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Esporte

Sem perder as origens, Gabriel Jesus exalta Guardiola: ‘Muito intenso’

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Em entrevista ao Estado, Jesus comentou sobre como é trabalhar com Josep Guardiola, técnico do Manchester City

Gabriel Jesus tem apenas 23 anos, mas já viveu altos e baixos na carreira. O precoce estrelato no Palmeiras, a chegada ao Manchester City e a decepcionante atuação na seleção brasileira durante a Copa do Mundo na Rússia fizeram o garoto do Jardim Peri, zona norte de São Paulo, amadurecer. Hoje, ele é um jogador com presença constante no clube inglês e na seleção, sem esquecer dos amigos e de onde veio.

Em entrevista ao Estado, Jesus comentou sobre como é trabalhar com Josep Guardiola, técnico do Manchester City, o momento que o mundo vive, sua relação com o Palmeiras e contou sobre a ajuda que dá para os mais necessitados.

Constantemente, o atacante doa cestas básicas ou dinheiro para instituições que ajudam comunidades carentes, inclusive de onde ele veio. Ele retornou para Manchester, onde faz treinamentos em sua casa, após comemorar o aniversário e passar mais de um mês ao lado da família, principalmente de sua mãe, Vera, que ficou famosa pelo fato do jogador sempre comemorar seus gols fazendo gesto como se estivesse telefonando para ela para avisá-la que balançou as redes.

Qual a maior dificuldade no treinamento em casa?

Acho que é mais a questão da falta da bola mesmo, dos companheiros, de estar em campo. Mas eu tenho lidado muito bem com isso. Tenho feito treinos preparados pelo meu personal, André Cunha, que montou tudo em contato com o City, em parceria. Então estou levando na boa.

Vejo você participando e apoiando várias ações para ajudar os necessitados. Você veio de uma origem bem humilde. Isso vem na sua mente, quando te convidam para participar dessas ações?

Com toda certeza, todos sabem que eu cresci no Jardim Peri, gosto muito de lá e sempre tento ajudar o local de onde eu vim. Mas também sempre que eu posso eu tento ajudar campanhas, e outras ações nesse sentido. A gente sabe como é difícil, principalmente nessa época de pandemia, então ajudo sempre que eu posso.

Como foi ter passado o aniversário com a família no Brasil (ele fez 23 anos no dia 3 de abril)?

Algo difícil de acontecer, porque sempre estou jogando, mas foi muito bom. Claro que por estarmos em quarentena, em casa, estive apenas com minha família, mas foi bom estar com eles. A gente se acostuma a passar esse tipo de data distante, então tem que aproveitar quando tem essas oportunidades.

O que tem feito para passar o tempo?

Acho que de tudo um pouco, né? Gosto bastante de jogar videogame, tenho treinado todos os dias, assisto algumas lives. Isso tem ajudado muito a passar o tempo. Mas creio que esteja assim pra todo mundo, não tem muito o que fazer. É torcer para acabar logo e que a gente possa retornar ao normal, com saúde.

No City, você é comandado por Pep Guardiola, que para muitos, é o melhor treinador do mundo? O que ele tem de tão diferente?

Acho que o que o Guardiola fez no futebol fala por si só. Ele é um cara muito diferenciado, sempre muito atento e dedicado a evolução do nosso time, que cobra bastante da gente, muito intenso. Acho que isso é o que o faz ser tão vitorioso.

Sente saudades do Brasil e do Palmeiras? A torcida sempre lembra de você de forma positiva.

Eu nunca escondi minha relação com o Palmeiras e também com a torcida do clube. É o clube no qual eu fui formado, que apareci para o futebol, então eu tenho um carinho muito grande. Guardarei sempre na lembrança os momentos que estive no clube.

Trabalhar com Guardiola e ter a confiança do Tite, um treinador que também tem muito prestígio com os atletas, foram determinantes para você se reerguer após a decepcionante campanha na Copa da Rússia?

Aquele foi momento mais difícil como jogador. Mas superei, trabalhei, conquistei de novo meu espaço. Isso me abalou apenas no começo da temporada, faz tempo que não abala mais. Conversei bastante com minha família e meus amigos. Tive um momento muito bom na carreira e na vida e alcancei coisas muito rápido, dei uma parada e acho que é normal, pois sou jovem.

Por Estadão Conteúdo

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Esporte

Messi diz que não vê a hora de jogar: ‘Quero voltar a competir’

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Messi contou ainda sobre como foi sua rotina em casa nesses dois meses desde a paralisação do futebol

pandemia do novo coronavírus obrigou a paralisação de campeonatos nacionais e internacionais por todo o mundo e levou os jogadores a ficarem várias semanas fechados em suas casas, sem jogar e sem treinar em grupo. As atividades coletivas já recomeçaram na Espanha, que deve ter o seu torneio local retomado em meados de junho, e um dos craques da competição, o argentino Lionel Messi, do Barcelona, disse que não vê a hora disso acontecer e que tudo será como começar uma nova temporada.

“Não podemos pensar no que deixamos para trás. Temos que pensar no futuro. Em como voltar ao dia a dia do treinamento, ver os companheiros, jogar os primeiros jogos. Será estranho no começo, mas quero voltar a competir”, afirmou Messi em declarações a uma entrevista dada ao site oficial de um de seus patrocinadores.

O craque argentino faz projeções sobre como acredita que diversos atletas e clubes vão voltar após essa pandemia da covid-19. “Quando voltarmos, será como começar de novo. Vamos ter tempo de preparação antes do recomeço da competição e vamos recuperar jogadores importantes que estavam lesionados. Tecnicamente será a mesma temporada, mas acredito que todos as equipes e jogadores vão viver de forma diferente”, disse.

Messi contou ainda sobre como foi sua rotina em casa nesses dois meses desde a paralisação do futebol. “Tento trabalhar todos os dias e fazer os exercícios que nos passam. Mas não tem nada a ver com o treinamento em grupo e, acima de tudo, não ter o ritmo dos jogos é ruim, mas é a nova realidade a qual temos que conviver”, comentou.

Além disso, Messi também falou do adiamento da Copa América deste ano para 2021. A Argentina e a Colômbia são as sedes do torneio. “Adiar a Copa América foi uma grande decepção, mas certamente foi a decisão mais lógica. Seria um grande evento para mim este ano e estava muito empolgado em jogá-la novamente. Foi difícil quando soube do adiamento, mas entendi perfeitamente”, disse o argentino, que ainda busca um titula na carreira com a seleção principal.

Por Estadão Conteúdo

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Esporte

Recuperado da covid-19, Diego Souza volta a treinar com fome de bola

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O jogador estava desde o início de maio em isolamento depois de ter testado positivo para o novo coronavírus (covid-19)

Depois de quase 20 dias de quarentena, Diego Souza voltou aos treinamentos no Grêmio. O jogador estava desde o início de maio em isolamento, no Rio de Janeiro, depois de ter testado positivo para o novo coronavírus (covid-19). Reintegrado ao grupo tricolor, que está na quarta semana de trabalhos em Porto Alegre (RS), o meia-atacante só pensa em ver a bola rolar.

Em entrevista ao site oficial do clube gaúcho, Diego admite que tanto tempo sem futebol acaba mexendo com os jogadores, e com os brasileiros de uma maneira geral.

“Um domingo, uma quarta-feira sem futebol é muito estranho. Não só para nós, jogadores, que estamos acostumados a concentrar e ver os jogos, mas para as pessoas normais também. Muita gente cobrando, reclamando. A gente sabe da dificuldade que o país vive, que o mundo vive, mas futebol é um entretenimento essencial para o povo brasileiro”.

Apesar de tanto tempo afastado, Diego Souza permaneceu assintomático e se recuperou bem. Ele mantinha a forma em seu condomínio, no Rio de Janeiro (RJ), mas teve que parar com os exercícios durante quarentena.

Com a possibilidade de retorno do Campeonato Gaúcho para julho, o jogador sabe que o ambiente será diferente: sem torcida e com protocolo rígido em cada partida.

“É muito ruim [ficar sem torcida] para o atleta, porque está acostumado com aquele ambiente, mas a gente tem esse tempo para ir se acostumando. A gente sabe da dificuldade do país e creio que não será problema, o que importa é a gente conseguir trabalhar e ,quando entrar em campo e vestir essa camisa a gente vai dar nosso melhor e buscar o que a gente tem para buscar”.

O novo coronavírus não vai alterar o futebol apenas dentro de campo. Clubes do Brasil passam por dificuldades financeiras e apelam para redução de salários de jogadores, demissão de funcionários e renegociação de dívidas. Diego Souza compreende o momento, mas acredita na reestruturação das equipes.

“Acredito que haverá alteração financeira, essa pandemia pegou todo mundo. Os clubes de futebol estão sofrendo bastante com isso e creio que, no momento, as coisas vão dar uma segurada até se reorganizar e reestruturar”.

Além de Diego Souza, o Grêmio anunciou o retorno do preparador físico Márcio Meira, que também testou positivo para a covid-19. Ele foi diagnosticado na primeira apresentação do grupo, no dia 4 de maio. Assintomático, Márcio permaneceu em quarentena durante 20 dias. Com informações da Agência Brasil

Por Notícias ao Minuto

 

 

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Esporte

Machucado, Thiago Alcântara desfalca Bayern contra o Dortmund

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O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo técnico Hansi Flick

Thiago Alcântara vai desfalcar o Bayern de Munique, nesta terça-feira, no clássico com o Borussia Dortmund, pela 28.ª rodada do Campeonato Alemão. O anúncio foi feito, nesta segunda-feira pelo técnico Hansi Flick em uma entrevista coletiva virtual, ao revelar que o volante não está recuperado de contusão.

“Thiago não treinou nesta segunda e infelizmente não poderá jogar”, afirmou Flick, que mais uma vez deverá escalar Leon Goretzka para a posição, assim como fizera no jogo de sábado, na vitória por 5 a 2 sobre o Eintracht Frankfurt.

O duelo desta terça-feira, em Dortmund, poderá ser decisivo no Campeonato Alemão. Após o jogo restarão apenas seis jogos. O Bayern lidera com 61 pontos, quatro à frente do Dortmund. Mais uma vitória deixará o time de Munique muito perto de conquistar seu oitavo título consecutivo.

Já o Borussia Dortmund aposta no triunfo para colar no rival e esquentar a briga pelo campeonato nas rodadas finais.

Por Estadão Conteúdo

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