Conecte-se Conosco

Educação

SESI Pernambuco abre inscrições para três cursos gratuitos a distância

Publicado

em

No intuito de ajudar a inserir profissionais qualificados no mercado de trabalho ou melhorar as competências dos que já trabalham, o SESI Pernambuco abriu inscrições para três cursos gratuitos totalmente a distância. São 300 vagas, distribuídas entre os cursos de Inclusão Social e Diversidade, Ética e Sustentabilidade e Relações de Gênero na Indústria.

As inscrições devem ser feitas até o dia 15 de outubro pelo site da instituição. Os candidatos precisam possuir e-mail válido, noções básicas de informática e acesso à internet. Para receber o certificado de conclusão, é necessário que o aluno conclua a carga horária total da capacitação, além de alcançar 70 pontos na prova de avaliação online.

Os cursos a distância do SESI-PE possuem módulos autoinstrucionais, ou seja, os estudantes não precisam do acompanhamento de um tutor online. Ele mesmo pode administrar seu ritmo de estudo e aprendizagem.

 

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram.Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9101-6973.

Educação

Covid-19: Estudo indica como vírus se espalha em uma sala de aula

Publicado

em

A pesquisa apontou que, mesmo com distância de mais de 2 metros entre os estudantes, partículas minúsculas suspensas no ar podem circular entre eles

Em meio a incertezas em todo o mundo sobre o risco de reabrir escolas, um estudo publicado ontem indicou o caminho da contaminação em uma sala de aula. Por simulação computacional, a pesquisa apontou que, mesmo com distância de mais de 2 metros entre os estudantes, partículas minúsculas suspensas no ar podem circular entre eles. Medidas como abrir janelas e instalar barreiras de vidro ou acrílico nas carteiras são capazes de reduzir os riscos.

Conduzida por cientistas da Universidade do Novo México (EUA), a simulação considera uma sala com janelas e um sistema de ar-condicionado central, que filtra e faz a renovação do ar – algo incomum no Brasil, onde se vê o sistema comum de refrigeração. No modelo estudado, até a posição do aluno na classe tem influência na quantidade de partículas que ele recebe.

Em julho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu o risco de transmissão do novo coronavírus pelo ar. Isso significa que, além do contato com superfícies contaminadas ou com gotículas de saliva, é possível ter contato com o vírus por partículas que ficam suspensas (os aerossóis) e podem ser carregadas por correntes de ar. Essas podem permanecer no ambiente por algumas horas, o que eleva a preocupação com lugares fechados. O papel da contaminação por aerossóis no total de infecções ainda não está bem descrito.

Os pesquisadores fizeram a análise considerando uma sala de aula de 81 metros quadrados de área e 3 metros de altura. Pelo modelo, os alunos estão dispostos em três fileiras, com o professor à frente. Mesmo a uma distância de 2,4 metros entre os alunos (superior à adotada em escolas brasileiras), os especialistas verificaram que pode ocorrer o transporte de partículas de um estudante para outro, o que indica a necessidade de adaptação das salas, uso de máscaras e higienização das mãos. “Mesmo com 9 estudantes na sala e 2,4 metros de distância entre eles, aerossóis são transmitidos em quantidades significativas entre estudantes e de um estudante para a mesa de outro”, indica o trabalho, publicado nesta terça na revista Physics of Fluids, do Instituto Americano de Física.

Partículas liberadas por um aluno podem ficar, por exemplo, sobre o caderno ou estojo de outro, o que, segundo os autores, eleva a necessidade de higienização constante das mãos, mesmo que não se tenha tocado nos pertences dos colegas. O risco de contaminação diminui se as janelas da sala de aula forem abertas. De acordo com a simulação computacional, abrir as janelas (mesmo com o ar-condicionado ligado) aumenta a fração de partículas que saem da sala em 38% em comparação com o modelo de janelas fechadas. Também reduz a deposição de aerossóis nos estudantes em 80%.

Já o uso de barreiras nas carteiras, como as telas de vidro ou de acrílico, pode ser ainda mais eficiente: elas não são capazes de “blindar” por completo os estudantes, mas chegam a reduzir em 92% a transmissão de aerossóis de um mícron (milésima parte do milímetro). No modelo estudado – e considerando o sistema de ar-condicionado central da sala de aula – o aluno posicionado no meio da sala transmite mais partículas. Já aqueles localizados nos cantos de trás do espaço seriam mais poupados dessas partículas.

Segundo os autores, essas informações podem ser levadas em consideração na hora de planejar o posicionamento dos alunos. No modelo descrito, seria interessante, por exemplo, eliminar a posição do estudante do centro e colocar estudantes do grupo de risco nos cantos.

A pesquisa não considerou, necessariamente, que os estudantes estivessem usando máscara, mas os resultados se aplicariam para ambos os cenários, segundo os autores. “As máscaras têm duas principais funções: prendem algumas das partículas exaladas e potencialmente inaláveis e diminuem a velocidade do ar exalado que contém partículas de aerossol. Não presumimos especificamente que os alunos estejam usando máscaras, mas isso não afeta de forma significativa a aplicabilidade do estudo”, explicou ao Estadão Khaled Talaat, do Departamento de Engenharia Nuclear da Universidade do Novo México (EUA).

Os pesquisadores afirmam ainda que mais estudos são necessários e os números obtidos se referem ao modelo de sala de aula considerado. No entanto, os resultados podem ser qualitativamente aplicados para outras salas de aula.

Brasil

Parte das escolas particulares de São Paulo contratou a assessoria de hospitais para elaborar seus protocolos de retomada. E há uma indicação geral de que as escolas desliguem o ar-condicionado e abram janelas e portas (Mais informações nesta página). Pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) indicou que 3.275 municípios brasileiros ainda não veem condições sanitárias para retomar as aulas presenciais na rede básica de ensino neste ano. O número equivale a 82% das prefeituras consultadas. Segundo o presidente da entidade, Glademir Aroldi, até mesmo o clima é considerado nessa decisão.

“Na flexibilização de um bar, vai a um bar quem acha que pode ir. Na escola, quando abrir, você faz com que os alunos acabem frequentando, permaneçam por um período longo e voltem para a casa, convivam com pais, avós. É uma situação mais complexa. Em algumas regiões, precisa do ar-condicionado ligado o tempo todo”, disse ele. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram.Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9101-6973.

Continue lendo

Educação

MEC discute novas formas de avaliar ensino superior

Publicado

em

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, ressaltou que o papel da pasta é melhorar a qualidade do ensino superior.

Segundo Lopes, uma revisão do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) está sendo debatida internamente e junto a fóruns como o Conselho Nacional de Educação (CNE). “A lei do Sinaes é de 2004. Acho que é o momento da gente reavaliar nosso processo avaliativo, nosso processo regulatório. Isso vai ser feito junto com as instituições de ensino superior públicas e privadas”.

A reformulação do marco normativo está sendo discutida internamente, de acordo com o presidente do Inep, e posteriormente será debatida com os demais representantes do setor.

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, ressaltou que o papel da pasta é melhorar a qualidade do ensino superior. “Está na hora de pararmos um pouco e pensarmos na qualidade. Impossível os valores do orçamento do MEC e a qualidade que temos na educação brasileira. Nós precisamos tomar uma atitude”, disse, acrescentado que “precisamos focar na qualidade. Acho que não podemos mais pensar em quantidade de uma maneira desequilibrada. Precisamos focar na qualidade”.

Os resultados do conceito Enade, calculado a partir do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), feito por estudantes que estão concluindo os cursos superiores, e do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD), mostram que os cursos das universidades federais tiveram melhores desempenhos que os das instituições privadas, que é onde está matriculada a maior parte dos estudantes avaliados.

“Essa semana, nós tomamos algumas decisões que, de maneira muito direta, podem parecer não tão simpáticas à educação, [como a] suspensão de vestibular. Esse vai ser o ritmo que queremos dar ao MEC, de assumir mesmo uma posição na avaliação da educação superior. Eu não tenho, e a nossa equipe [também] não, receio de fazer o que for preciso para suspender, credenciar ou descredenciar instituições. Queremos focar na qualidade”, defendeu Ribeiro.

Além de medir o desempenho dos estudantes, o Inep coleta, por meio de questionários, informações sobre o perfil desses estudantes, o que, de acordo com a autarquia, precisa ser levado em consideração quando se olha para os resultados dos exames. A maior parte dos alunos de educação à distância, 55%, por exemplo, trabalha 40 horas por semana, e apenas 12% não trabalham. Na educação presencial, as porcentagens se invertem, 52% não trabalham. Os resultados dos indicadores mostram que estudantes de cursos presenciais têm melhores resultados que aqueles de ensino à distância.

Alexandre Lopes explicou que as instituições participantes do processo de avaliação têm acesso detalhado do desempenho dos estudantes e a comparações com outras instituições de ensino com perfil semelhante.

“Uma das principais informações que a gente pode dar como indutor da qualidade é essa informação especializada. Essa é a importância da avaliação externa. Ser uma avaliação nacional permite essa comparabilidade. Então, além dos resultados das avaliações internas e dos próprios processos avaliativos dos professores, esse tipo de avaliação externa permite a comparação e permite que a instituição reflita sobre isso e procure trabalhar o seu projeto pedagógico”, disse.

Os resultados da avaliação divulgados hoje (20) ainda não mostram o impacto da pandemia do novo coronavírus (covid-19) na educação. O Enade, que seria aplicado este ano, de acordo com Lopes, foi adiado para 2021. Somente após esses resultados será possível medir os níveis de abandono e de aprendizagem no ensino superior em 2020, disse.

O Enade 2019 avaliou os cursos das áreas de ciências agrárias, ciências da saúde e áreas afins; engenharias e arquitetura e urbanismo; e os cursos superiores de tecnologia nas áreas de ambiente e saúde, produção alimentícia, recursos naturais, militar e de segurança. Entraram na avaliação, por exemplo, os cursos de medicina e enfermagem. A cada ano, um conjunto diferente de cursos é avaliado.

Por Agencia Brasil

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram.Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9101-6973.

Continue lendo

Educação

Governo de PE prorroga suspensão de aulas presenciais para crianças e adolescentes nas redes pública e particular

Publicado

em

O governo de Pernambuco prorrogou até, ao menos, 31 de outubro a suspensão das aulas presenciais para os alunos dos ensinos infantil e fundamental. O prazo terminava nesta segunda-feira (19). A decisão é válida para as redes pública e privada, em todo o estado. De acordo com a gestão estadual, a medida foi tomada pelo Gabinete de Enfrentamento à Covid-19.

As aulas em instituições de ensino foram suspensas em todo o estado desde março, para evitar a disseminação do novo coronavírus. Já houve retomada de aulas no ensino superior, em cursos técnicos, profissionalizantes e de idiomas.

No ensino médio, voltaram às aulas os alunos do terceiro e segundo ano da rede privada. Na rede pública, a previsão de retorno é na quarta-feira (21). Há, no entanto, um impasse entre o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Pernambuco (Sintepe) e o governo do estado.

A categoria chegou a conseguir, na Justiça, uma liminar impedindo as aulas. A decisão, no entanto, foi suspensa pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Nesta segunda, os professores, em assembleia feita pela internet, decidiram que não vão retomar às atividades na quarta-feira. O estado informou, por nota, que as atividades estão mantidas, mesmo com a decisão da categoria.

O Judiciário entendeu que medidas de prevenção à Covid-19, adotadas pelo governo e por parte da população, “causaram uma baixa no nível de contaminação e de mortes” no estado, levando “à edição de novos decretos permissivos de abertura, tais como, bares, restaurantes, shoppings, cinemas, academias, etc”.

Paralelamente, outra ação, movida pelo Sindicato dos Professores de Pernambuco (Simpro) na Justiça do Trabalho, também suspendeu as aulas na rede privada. Essa liminar que atingia a rede particular foi derrubada no dia 8 de outubro. Fonte: G1PE

 

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram.Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9101-6973.

Continue lendo

Trending