Na noite de terça-feira, 30 de junho, uma técnica de enfermagem identificada como Rosane de Oliveira foi assassinada a tiros em sua casa, localizada em Araquari, Santa Catarina. O crime ocorreu na presença do filho da vítima, que se tornou testemunha ocular do atentado. O principal suspeito da morte é o companheiro de Rosane, que deixou o local em uma motocicleta logo após os disparos.
As Equipes do Corpo de Bombeiros foram chamadas para prestar socorro, mas Rosane já estava sem vida quando os socorristas chegaram. De acordo com as informações, a mulher apresentava três perfurações causadas por disparos de arma de fogo.
Rosane de Oliveira trabalhava no Pronto Atendimento 24 Horas do município, onde prestava serviços essenciais à comunidade. Em resposta ao crime, a Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) instaurou um inquérito policial imediatamente após o ocorrido, iniciando os primeiros levantamentos no local com a assistência da Polícia Científica.
A corporação também solicitou exames periciais que incluem a necropsia e laudos complementares, essenciais para a elucidação do caso. Até o momento, foram coletados depoimentos do filho da vítima e de outra testemunha, além de novas oitivas de familiares e pessoas próximas, que estão sendo realizadas para elucidar a dinâmica do relacionamento entre Rosane e o suspeito.
A Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) de Araquari está à frente das investigações, comprometendo-se a adotar todas as medidas necessárias para esclarecer as circunstâncias do homicídio e identificar o autor do crime. O suspeito permanece foragido, e as autoridades seguem em busca de pistas que possam levar à sua captura.