São Paulo oferecerá a primeira turma do projeto no próximo semestre. Inscrições estarão abertas a partir de 15 de junho
O Sesc EAD EJA, curso que oferece a jovens e adultos formação gratuita no Ensino Médio integrado a qualificação profissional, oferece no próximo semestre 922 vagas em 12 estados. Entre eles São Paulo, que abre sua primeira turma no projeto com oferta da habilitação em Produção Cultural. As inscrições poderão ser feitas de 15 de junho a 17 de julho, pelo site www.sesc.com.br/ead. O início das aulas está previsto para 10 de agosto de 2026.
Podem participar da seleção candidatos com 18 anos ou mais, com Ensino Fundamental completo e residentes nos estados de Amazonas, Espírito Santo, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.
O curso tem duração de três semestres, sendo composto por atividades desenvolvidas em ambiente virtual de aprendizagem e encontros semanais presenciais obrigatórios nos polos em cada estado. As habilitações profissionais oferecidas pelo projeto são Produção Cultural e Assistente de Marketing e Vendas. Na mediação do conteúdo virtual são utilizados recursos como videoaulas, quizzes, questionários, ilustrações, webconferências, entre outros.
Ao final, os estudantes recebem certificado de conclusão do Ensino Médio com a qualificação profissional escolhida. O projeto é realizado em articulação com o Senac RS, responsável pela plataforma de realização do curso.
Sesc EAD EJA – O Sesc EAD EJA (Educação a Distância para Jovens e Adultos) tem como objetivo dar a jovens e adultos a oportunidade de retomarem os estudos com mais flexibilidade, em um modelo híbrido, com 50% do currículo desenvolvido a distância e 50% presencialmente. Durante os encontros nos polos, os alunos têm a possibilidade de desenvolver na prática atividades relacionadas à qualificação profissional escolhida. O projeto atualmente está presente em 18 estados, abrangendo todas as regiões do país. Mais de 7,5 mil alunos já se formaram pelo Sesc EAD EJA e cerca de 40% seguiram os estudos com ingresso no ensino superior.