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Três palestinos morrem e 126 ficam feridos durante protestos em Gaza

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Entre as vítimas fatais está um adolescente de 13 anos.

Forças israelitas mataram a tiros, nesta sexta-feira (5), três palestinos, incluindo um adolescente de 13 anos, quando milhares de pessoas voltaram a protestar ao longo da barreira que divide a Faixa de Gaza de Israel, referiu o Ministério da Saúde de Gaza. A pasta disse que o rapaz foi atingido no peito, e outros dois homens, de 24 e 28 anos, respectivamente, foram baleados nas costas.

Além dos óbitos, também foram contabilizados 126 feridos durante as manifestações. Ao responderem a um apelo do Hamas, o grupo islâmico militante no poder em Gaza, milhares de palestinos se concentraram em cinco locais ao longo da “barreira de segurança”, queimaram pneus, lançaram pedras e entoaram palavras de ordem contra o bloqueio israelense-egípcio do território.

Porta-vozes militares israelitas referiram que 20 mil manifestantes se concentraram hoje junto à fronteira comum, e lançaram artefatos explosivos e pedras em direção às tropas, que responderam com granadas de gás lacrimogêneo e balas para dispersar a multidão.

A Força Aérea do Estado judaico também efetuou dois ataques aéreos em reposta a um alegado disparo de explosivos, e, apesar de ter sido atingido um local próximo de um posto identificado da Associated Press (AP), não se registraram feridos, indicou a agência.

O Hamas, que tomou o poder em Gaza em 2007 após ter derrotado a Autoridade palestina nas legislativas do ano anterior, luta pelo fim do bloqueio que arrasou a economia local e colocou a taxa de desemprego acima dos 50%, com pesados custos para os dois milhões de habitantes palestinos deste enclave.

O Hamas iniciou os protestos em março e com uma frequência semanal, mas que se intensificaram recentemente após a derrota das negociações sobre um acordo de cessar-fogo mediadas pelo Egito e destinadas a suavizar o bloqueio total.

Desde o início dos protestos, já foram mortos pelas forças israelitas 148 palestinos, incluindo 33 jovens com menos de 18 anos. Em agosto, um atirador de Gaza matou um soldado israelita, e a resposta de Estado judaico fez recear o início de uma nova guerra em larga escala. Com informações da Lusa.

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Ex-funcionário da Netflix ameaça estar armado e é detido em Los Angeles

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Incidente provocou fechamento do prédio da empresa

Um ex-funcionário da Netflix de Los Angeles (EUA) entrou no prédio da empresa dizendo estar armado e foi detido pela polícia, segundo informações do G1.

O edifício chegou a ser fechado, assim como o prédio da emissora de TV KTLA, que funciona na mesma região, e as pessoas foram impedidas de sair.

O Departamento de Polícia de Los Angeles declarou que o ex-funcionário apenas afirmou estar armado, e uma pessoa que escutou se assustou e chamou a polícia. O autor da ameaça não portava nenhuma arma.

At #netflix. On lockdown. Foer Netflix employee threatening to shoot. pic.twitter.com/0vaVMKLcYb

— Sarah Faubion/Smith (@faubs) 15 de fevereiro de 2019

A suspect is in custody in the incident that led to lockdown at @netflix@KTLA at Sunset Bronson lot in Hollywood, per @LAPDHQhttps://t.co/OW1j4qfjos

— KTLA (@KTLA) 15 de fevereiro de 2019

(Por Mundo ao minuto)

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Mundo

Espanha antecipa eleições legislativas pela terceira vez desde 2011

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Depois que, em 2015, Rajoy não obteve maioria para formar seu segundo governo, o conservador se viu forçado a convocar uma nova eleição, em junho de 2016

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, afirmou nesta sexta-feira (15) que o país terá eleições parlamentares antecipadas em 28 de abril.

O anúncio vem dois dias depois de o líder socialista sofrer uma derrota dura na Câmara dos Deputados, ao ver a proposta de orçamento do Executivo para 2019 ser rechaçada, o que inviabiliza a implantação de seu programa de governo.

O premiê espanhol, Pedro Sánchez, anuncia nesta sexta (15) a antecipação das eleições legislativas na Espanha para abril O calendário eleitoral espanhol só previa eleições legislativas em meados de 2020, quatro anos depois das que selaram um segundo mandato para Mariano Rajoy (do Partido Popular, de direita).

O conservador seria derrubado em junho de 2018 por uma moção de desconfiança votada pelos deputados em meio a um escândalo de corrupção envolvendo o PP. Foi quando Sánchez chegou ao poder.

É a terceira vez em oito anos que a Espanha antecipa as eleições legislativas, e os líderes socialistas não têm um retrospecto auspicioso em tomar essa decisão.

Em 2011, José Luis Zapatero adiantou em quase seis meses a votação prevista para o ano seguinte e não conseguiu emplacar seu terceiro mandato. Na década anterior, Felipe González fez o mesmo, e justamente ao ter sua proposta de orçamento rechaçada pelo Legislativo. Seria o fim de um período de quase 14 anos à frente da Espanha.

Depois que, em 2015, Rajoy não obteve maioria para formar seu segundo governo, o conservador se viu forçado a convocar uma nova eleição, em junho de 2016.

Na votação da últma quarta-feira (13) na Câmara, Sánchez não teve o apoio dos partidos independentistas catalães, essenciais, oito meses antes, para a aprovação da moção que havia tirado Rajoy do palácio da Moncloa.

Os secessionistas insistem em que Sánchez reconheça o direito da Catalunha à autodeterminação, o que ele descarta peremptoriamente.

Se o socialista o fizesse, abriria margem para um novo plebiscito sobre a separação da região do resto da Espanha –desta vez, legal, ao contrário do realizado em outubro de 2017, não reconhecido por Madri e que resultou em uma declaração unilateral de independência e, mais tarde, na prisão de vários líderes do movimento, julgados nesta semana.

O governo fez nos últimos meses vários gestos de aproximação em relação aos separatistas catalães: desenhou um orçamento que aumentaria o volume de recursos destinados à comunidade autônoma, retomou o diálogo bilateral com a administração regional e aceitou a nomeação de um “relator” externo para as negociações entre os partidos locais com vistas a dar fim ao impasse -várias legendas se opõem ao “divórcio” de Madri.

Os acenos enfureceram a direita, que viram neles deferência excessiva, como se se tratasse de uma relação entre dois países independentes, e não de um contato entre o Executivo nacional e alguns representantes locais, regionais.

A questão da independência deve estar no centro da campanha e do debate político até abril. Como a economia espanhola vai relativamente bem, com projeção de crescimento na casa dos 2% em 2019, não deve estar no topo das inquietações dos eleitores.

As primeiras pesquisas mostram os socialistas ligeiramente à frente do PP (com média de 24% das intenções de voto, contra 21% dos conservadores). Em seguida, aparecem a legenda de centro-direita Cidadãos, com 18%, os esquerdistas radicais do Podemos, com 15%, e a nova sigla de ultradireita Vox, com 11%.

Se esse prognóstico se confirmar, os socialistas terão dificuldade em formar um governo -somados seus votos com os do Podemos, mal chegariam a 40% do total.

Podem precisar selar uma aliança com o Cidadãos, o que hoje parece muito improvável, já que o partido centrista tem se deslocado para a direita nos últimos meses e, em dezembro, fechou uma aliança com PP e Vox para encerrar a hegemonia socialista de quase quatro décadas no comando da Andaluzia.

(Por Folhapress)

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Mundo

Trump declara emergência nacional para construir muro na fronteira

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Anúncio foi feito após aprovação do Orçamento de 2019 sem verba para que o republicano cumprisse uma das suas principais promessas de campanha

O presidente americano, Donald Trump, declarou emergência nacional nesta sexta-feira (15), medida que permite contornar o Congresso e rearranjar o orçamento para deslocar recursos e construir um muro na fronteira com o México, antiga promessa de campanha.

O anúncio foi feito nos jardins da Casa Branca. “Eu vou assinar uma emergência nacional, que já foi assinada algumas vezes antes”, afirmou o presidente.

Trump negou que a declaração seja motivada apenas por uma promessa de campanha, mas sim por uma crise na fronteira. “Nosso país está indo muito bem economicamente, mas uma coisa que eu disse que queria fazer é [aumentar] a segurança na fronteira.”

O presidente, que esteve nesta semana em El Paso (Texas) para defender a necessidade de uma barreira física na fronteira, afirmou que muros funcionam 100%.

“Você não precisa ser muito inteligente para saber que você coloca uma barreira, as pessoas chegam, e não podem fazer mais nada, a menos que achem uma área que não tenha barreira”, ironizou.

No discurso, Trump agradeceu o apoio do presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, contra o que chamou de caravanas “monstruosas” que partem da América Central em direção aos EUA.

A “National Emergencies Act”, a lei que autoriza o presidente dos EUA a declarar uma emergência nacional para conceder-se poderes extraordinários, é de 1976.

Vários presidentes americanos usaram essa prerrogativa, como George W. Bush após os atentados de 11 de setembro de 2001, e Barack Obama, durante a epidemia da gripe H1N1 em 2009.

As emergências nacionais, segundo a lei, podem durar um ano e ser encerradas, mas o presidente poderia renovar a declaração 90 dias antes do prazo em que terminaria. Enquanto isso, o Congresso pode considerar se vai adotar uma resolução para encerrar a situação.

Essa resolução conjunta poderia passar primeiro na Câmara dos Deputados, de maioria democrata. A seguir, o Senado, de maioria republicana, teria 18 dias para votar. Se o Senado aprovar, Trump ainda assim poderia anular a medida, e o Congresso teria que reunir votos suficientes para invalidar o veto do presidente.

A declaração de emergência ocorreu um dia após o Congresso aprovar uma legislação que permite manter o governo financiado e evitara uma nova paralisação parcial, mas sem os recursos que o republicano queria para a obra.

A legislação foi aprovada no Senado por 83 votos a favor e 16 contra. Na Câmara, passou com 300 votos a favor e 128 contrários. A seguir, foi enviada para o presidente para promulgação.

A lei prevê o financiamento de nove departamentos e agências até 30 de setembro. Além disso, dispõe US$ 1,375 bilhão (R$ 5 bilhões) para construção de 90 km de novas cercas ao longo da fronteira com o Texas.

O valor é inferior aos US$ 5,7 bilhões (R$ 21 bilhões) que Trump exigia para a obra. Mas, ao declarar emergência, o presidente consegue obter fundos para a obra mesmo sem o aval do Congresso e recorrer às Forças Armadas para realizar a obra.

A decisão do republicano de declarar emergência deve abrir novo embate entre Executivo e Legislativo, e não é consenso nem sequer dentro de seu partido. Do Maine, a senadora republicana Susan Collins qualificou a opção como “um erro”.

Segundo ela, o presidente recorrer à alternativa para redefinir o destino de bilhões de dólares já alocados pelo Congresso a outras finalidades que já estão previstas em lei poderia “minar o processo”, “a vontade do Congresso e ter constitucionalidade duvidosa”.

Na última paralisação, que durou 35 dias e foi a mais longa da história americana, 800 mil funcionários foram colocados de licença ou trabalharam sem receber seus pagamentos até que Trump recuou e aceitou um acordo para reabrir o governo sem dinheiro para o muro.

O apagão custou US$ 11 bilhões (R$ 41 bilhões) à economia americana, segundo estimativas da comissão orçamentária do Congresso.

A análise reflete perdas provocadas por falta de trabalho dos funcionários federais, queda nos gastos do governo e redução da demanda durante o tempo em que o governo ficou parcialmente parado.

Durante a campanha eleitoral de 2016, o presidente prometeu que o México pagaria pelo muro. Desde que assumiu o cargo, porém, insistiu que o projeto fosse financiado com dinheiro de contribuintes americanos.

(Por Folhapress)

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