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Política

Toffoli diz que ‘se tudo vai parar no Supremo, é o fracasso da sociedade, não a solução’

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, disse na manhã desta segunda-feira em São Paulo que “a quantidade de informações presentes na Constituição leva tudo ao STF”. “Se tudo vai parar no Supremo, é o fracasso da sociedade, não a solução”, defendeu.

“Menos Constituição é menos judicialização”, defendeu o ministro em evento com banqueiros na capital paulista.

“Toda reforma da Constituição traz mais peso, maior judicialização. Toda a vida das pessoas vai parar no Judiciário”, explicou. “Resguardadas as garantias fundamentais, o que mais precisa estar na Constituição?”, questionou.

Segundo Toffoli, o Judiciário atua como ‘poder moderador’ entre as instituições, comparado, segundo ele, ao papel desempenhado pelos militares no passado no país. Ele criticou, porém, o aumento da participação do STF nas questões políticas.

“Se o Judiciário for além dos seus limites, ele vai ter o mesmo desgaste e o mesmo problema que as Forças Armadas tiveram no passado”, salientou ele, defendendo que os meios políticos devem achar soluções para os problemas, “porque o Judiciário só faz soluções provisórias. O Judiciário não é para decidir o presente, mas o passado”, afirmou.

Segundo Toffoli, “o Brasil ficou travado em quatro anos num moralismo enfrentando questões de ordem e esquecendo o progresso”. “Você nunca vai ter progresso se tiver que ter ordem como uma premissa”, salientou.

“A arte da política não é atacar o outro para se autopromover. O juiz tem que ter prudência, tem que ter autocontrole. O poder de um juiz nos STF é muito grande. Os conflitos dos partidos e entre os poderes vão parar no Supremo”, disse.

Toffoli defende que a reforma tributária faça “a revogação” do artigo 192 da Constituição do Brasil que trata do sistema financeiro nacional.

Ele defendeu também a necessidade da edição de uma lei complementar para a regulamentação da participação de capital financeiro internacional nas instituições. A lei complementar teria que ser criada pela União, e nunca foi criada, levando, assim, todas as questões sobre o tema ao Supremo.

Diz o artigo 192: “O sistema financeiro nacional, estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade, em todas as partes que o compõem, abrangendo as cooperativas de crédito, será regulado por leis complementares que disporão, inclusive, sobre a participação do capital estrangeiro nas instituições que o integram.”

Toffoli defendeu o atual governo federal, afirmando que deve ser “respeitado”.

“O Supremo tem que ter autocontrole e respeitar os outros poderes. Temos que respeitar resultado das urnas, que foi o resultado de 2018. A sociedade tem pressa e quer resultados e serviços públicos funcionando”, defendeu o ministro. Por Tahiane Stochero

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Política

Alexandre Padilha quer disputar prefeitura de SP pelo PT

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Ele foi ministro da Saúde durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff e secretário da Saúde da capital paulistana na gestão de Fernando Haddad

deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) afirmou neste sábado, em evento no Sindicato dos Químicos de São Paulo, que colocou o seu nome “à disposição” do partido para ser candidato a prefeito da cidade em 2020. Ele foi ministro da Saúde durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff e secretário da Saúde da capital paulistana na gestão de Fernando Haddad.

Lembro da minha candidatura a governador (de São Paulo). Foi uma campanha difícil num momento difícil. Tive 19% (dos votos) no Estado, mas tive 23% no primeiro turno aqui na capital”, diz Padilha em um vídeo do pronunciamento que fez no sindicato.

Na sua visão, a campanha municipal no ano que vem “tem de botar (o ex-presidente) Lula na rua”. “É uma campanha para politizar. (Eu) me sinto preparado para falar do Lula porque fui ministro do Lula”, comentou.

Padilha conclui a gravação apontando que, independentemente de quem seja o nome do PT na disputa da capital, “o mais importante” é que o partido “decida essas coisas ouvindo a base, ouvindo a militância”.

“Uma candidatura de cúpula, definida na casa de alguém, não tem futuro no PT. No PT, a gente constrói as coisas ouvindo o povo, ouvindo a militância, porque só assim a gente consegue ganhar”, encerra o deputado.

As declarações em que Padilha se posiciona como pré-candidato à prefeitura vêm à tona num momento em que, segundo apurou o Estadão, Lula e o PT trabalham por uma chapa liderada por Fernando Haddad e com a ex-prefeita e ex-senadora Marta Suplicy (sem partido) como vice.

Em entrevista na semana passada ao portal Congresso em Foco, Padilha apontou Haddad como o principal nome do PT para a disputa. “Não tenho dúvida nenhuma que Haddad é um nome natural. Esse debate tem que ser feito e eu estou à disposição”, declarou na ocasião. (POR ESTADAO CONTEUDO)

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Política

https://blogdosilvalima.com.br/pernambuco-vai-sediar-o-primeiro-centro-de-distribuicao-da-amazon-no-nordeste/

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No varejo, com uma alta de 8%, a carne bovina foi a responsável pelo aumento da inflação, que chegou a 0,51% este mês

presidente Jair Bolsonaro fez uma live nesta segunda-feira (9) para tentar rebater as críticas que tem recebido pela alta no preço da carne no Brasil. No varejo, com uma alta de 8%, a carne bovina foi a responsável pelo aumento da inflação, que chegou a 0,51% este mês.

“Estou levando pancada sobre o preço da carne”, disse o presidente, que, com a ministra Tereza Cristina, da Agricultura, fez uma apresentação sobre o desenvolvimento do agronegócio no Brasil e sobre a pecuária.

“É temporário, o senhor pode garantir à população”, disse a ministra sobre o aumento do preço da carne bovina, que puxou os preços da carne suína e da carne de aves neste final de ano.

Bolsonaro disse que tabelar a carne – como, segundo ele, parte de seus eleitores tem pedido – não é uma opção viável. Citou a Venezuela, que de acordo com ele tem tabelamento mas não tem o produto no mercado.

O presidente afirmou que na disputa do mercado internacional “tem lobby e tem cartéis que não são fáceis”, o que influi nos preços.

“O governo não tem a força que o povo acha que eu tenho”, disse ele.

Bolsonaro falou também sobre o uso de cartão corporativo.

“Eu não pago nada mesmo. Posso sacar ate R$ 24 mil por mês. Mas não tô comendo lagosta todo dia, não”, disse Bolsonaro, falando que os cartões tratam da alimentação de funcionários do palácio.

Baleias

Durante a live, ao ouvir de uma assessora de Tereza Cristina que o Brasil elimina anualmente o equivalente a 50% das emissões de carbono de um país como a Noruega, Bolsonaro aproveitou para provocar o país europeu.

“Pessoal dessa área aí gosta de matar baleia”, ironizou.Com informações BuzzFeed BR

Por Notícias ao Minuto Brasil

 

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Política

Bolsonaro volta a exaltar ações de presidentes da ditadura militar

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O presidente também voltou a falar da Amazônia em discurso na cerimônia comemorativa ao Dia do Marinheiro

presidente Jair Bolsonaro voltou a exaltar ações de governos do regime militar em evento da Marinha nesta sexta-feira, 13. Acompanhado do vice-presidente Hamilton Mourão, Bolsonaro participou da cerimônia comemorativa ao Dia do Marinheiro, celebrado em 13 de dezembro, e da Imposição da Medalha Mérito Tamandaré. Em seu discurso, o presidente lembrou, por exemplo, que no governo de Garrastazu Médici, o mar territorial brasileiro passou de 12 para 200 milhas náuticas.

“Em todos os momentos que a história assim se fez presente, assim desejou, os militares cumpriram para com o seu papel”, enalteceu o presidente. Bolsonaro aproveitou para abordar a responsabilidade e desafio de cuidar da Amazônia Azul. “Precisamos cada vez mais dar meios para que vocês (militares) realmente possam fornecer segurança devida ao progresso da nossa nação”, afirmou.

Nesta semana, em evento na Confederação Nacional da Indústria (CNI), o presidente também discursou para empresários sobre feitos dos militares durante o regime.

Bolsonaro destacou ainda em sua fala o que considera ser a cobiça internacional relacionada à Amazônia. “Somos um dos países mais ricos do mundo. Temos o que os outros em grande parte não têm. Temos a cobiça internacional sobre essas riqueza. Dando o devido valor às Forças Armadas, teremos garantia de que a Amazônia é nossa”, disse.

Além das forças militares, o presidente aproveitou para agradecer ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal (STF). “Tenho a gratidão pelas Forças Armadas, Câmara e Senado, sem esquecer do Poder Judiciário, em especial o nosso Supremo Tribunal Federal, que em muitas medidas têm nos ajudado a garantir a governabilidade”, declarou. (POR ESTADAO CONTEUDO)

 

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