual o ministro é relator e Bolsonaro figura como investigado.

Por Agência Brasil

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