“Nós temos várias pautas. Primeiramente, o piso salarial, que a gente já viu aí o aumento do governo e nós queremos reivindicar por mais até para a questão da educação melhorar mais um pouco, sendo os trabalhadores valorizados. E temos também a questão do PCCR, que nós já participamos desse estudo do PCCR. Ele foi concluído em dezembro e até agora ele não passou ainda por a mão das pessoas que deveriam passar para poder vir à Câmara para ser aprovado. O PCCR é o Plano de Cargos e Carreiras do Trabalhador em Educação. E temos também o descongelamento das progressões”, explicou Veraluza.
A categoria cobra, de forma pacífica, a retirada de um projeto que prolonga o congelamento das progressões, alegando que a medida contraria a legislação federal, já sancionada, que garante o direito aos servidores. Outro ponto é a inclusão de auxiliares e monitores de creche no piso da educação e os representantes afirmam que seguirão mobilizados até que as demandas sejam atendidas pela gestão municipal:
“Descongelamento das progressões, também como o ano passado a prefeita negociou com o sindicato, que já iam começar a descongelar. Só que aí tinha um congelamento de um ano e sete meses do tempo da pandemia. Só que após esse congelamento de um ano e sete meses, o procurador do município fez aí um projeto e mandou para a Câmara, onde ele congelava por mais tempo. E agora, como a gente está vendo que tem uma lei maior que é a Lei Federal, onde diz que é para ter o descongelamento geral, nós temos a lei maior que é a Lei Federal, onde também o servidor tem direito a ser retroativado por esse tempo. E já foi sancionado pelo presidente Lula, que todos os municípios façam isso automaticamente. Mas como nós temos esse projeto aqui mandado para a Câmara e aprovado pelo procurador, então a gente está buscando que o procurador tire esse projeto de pauta para que a gente possa avançar”, pontuou Nogueira, complementando:
“E uma das lutas maiores, são essas progressões, onde o servidor está tendo muita perda com isso. Então ele vai ter que mandar esse projeto para a Câmara para a gente poder dar entrada nas nossas progressões. Aí temos também a questão da inclusão dos auxiliares de creche, monitores de creche, que onde ele diz que ele trabalha como professor, ele também é professor. A gente quer que ele seja incluso, como manda a lei, com o piso do trabalhador. E outros pontos que apareceram já agora, que a gente vai colocar em discussão, porque vai aparecendo mais pontos, mais pontos, e a gente vai fazer essa discussão aqui hoje para que a gente traga categoria e também a gente possa trazer a prefeita para nos atender. Porque caso não atender, nós vamos continuar sempre fazendo nossa luta”, finalizou.
Fotos: Vinicius Campos/Farol de Notícias
Por Farol de Notícias