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Tufão Hagibis provoca uma morte antes de chegar ao Japão

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O tufão Hagibis fez sua primeira vítima neste sábado, antes mesmo de tocar a terra no Japão, onde mais de um milhão de pessoas receberam orientação para abandonar suas casas diante dos fortes ventos e chuvas torrenciais.

“Um homem de 49 anos foi encontrado morto em uma caminhonete virada. Foi levado a um hospital onde se confirmou seu falecimento”, disse à AFP Hiroki Yashiro, porta-voz do departamento de Bomberos de Ichihara, em Chiba.

Ao meio-dia já havia determinações de evacuação não obrigatórias para 1,6 milhão de pessoas, com atenção especial para idosos, pessoas com problemas de saúde e crianças.

A agência meteorológica do Japão (JMA) prevê rajadas de vento de até 216 km/h para a manhã deste sábado, horas antes de Hagibis chegar ao centro e leste do Japão, incluindo a densamente povoada região de Tóquio.

A JMA antecipou “ventos brutais e um mar violento” na madrugada de domingo em muitas regiões do país.

“Pedimos que tomem medidas de precaução para proteger suas vidas e as de suas famílias”, declarou uma fonte da JMA durante uma coletiva de imprensa.

Também são esperadas fortes chuvas em algumas regiões, com, por exemplo, 500 mm em 24 horas na área de Tóquio e até 800 mm no centro do país, de acordo com a JMA.

No início de setembro, a região de Tóquio foi atingida pelo poderoso tufão, Faxai, com rajadas superiores a 200 km/h.

Faxai causou pelo menos duas mortes e mais de cem feridos e danificou dezenas de milhares de casas e inúmeras infraestruturas elétricas.

Na prefeitura de Chiba, periferia de Tóquio, quase um milhão de residências ficaram sem energia, e em dezenas de milhares delas, a corrente elétrica só retornou duas semanas depois.

O governo japonês, que foi fortemente criticado por sua administração da crise na passagem do Faxai, disse na sexta-feira que está em alerta.

O primeiro-ministro Shinzo Abe ordenou que sejam “tomadas todas as medidas possíveis para garantir a segurança do povo”, segundo o porta-voz do executivo, Yoshihide Suga.

As autoridades temem que tufão gere caos nos transportes, coincidindo com um longo fim de semana no Japão, no qual muitos habitantes planejavam viajar de trem ou avião porque na próxima segunda-feira é feriado no país.

As duas principais companhias aéreas, JAL e ANA, cancelaram várias centenas de voos regulares neste sábado, principalmente domésticos.

Todos os trens de alta velocidade (Shinkansen) entre Tóquio e Nagoya foram cancelados, e também os que ligam Nagoya e Osaka (oeste).

As fábricas do país também se adaptaram, como a Toyota, que previa o fechamento de três de suas unidades neste sábado, segundo a agência de imprensa Kyodo.

Os dois parques de diversões da Disney em Tóquio também fecharão neste sábado, disse à AFP um porta-voz da empresa que os administra, a Oriental Land.

Os organizadores do Grande Prêmio de Fórmula 1 de Suzuka, perto de Nagoya (centro da cidade), cancelaram todo o programa deste sábado: os treinos livres foram limitados a sexta-feira e os de classificação para domingo de manhã, pouco antes do início da corrida.

Duas partidas da Copa do Mundo de Rúgbi marcadas para este sábado foram canceladas na quinta-feira: França-Inglaterra em Yokohama e Nova Zelândia-Itália, encontros que atrairiam cerca de 115.000 espectadores.

Por AFP

 

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Filho do ator de ‘Tarzan’ mata a mãe e tenta culpar pai pelo homicídio

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Cameron Ely acabou sendo morto a tiro pela polícia

Cameron Ely, filho de Ron Ely – ator que viveu o papel de ‘Tarzan’ em uma série dos anos 60 – esfaqueou a mãe até à morte e tentou culpar o pai pelo homicídio. O jovem ligou para o 911, serviço de emergências, e disse que o crime tinha sido cometido pelo progenitor. 

As informações são reveladas pela chamada telefônica para o número de emergência, citadas pela revista People. É relatado que um homem ligou e informou que o “pai tinha tentado atacar a mãe”. 

Quando chegaram ao local, os detetives encontraram Valerie, de 62 anos, morta com “diversas marcas de faca”. Encontraram o suspeito, Cameron, no exterior da casa e, uma vez que “se apresentou como uma ameaça”, foi morto a tiro.

O crime aconteceu na casa da família, no estado norte-americano da Califórnia. O ator Ron Ely foi hospitalizado “por precaução”.

Ron Ely, de 81 anos, foi o primeiro ‘Tarzan’ na televisão. A série foi exibida canal NBC, de 1966 a 1968. Teve 57 episódios.

Por Notícias ao Minuto

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Trump retira americanos da Síria e diz que curdos ‘não são anjos’

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Em sete, 72 civis foram mortos, assim como 185 combatentes das Forças Democráticas da Síria (SDF) e 164 militantes pró-Turquia

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Donald Trump voltou a praticar o jogo que mais gosta: morde e assopra.

Nesta quarta (16), em mais uma mensagem cruzada, o presidente dos EUA disse que tentará resolver os problemas com a Turquia por conta dos ataques contra os curdos na Síria. Mas, caso o diálogo não dê certo, ele alerta que as sanções americanas serão devastadoras. 

Ao lado do presidente italiano, Sergio Mattarella, que caprichou na cara de paisagem enquanto Trump falava à imprensa sobre tudo, menos sobre a Itália, o líder americano afirmou acreditar que a reunião de seu vice em Ancara “será um sucesso”.

Trump está na defensiva desde que anunciou, na semana passada, a retirada das forças militares dos EUA do norte Síria, onde apoiava as forças curdas no combate à facção terrorista Estado Islâmico (EI).

A decisão, encarada como uma traição, abriu espaço para a invasão turca. O objetivo da operação é criar uma “zona de segurança” ao longo da fronteira para realocar parte dos 3,6 milhões de refugiados sírios que vivem na Turquia.

Ainda que tenha ordenado a retirada militar que possibilitou a ação turca, Trump disse nesta quarta que não deu a Erdogan “luz verde” para entrar na Síria.Depois, numa nova mensagem cruzada, afirmou que “os curdos não são anjos” e que o PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão) é “provavelmente uma ameaça maior, em muitos aspectos, do que o EI”.

A reação veio na sequência. A Câmara dos Representantes dos EUA votou em massa contra a retirada dos militares da Síria.

A resolução que condena a decisão do presidente foi aprovada por 354 votos a 60, com dezenas de republicanos se juntando à maioria dos democratas -um sinal ruim em meio ao inquérito de impeachment contra Trump.

A presidente da Casa, Nancy Pelosi, disse que, devido ao resultado da votação, uma reunião dos líderes democratas na Casa Branca teve de ser interrompida após o presidente ter sofrido o que ela definiu como “colapso”.

“Acho que essa votação provavelmente pegou o presidente. Porque ele ficou abalado”, disse a repórteres. “E é por isso que não pudemos continuar a reunião. Ele simplesmente não estava relacionado à realidade.”

Pelosi disse também que o republicano não soube reagir quando foi pressionado a apresentar um plano de combate ao EI e pediu ainda que rezassem pela saúde do presidente.

Kevin McCarthy, líder republicano na Câmara, classificou as declarações de Pelosi como inapropriadas. Já o senador Chuck Schumer, que também esteve no encontro na Casa Branca, disse que Trump chamou a presidente da Câmara de “político de terceira categoria”.

Trump decidiu enviar a Ancara o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, e o secretário de Estado, Mike Pompeo, para se encontrar com Erdogan nesta quinta (17) e tentar convencê-lo a negociar um cessar-fogo.

Uma carta revelada nesta quarta, datada de 9 de outubro, portanto antes da ação turca, mostra que Trump tentou convencer Erdogan a não realizar a operação.

No texto, cuja autenticidade foi confirmada pela Casa Branca, o líder americano pede que o turco considere a via da negociação para não ser responsabilizado pela morte de milhares de pessoas no futuro.

Por fim, pede a Erdogan para que ele “não seja um cara durão” nem um “tolo” e termina com “te ligo mais tarde”.

Erdogan viajará a Moscou no dia 22 para uma reunião com Vladimir Putin, que enviou tropas ao norte da Síria, ocupando o vácuo deixado pelo Exército americano. O objetivo do movimento do presidente russo, segundo ele, é evitar confrontos entre forças turcas e do regime sírio.

Ancara descartou negociar com combatentes curdos e exigiu que eles se retirem da “zona de segurança” designada por Erdogan, ignorando assim o pedido de cessar-fogo dos Estados Unidos.

Em sete dias de ação, 72 civis foram mortos, assim como 185 combatentes das Forças Democráticas da Síria (SDF) e 164 militantes pró-Turquia, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Já Ancara afirma que seis soldados foram mortos, além de outros 20 civis devido a disparos de foguetes de curdos contra cidades turcas. A ofensiva já provocou o êxodo de 160 mil pessoas no norte da Síria, de acordo com a ONU.

POR FOLHAPRESS

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Dólar opera em alta, de olho no exterior

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O dólar opera em nesta quarta-feira (16), de olho no cenário externo, uma vez que o otimismo em torno de um acordo comercial concreto entre China e Estados Unidos perdeu força, além de preocupações com a desaceleração da economia global.

Às 9h06, a moeda norte-americana subia 0,34%, vendida a R$ 4,1781. Veja mais cotações.

No dia anterior, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,88%, vendida a R$ 4,1641. Na parcial do mês, acumula avanço de 0,82% ante o real. Já no ano tem alta de 6,55%.

    

No exterior, incertezas sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China continuam influenciando o mercado de câmbio.

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