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Saúde

Sertão do Pajeú totaliza 313 óbitos por Covid-19

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Quixaba confirmou o sétimo óbito pela doença.

Nesta quinta-feira (25), catorze, dos dezessete municípios do Sertão do Pajeú, atualizaram os seus boletins epidemiológicos com os casos de Covid-19. São eles: Serra Talhada (39), Afogados da Ingazeira (12), Tabira (2), São José do Egito (7), Carnaíba (1), Santa Terezinha (0), Triunfo (7), Itapetim (0), Itapetim (2), Iguaracy (4), Brejinho (0), Solidão (0), Quixaba (1), Tuparetama (0) e Ingazeira (0). Foram ao todo, 75 novos casos, totalizando 19.164.

Portanto, os números de casos de cada município ficam assim: Serra Talhada, 6.945; Afogados da Ingazeira, 2.815; Tabira 1.864, São José do Egito, 1.423; Carnaíba,  1.013; Flores, 709; Santa Terezinha, 656 casos; Triunfo, 647; Itapetim, 567; Iguaracy, 443; Calumbi, 354; Brejinho, 349; Solidão, 333; Quixaba, 307; Tuparetama, 295; Santa Cruz da Baixa Verde, 283 e Ingazeira, 161 casos confirmados.

Óbitos – Com mais um óbito confirmado em Quixabaa região conta agora com 313 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (96); Afogados da Ingazeira (30); Flores (25); Carnaíba (21); Triunfo (21); São José do Egito (20); Tabira (19); Santa Terezinha (19); Tuparetama (17); Iguaracy (12); Itapetim (11); Quixaba (7); Brejinho (5); Santa Cruz da Baixa Verde (4); Calumbi (3); Solidão (2) e Ingazeira (1).

Detalhes do óbito

A Secretaria de Saúde de Quixaba, confirma, após investigação, novo óbito, ocorrido em 22 de fevereiro, por complicações com a Covid-19. O paciente, sexo masculino, 58 anos, tinha outras comorbidades.

Recuperados –  A região tem agora no total 18.429 pacientes recuperados da Covid-19. O que corresponde a 94,16% dos casos confirmados. Nesta quarta-feira, a região somou 58 novas curas clínicas. (Por André Luis – Do Nill Jr)

 

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Saúde

Covid-19: Três novos sintomas a ter em atenção

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Pesquisadores afirmam que é necessária a realização de uma “revisão clínica urgente” após estudos revelarem que sintomas como zumbido, vertigens e perda auditiva terem afetado um grande número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus, reporta um artigo publicado no jornal britânico The Sun.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que os três principais sintomas da Covid-19 são uma tosse persistente nova, perda de paladar e olfato (anosmia) e temperatura elevada. É importante que se tiver algum desses sintomas, faça um teste e se isole – de forma a evitar que espalhe o vírus para os demais.

Especialistas relataram anteriormente uma ligação entre perda auditiva e Covid-19, já que muitos pacientes com Covid longa sofriam de perda auditiva durante meses após a contração do vírus.

O zumbido é geralmente causado por uma lesão no ouvido, perda auditiva associada à idade ou por uma condição de saúde subjacente.

Especialistas da Anglia Ruskin University (ARU), juntamente com a British Tinnitus e American Tinnitus Association já haviam detectado anteriormente que 40% das pessoas que apresentam sintomas de Covid-19 também estavam sentindo uma piora do zumbido.

Agora, especialistas da Universidade de Manchester dizem que há uma forte associação entre Covid-19, perda auditiva e uma perda de equilíbrio.

Os investigadores reviram 56 estudos que revelaram que 7,6% das pessoas sofriam de perda auditiva, 14,8% tinham zumbido e 7,2% tinham vertigens.

De acordo com os acadêmicos, embora ainda não tenha sido provado uma ligação de causalidade a estes três sintomas – já se sabe que outros vírus graves têm a capacidade de danificar a audição.

Os dados apurados surgem após o estudo de um ano sobre os efeitos na audição de pacientes haviam sido hospitalizados com Covid.

Por:Brasil ao Minuto

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Saúde

Unidade Móvel da Covid-19 permanece com testes rápidos no centro de Serra Talhada

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A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Saúde, vem intensificando a testagem rápida e mapeamento do novo coronavírus no município. E nesta semana, a Unidade Móvel da Covid-19 continuará no Centro da Cidade, com atendimento a partir das 08h.

Nesta segunda-feira (12) a Unidade Móvel está atendendo a população em frente ao Pátio da Feira Livre; na terça (13) estará na Rua Coronel Cornélio Soares (em frente aos Correios); e na quarta (14), quinta (15) e sexta (16) estará na Praça Sérgio Magalhães.

A Unidade Móvel da Covid-19 já passou por diversos bairros e distritos de Serra Talhada, como Varzinha, Bernardo Vieira, Vila Bela, Mutirão, Cagep, Borborema, Caxixola, Malhada, Bom Jesus, Ipsep e Cohab. De segunda a sexta a unidade circula pela cidade e nos finais de semana vai até os distritos e comunidades rurais.

Testagem rápida de 12 a 16 de abril:

12/04 – Em frente ao Pátio da Feira
13/04 – Rua Cel. Cornélio Soares (em frente aos Correios)
14/04 – Praça Sérgio Magalhães
15/04 – Praça Sérgio Magalhães
16/04 – Praça Sérgio Magalhães

 

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Saúde

Estudo aponta mais eficácia da Coronavac com intervalo maior entre doses

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A chamada eficácia primária, que representa a proteção da vacina contra a doença em qualquer intensidade, passou de 50,38% para 50,7%, chegando a 62,3% com intervalos maiores entre as doses

Um artigo científico em pré-print (ainda sem revisão por pares) aponta que a eficácia da Coronavac contra a covid-19 é maior do que o dado anteriormente divulgado. A chamada eficácia primária, que representa a proteção da vacina contra a doença em qualquer intensidade, passou de 50,38% para 50,7%, chegando a 62,3% com intervalos maiores entre as doses. Contra casos moderados, o imunizante tem eficácia de 83,7%, quando o dado anterior apontava 78%.

As informações constam de artigo elaborado pelos profissionais que conduziram os testes da Coronavac no Brasil, liderados pelo Instituto Butantan. O documento foi submetido para análise da revista científica The Lancet. O estudo avaliou o efeito da vacina em 12,4 mil voluntários em 16 centros de pesquisa no País e teve os primeiros resultados divulgados pelo governo de São Paulo em 7 de janeiro. A vacina começou a ser aplicada nacionalmente no dia 18 de janeiro e a produção pelo Butantan representa a maior parte das doses distribuídas até aqui.

“Esse estudo corrobora o que já havíamos anunciado há cerca de três meses e nos dão ainda mais segurança sobre a efetiva proteção que a vacina do Butantan proporciona. Não resta nenhuma sombra de dúvida sobre a qualidade do imunizante”, afirmou em nota à imprensa Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.

A análise divulgada neste domingo, 11, aponta que os resultados de eficácia podem melhorar se houver um intervalo maior entre as doses. No estudo, a maior parte dos voluntários receberam as vacinas com intervalo de 14 dias dada a urgência para análise do imunizante e necessidade de proteção dos profissionais de saúde.

Os pesquisadores acreditam que um período de 28 dias seja o mais adequado. “Os dados sugerem que é recomendável encorajar intervalos maiores entre as doses, como 28 dias, na implementação da vacina”, escrevem no artigo.

A bula da Coronavac estipula o intervalo para a segunda dose como de 14 a 28 dias, mas a aplicação a partir do 21º já é defendida pelo Butantan desde o mês de janeiro. Um intervalo ainda maior entre as doses chegou a ser cogitado como forma de ampliar a cobertura da vacinação e acelerar a aplicação, o que acabou não sendo implementado. Um intervalo superior a 28 dias não é consenso entre os especialistas diante dos efeitos não estudados sobre a eficácia do imunizante.

Uma outra informação que consta do artigo é que a Coronavac se revelou eficaz na proteção contra as chamadas variantes de preocupação P.1 e P.2 do vírus SARS-CoV-2. “Apesar de as variantes terem várias mutações que são chave para o funcionamento de muitos anticorpos, houve uma neutralização consistente dessas variantes por parte do soro dos participantes que receberam a vacina inativada”, pontuaram os especialistas no documento.

O aumento da circulação da P.1, a chamada variante brasileira, primeiramente identificada em Manaus, é associado à vertiginosa elevação da curva de casos, internações e mortes vista no País a partir de janeiro. No início do ano, a crise em Manaus chegou a afetar o abastecimento de oxigênio, problema que se alastrou pelo Brasil a partir de fevereiro com continuidade em março, o mês mais letal da pandemia até aqui, com 66 mil mortes pela doença.

Por Estadão Conteúdo

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