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Educação

Senar/PE abre inscrição para cursos técnicos gratuitos

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As inscrições para os cursos técnicos gratuitos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Estado de Pernambuco (Senar/PE) serão abertas a partir de hoje. Além das capacitações que já eram realizadas em Agronegócio e Fruticultura, há uma novidade para 2022. O curso de Zootecnia será aberto para o próximo ano e a cidade polo eleita para receber as aulas foi Garanhuns, no Agreste de Pernambuco.

Atualmente, dois cursos técnicos gratuitos são ofertados pelo Senar/PE, sendo o de Agronegócio com dois anos de duração e o de Fruticultura com dois anos e meio. Agora também será oferecido o curso de Zootecnia, com duração de dois anos. As aulas são realizadas na modalidade a distância, mas existem visitas técnicas presenciais.

“Eles são mediados com as práticas nas fazendas, nas instituições rurais. Todas as empresas que atuam nas zonas rurais nos atendem. Temos tido boas respostas com esses cursos porque eles fazem a capacitação para o mercado de trabalho”, explica Marli dos Santos Silva, supervisora pedagógica do Senar/PE.

A inclusão do curso de Zootecnia em Garanhuns se deu pela demanda natural da região. “Lá o Senar já trabalha com assistências técnicas para os produtores, existe uma equipe lá com mais de 30 técnicos para atender mais de 100 bovinocultores, tem a bacia leiteira grande lá. Mas as visitas não são diárias e sentimos que os produtores buscavam esse profissional. Existia demanda e o curso em Zootecnia pode dar esse suporte. Os técnicos formados no curso já terão essa visibilidade de mercado de trabalho a longo prazo”, disse a supervisora pedagógica.

O curso técnico em Zootecnia será voltado para a área de produção da bovinocultura. “São profissionais mais capacitados para as áreas técnicas, para planejar, controlar, definir a produção, as características econômicas e ambiental”, detalha Marli. Ele segue o mesmo perfil do curso técnico de Fruticultura, que também é voltado para a área operacional. “As aulas atendem o conhecimento nacional, mais voltado para a operacionalização do trabalho”, detalha.

Já o curso técnico de Agronegócios tem o foco para a gestão para as empresas do setor. “É preciso ter característica de liderança. Nas aulas, ele aprende sobre questões operacionais, mas com o trabalho voltado para a gestão”, conclui a supervisora.

Edital será lançado nesta segunda-feira

O edital para os três cursos técnicos gratuitos do Senar/PE será publicado no site http://etec.senar.org.br/processo-seletivo/ a partir desta segunda-feira. As vagas são prioritárias para o público rural, mas o público geral também pode se inscrever, e os interessados em participar devem ter o Ensino Médio concluído. As aulas estão previstas para começar no primeiro semestre de 2022.

As vagas serão distribuídas entre três municípios pernambucanos. No Recife, haverá uma turma para 25 alunos para o curso de Agronegócio. Petrolina vai receber as aulas dos cursos de Agronegócio e Fruticultura, com 30 vagas em cada turma. Já Garanhuns terá um grupo com 30 vagas para o curso de Zootecnia.

“Costumamos ter uma grande demanda para esses cursos. Em Petrolina, por exemplo, temos 30 vagas e é comum chegar a 300 inscrições”, afirma Marli dos Santos Silva, supervisora pedagógica do Senar/PE. Por isso, existem critérios de seleção para definir quem vai fazer os cursos técnicos gratuitos.

“Fazemos primeiro uma análise de documento para certificar que o aluno tem a formação exigida, que é o Ensino Médio completo. Depois, o segundo critério é para o público prioritário, que é o produtor ou familiar de produtor ou colaborador do produtor. Não tendo público suficiente para essas vagas, aí passamos a atender o público em geral”, pontua Marli.

Por:Diario de Pernambuco

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Educação

IFPE Jaboatão abre inscrição de curso gratuito de microempreendedor

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 O Campus Jaboatão dos Guararapes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFPE), na Região Metropolitana do Recife, abre inscrições para curso gratuito de qualificação profissional de Microempreendedor Individual (MEI). Poderão se inscrever beneficiários do Auxílio Brasil, que sejam maiores de idade e com ensino fundamental completo. Os estudantes receberão uma Bolsa Formação, que corresponde ao custeio das despesas de transporte e alimentação relacionadas ao curso. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 11 de fevereiro pelo site disponível aqui, ou podem ser solicitadas através do e-mail: [email protected]

O objetivo do curso é qualificar os participantes para planejar, abrir e gerenciar microempresas individuais. O curso conta com as seguintes disciplinas: Empreendedorismo, Matemática Financeira para Negócios, Marketing, Mídias Sociais para microempreendedores, Técnicas de negociação, Formalização de microempresas e Elaboração de Plano de Negócios. Estão sendo ofertadas turmas no período da noite nas seguintes escolas: Escola M. Valdomiro Vieira de Albuquerque (Vila dos Palmares), Escola M. Antônio Vieira de Melo (Zumbi do Pacheco), Escola M. Luiz Lua Gonzaga (Cajueiro Seco), Escola M. Poeta Castro Alves (Jardim Prazeres), Escola M. Oscar Moura (Piedade) e Escola M. Marízia dos Santos Melo (Barra de Jangada). Outras turmas irão acontecer no período da manhã ou da tarde, e serão realizadas na sede do IFPE Campus Jaboatão dos Guararapes. As aulas estão previstas para iniciar no dia 22 de fevereiro de 2022.

A Bolsa Formação é o valor que o aluno receberá para os dias que for confirmada a sua presença, que será de 15 reais por dia de aula (R,75 por hora/aula). Esses valores serão pagos aos alunos no mês subsequente à confirmação de sua presença. O curso tem carga horária de 160 horas presenciais, com aulas três vezes por semana, com 4 horas de duração cada. A previsão para conclusão do curso é de, no máximo, 2 meses e meio.
O curso faz parte do programa Qualifica Mais Progredir, realizado em parceria entre o Ministério da Educação e o Ministério da Cidadania e atende aos objetivos do Plano Progredir, que busca a inclusão produtiva e a ampliação de renda do público que recebe o Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família). Para maiores informações e esclarecimento de dúvidas, envie um e-mail para: [email protected]
Por:Diario de Pernambuco

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Educação

Covid-19: Aulas retornam sem regras de passaporte da vacinação

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Apesar da aproximação do começo do ano letivo para as escolas de ensino médio e fundamental, não há um consenso entre o governo federal e as secretarias estaduais e municipais de saúde sobre a cobrança do passaporte vacinal. Se, de um lado, o Ministério da Educação (MEC) dá instruções genéricas de procedimento tanto dos responsáveis pelas instituições de ensino quanto para os pais e alunos, de outro os governos locais tentam estabelecer um protocolo mínimo para que o período letivo não se torne o ambiente propício para que o avanço da variante ômicron avance ainda mais.
Ontem, o MEC divulgou um vídeo no qual o secretário executivo da pasta, Victor Godoy, incentiva o retorno às aulas presenciais. Ele argumentou que o ministério preparou, desde o ano passado, um protocolo de biossegurança para o retorno às atividades nas instituições federais. No entanto, no documento do governo federal não há regras para a exigência do comprovante de imunização dos alunos.
“O MEC entende que as atividades educacionais presenciais são fundamentais e que se deve evitar, ao máximo, medidas como fechamento das escolas, universidades e institutos. O MEC solicita que os gestores avaliem com muita cautela tais medidas restritivas que afetarão, sobretudo, os estudantes mais vulneráveis que já foram muito afetados durante o período de lockdown imposto em 2020 e 2021”, disse o secretário.
Sem exigência
Entre os estados e municípios, não há uma regra sobre o passaporte. Segundo a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), a entidade não estabeleceu uma orientação e deixou para os municípios decidirem sobre a cobrança do documento no retorno do ano letivo.
Mas pelo menos seis unidades da Federação descartaram a exigência do passaporte vacinal: Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Distrito Federal. O argumento comum de todos é que não podem obrigar os estudantes a se vacinar, pois a imunização contra a Covid-19 é “opcional”. Defendem, ainda, que não é da competência dos governos arbitrar sobre o assunto e que são contrários a qualquer barreira de acesso à educação.
Já a Bahia e a Paraíba decidiram que vão exigir o comprovante de vacinação contra o coronavírus para alunos com mais de 12 anos. Também estabeleceram que os estudantes que não se imunizaram devem assistir as aulas remotamente.
Nas instituições privadas, a recomendação da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) é de não exigir o documento de comprovação de aplicação das doses. A entidade afirmou que defende a vacinação de crianças e adolescentes, e aconselha os sindicatos associados a incentivarem pais e responsáveis a imunizarem — só que considera que não é papel das instituições de ensino cobrar o passaporte e ficará a critério de cada uma.
A decisão da Fenep veio depois que pais e responsáveis dos estudantes da Escola Americana do Rio de Janeiro divulgaram um abaixo-assinado contra a obrigatoriedade da imunização. “A vacinação das crianças deve ser uma atribuição dos pais, não cabendo ao diretor da escola ou à sua diretoria o direito moral ou a competência médica para compelir os pais a vacinarem suas crianças, sob pena de privá-las de frequentar presencialmente a escola”, diz um trecho do documento dos pais e responsáveis.Apesar da aproximação do começo do ano letivo para as escolas de ensino médio e fundamental, não há um consenso entre o governo federal e as secretarias estaduais e municipais de saúde sobre a cobrança do passaporte vacinal. Se, de um lado, o Ministério da Educação (MEC) dá instruções genéricas de procedimento tanto dos responsáveis pelas instituições de ensino quanto para os pais e alunos, de outro os governos locais tentam estabelecer um protocolo mínimo para que o período letivo não se torne o ambiente propício para que o avanço da variante ômicron avance ainda mais.
Ontem, o MEC divulgou um vídeo no qual o secretário executivo da pasta, Victor Godoy, incentiva o retorno às aulas presenciais. Ele argumentou que o ministério preparou, desde o ano passado, um protocolo de biossegurança para o retorno às atividades nas instituições federais. No entanto, no documento do governo federal não há regras para a exigência do comprovante de imunização dos alunos.
“O MEC entende que as atividades educacionais presenciais são fundamentais e que se deve evitar, ao máximo, medidas como fechamento das escolas, universidades e institutos. O MEC solicita que os gestores avaliem com muita cautela tais medidas restritivas que afetarão, sobretudo, os estudantes mais vulneráveis que já foram muito afetados durante o período de lockdown imposto em 2020 e 2021”, disse o secretário.
Sem exigência
Entre os estados e municípios, não há uma regra sobre o passaporte. Segundo a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), a entidade não estabeleceu uma orientação e deixou para os municípios decidirem sobre a cobrança do documento no retorno do ano letivo.
Mas pelo menos seis unidades da Federação descartaram a exigência do passaporte vacinal: Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Distrito Federal. O argumento comum de todos é que não podem obrigar os estudantes a se vacinar, pois a imunização contra a Covid-19 é “opcional”. Defendem, ainda, que não é da competência dos governos arbitrar sobre o assunto e que são contrários a qualquer barreira de acesso à educação.
Já a Bahia e a Paraíba decidiram que vão exigir o comprovante de vacinação contra o coronavírus para alunos com mais de 12 anos. Também estabeleceram que os estudantes que não se imunizaram devem assistir as aulas remotamente.
Nas instituições privadas, a recomendação da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) é de não exigir o documento de comprovação de aplicação das doses. A entidade afirmou que defende a vacinação de crianças e adolescentes, e aconselha os sindicatos associados a incentivarem pais e responsáveis a imunizarem — só que considera que não é papel das instituições de ensino cobrar o passaporte e ficará a critério de cada uma.
A decisão da Fenep veio depois que pais e responsáveis dos estudantes da Escola Americana do Rio de Janeiro divulgaram um abaixo-assinado contra a obrigatoriedade da imunização. “A vacinação das crianças deve ser uma atribuição dos pais, não cabendo ao diretor da escola ou à sua diretoria o direito moral ou a competência médica para compelir os pais a vacinarem suas crianças, sob pena de privá-las de frequentar presencialmente a escola”, diz um trecho do documento dos pais e responsáveis.
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Educação

Salgueiro: IFSertão Adia retorno das aulas presenciais

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A gestão do campus Salgueiro informa que as aulas presenciais, previstas para iniciar em 1º de fevereiro, devido ao aparecimento de nova variante da Covid-19 e a avaliação do comportamento da nova cepa – Ômicron, pelas autoridades sanitárias, achou prudente adiar, por 14 dias, o retorno presencial. Nesse sentido, embora o nosso semestre letivo retorne em 1º de fevereiro, será feito de forma remota, inciando as atividades presencias apenas em 14 de fevereiro.

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