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Esporte

Vasco encara o Guarani na Arena da Amazônia de olho no G-4 da Série B

A partida será em Manaus porque o gramado do estádio do Guarani, o Brinco de Ouro, em Campinas, passa por reforma

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Com objetivos e momentos completamente diferentes, Guarani e Vasco entram em campo nesta quinta-feira, às 21h30, pela oitava rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O local da partida é inusitado: a Arena da Amazônia, em Manaus, em que, apesar de visitante, o time carioca terá apoio da torcida como se estivesse em São Januário. Enquanto o rival busca se manter na zona de acesso (G-4), os paulistas querem fugir da zona de rebaixamento (Z-4).

A partida será em Manaus porque o gramado do estádio do Guarani, o Brinco de Ouro, em Campinas, passa por reforma. A venda do mando de campo, porém, chegou a ser suspensa pela CBF, que reconsiderou após pedido do próprio Guarani. Dois clubes protestaram formalmente junto À CBF: Bahia e Sport.

Vindo de importante vitória, por 1 a 0, contra o até então líder Bahia, o Vasco chegou a 13 pontos e terminou no G-4. O time é o único invicto na Série B, somando três vitórias e quatro empates. Com sete pontos, o Guarani iniciou a rodada dentro do Z-4, em 17º lugar. Apesar disso, está há quatro jogos invicto, mas com três empates seguidos.

Mesmo com a pressão bem amenizada, o técnico Zé Ricardo e o elenco do Vasco sabem que não podem relaxar. Afinal, o time ainda não encantou os olhos do torcedor, que não pode reclamar de raça e entrega total, principalmente no último jogo. Para o duelo, dois nomes são desfalques certos: o volante Yuri Lara e o meia Nenê, que são titulares, mas estão suspensos pelo terceiro cartão amarelo.

No meio-campo, a tendência é escalar Juninho como titular, que entrou no decorrer da vitória contra o Bahia. No meio, porém, há mais opções. O chileno Palacios pode ganhar chance, mas Zé Ricardo também testou Bruno Nazário nos últimos treinamentos. Gabriel Dias, que estava com dores no joelho, também treinou normalmente e está confirmado.

Zé Ricardo destacou que o time não se acomodou e que busca melhora ofensiva. “Estamos em um processo de evolução e esperamos muito poder evoluir nas próximas partidas e entregar aquilo que o torcedor e nós também queremos. Que é uma partida um pouco mais consistente no setor ofensivo também. A gente sabe que tem muita coisa ainda para evoluir”, admitiu.

O Guarani segue em processo de mudança com a saída do técnico Daniel Paulista. O clube anunciou, nesta manhã de quarta-feira, Marcelo Chamusca como substituto, que estará na Arena da Amazônia, mas não à beira do gramado, pois ainda não foi regularizado.

Assim, o interino Ben-Hur segue no comando do time pela terceira vez e contará com os retornos do lateral-direito Diogo Mateus e do volante Leandro Vilela, que cumpriram suspensão. O zagueiro Derlan deve ser poupado por conta de desgaste e Ernando deve jogar ao lado de Ronaldo Alves. O zagueiro João Victor e os volantes Eduardo Person e Rodrigo Andrade seguem como ausências, todos no departamento médico.

Apesar de lamentar o empate com o Tombense, por 1 a 1, Ben-Hur destacou a evolução e entrega do time. “Todos estão trabalhando para melhorar e infelizmente a bola não entrou. A situação na tabela nos incomoda, mas precisamos seguir da mesma forma porque tenho certeza que vamos achar o caminho da vitória”, projetou.

Por Noticias ao minuto

 

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Esporte

Ex-xodó de Tite, Everton se vê distante da Copa do Mundo

A final foi disputada no Maracanã, onde o cearense passará a atuar com frequência, em circunstâncias bem diferentes.

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Contratado neste mês pelo Flamengo, Everton escolheu a camisa 19. Foi com esse número às costas que viveu seu grande momento, como um dos protagonistas da seleção brasileira na conquista da Copa América de 2019. A final foi disputada no Maracanã, onde o cearense passará a atuar com frequência, em circunstâncias bem diferentes.

O atleta de 26 anos chegou com moral ao clube rubro-negro e valeu um investimento que poderá atingir 16 milhões de euros (R$ 87 milhões) com o cumprimento de algumas metas. Mas a passagem pelo futebol europeu, iniciada em 2020, não foi a esperada, como também não foi a esperada a continuidade no time nacional.

Artilheiro daquele torneio continental ao lado do peruano Guerrero, com três gols, Cebolinha defendeu o Brasil mais 13 vezes, não balançou a rede em nenhuma delas e deu apenas uma assistência. Titular na decisão de outra Copa América, a de 2021, também no Maracanã, foi substituído na derrota por 1 a 0 para a Argentina e nunca mais atuou pela formação verde-amarela.

No Benfica, onde foi jogar após o sucesso pelo Brasil, teve duas temporadas que, se não podem ser consideradas fracas, não fizeram jus à expectativa criada. Foram 15 gols e 17 assistências em 95 partidas. Em vez de saltar de Portugal para grandes centros europeus, trajetória comum a bons jogadores brasileiros, voltou a seu país, liberado sem grande resistência.

Entre Porto Alegre, Lisboa e Rio de Janeiro, o ex-jogador do Grêmio ficou longe do Qatar. Enquanto atuava sem grande destaque na Europa, Everton viu Vinicius Junior, 21, desabrochar no Real Madrid, que não teria sido campeão da Liga dos Campeões sem Rodrygo, 21. Raphinha, 25, chamou a atenção mesmo no pequeno Leeds. Antony, 22, cumpriu muito bem seu papel no Ajax.

Mesmo Martinelli, 21, do Arsenal, que ainda teve pouco espaço com a camisa da seleção, passou a ser observado com maior atenção pelo técnico Tite e entrou no último amistoso, contra o Japão, no início deste mês. Cebolinha foi para o final da fila e sabe que tem muitos obstáculos a superar para jogar a Copa do Mundo, a partir de novembro.

Destacar-se no Flamengo pode ajudar, mas o próprio atacante sabe que nem isso deverá ser suficiente. O centroavante Hulk, 35, vem tendo desempenho excelente pelo Atlético Mineiro e nem por isso tem sensibilizado Tite -em uma posição de carência maior. Assim, Everton foi tímido ao ser questionado se o vermelho e o preto poderiam lhe ajudar a vestir amarelo.

“Ah, com certeza. Mas não foi o principal motivo [pelo qual] eu quis voltar”, afirmou, entrevistado pelo canal oficial de seu novo clube. “Quis voltar ao Brasil porque era o Flamengo. Se eu fizer um bom trabalho aqui, claro, poderei ser lembrado. Só que não foi o meu primeiro pensamento a seleção, mas sim o Flamengo.”

A equipe carioca vive estendido período de instabilidade. O recém-chegado Dorival Júnior já é o quinto treinador contratado desde a saída do português Jorge Jesus -que dirigiu Cebolinha no Benfica-, em julho de 2020. Antes de pensar em seleção, Everton precisa se integrar a um ambiente turbulento e reencontrar seu melhor futebol.

A ida à Copa é neste momento altamente improvável, porém também era improvável que o cearense de Fortaleza fosse decisivo na Copa América de 2019. Na ocasião, ele também estava no fim da fila, atrás de Neymar (que sofreu lesão mais séria em amistoso preparatório) e David Neres, de quem ganhou a posição durante o torneio.

A competição terminou com Cebolinha elogiado pela capacidade de desmontar defesas com seus dribles e sua velocidade. Foi tratado como xodó de Tite, que celebrou a conquista no Maracanã agradecendo o então jovem de 23 anos: “Quem diria que o Everton jogaria a final e seria escolhido melhor em campo?”.
Outra vez, poucos apostam nisso.

Por Folhapress

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Esporte

Dorival tenta recolocar Flamengo nos eixos a tempo para sequência crucial

O time rubro-negro voltou suas atenções novamente ao Campeonato Brasileiro.

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A derrota para o Atlético-MG pelo Campeonato Brasileiro deixou o Flamengo ainda mais pressionado para a volta das oitavas de final da Copa do Brasil, na quarta-feira (22). Porém, o gol de Lázaro, na reta final do segundo tempo, manteve o time rubro-negro vivo pela classificação e traz à tona um respiro de alívio para os próximos passos na temporada.

Agora, o time rubro-negro volta suas atenções novamente ao Campeonato Brasileiro, e se prepara para enfrentar o América-MG, neste sábado (25), às 16h30, no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), pela 14ª rodada da Série A.

A atuação carioca na quarta-feira, de fato, foi diferente em relação ao jogo do último domingo (19) contra o mesmo time mineiro, como citou Gabigol na saída do campo. Dois dias separaram o Flamengo passivo e presa fácil do Flamengo intenso e agressivo, principalmente nos primeiros minutos.

As duas falhas de Diego Alves e a atuação calorosa de Hulk quase colocaram o clube rubro-negro na corda bamba em um momento crucial da temporada. Se manter vivo na Copa do Brasil, ao disputar a vaga no ‘inferno’ do Maracanã, traz certo alento momentâneo em uma sequência de jogos que podem definir o rumo da temporada.

“A gente queria vencer. Nós mudamos a postura do último jogo. Fizemos um bom jogo e pressionamos bem. Fizemos o gol. Quando eles forem lá [no Maracanã], eles vão ver o que é pressão e o que é inferno”, disse Gabigol na saída de campo.

A derrota para o Atlético marcou o primeiro tira-teima do Flamengo de Dorival, que acumula aproveitamento de apenas 25% em quatro jogos: uma vitória e três derrotas. Recém-chegado, o técnico assumiu o elenco que está há meses pressionado para dar resultado em campo com performances à altura dos investimentos.

Por enquanto, a única vitória foi contra o Cuiabá, e o técnico foi convicto ao apontar evolução no jogo. A convicção pareceu ter ido água abaixo nesta semana, na primeira derrota para o Atlético-MG. Porém, após o segundo revés, Dorival reforçou a evolução, elogiou a atuação e projetou que o caminho está sendo encontrado.

“Eu acho que foi um grande jogo. Nós propusemos o jogo, colocamos o Atlético no campo deles. Tivemos intensidade, buscamos o gol a todo momento. O Hulk estava em uma noite muito boa e praticamente definiu a sorte da partida. Foram duas jogadas individuais. Eu fico satisfeito com a atuação do Flamengo, independente dos dois gols. Nós estamos encontrando o caminho que precisamos. A equipe jogou com maturidade e com muita gana querendo o resultado”, disse o técnico em coletiva.

São quatro jogos em 12 dias e Dorival tem mais um tira-teima neste mês. A primeira partida das oitavas da Libertadores acontece já na quarta (29), contra o Tolima, na Colômbia. A sobrevida nas competições de mata-mata vai além da pressão por resultado em campo e carrega o peso financeiro que pode comprometer a temporada.

Seguro em um elenco renomado e temporadas passadas vitoriosas, o Flamengo foi ousado nas metas orçamentárias e projetou um valor bilionário. O montante passa pela classificação até a final da Copa do Brasil e da Libertadores, além do vice-campeonato brasileiro. Com isso, caso seja eliminado, o clube terá um ‘rombo’ de cerca de R$ 30 milhões.

Para cumprir o planejamento e as expectativas quanto ao desempenho em campo, Dorival vem utilizando todo tempo disponível no calendário do futebol brasileiro. Após a derrota, o Flamengo permaneceu em Belo Horizonte para treinar já na manhã desta quinta-feira (23) em função da recuperação dos atletas. Segundo o treinador, foram apenas três atividades com o time principal desde que chegou ao clube.

“Nós estamos tentando da melhor forma possível. Eu trabalhei três dias com o time principal desde que cheguei. Nós temos que corrigir. É para isso que estamos aqui. A impressão que tiveram da partida anterior foi diferente. O Flamengo está começando a encontrar o caminho. Nós vamos conseguir uma constância e a confiança dos jogadores. Quando isso acontecer, teremos resultados bem melhores”, disse.

O ambiente ainda é de desconfiança, principalmente vindo da torcida, e Dorival corre contra o tempo para encontrar o caminho no Flamengo e fazer com que a pressão, que assombra o clube, se afaste do Ninho -e da Gávea.

Para a partida deste sábado, o técnico deve ter o retorno do zagueiro David Luiz, que desfalcou o time nos últimos compromissos graças a um edema na coxa. Em contrapartida, o time carioca confirmou que o atacante Bruno Henrique irá passar por uma cirurgia no ligamento cruzado anterior, e a previsão é de 10 a 12 meses de recuperação. Portanto, uma escalação inicial do Flamengo deve ter: Diego Alves (Santos); Matheuzinho, Rodrigo Caio, Pablo e Filipe Luís (Ayrton); Willian Arão, João Gomes e Andreas Pereira (Thiago Maia); Everton Ribeiro, Arrascaeta e Gabigol.

O América-MG, por sua vez, busca um revés após chegar a quatro jogos sem vitória -na última rodada, o time mineiro perdeu por 1 a 0 do Fortaleza. Com 15 pontos, o clube ocupa a 16ª posição, e busca a vitória para diminuir as chances de entrar na zona de rebaixamento.

O técnico Vagner Mancini terá o retorno do volante Alê, que cumpria suspensão na última partida. O goleiro Jailson e o meia Matheusinho, que se recuperavam de lesões, já treinam normalmente com o time, e podem estar entre a delegação que vai ao Rio de Janeiro. Uma possível escalação inicial do América-MG tem: Jailson (Airton), Patric, Éder e Cónti, Marlon; Lucas Kal, Juninho, Alê, Felipe Azevedo, Everaldo, Aloísio.

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Horário: Às 19h (de Brasília) deste sábado (25)
Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC)
VAR: Wagner Reway (PB)
Transmissão: Premiere

Por UOL/Folhapress

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Esporte

Vitória deixa Ceni aliviado: ‘Mostra que o trabalho na 2ª feira foi bem feito’

“A vitória de hoje mostrou que fizemos um bom jogo também na segunda-feira, quando sofremos dois gols em bolas paradas e o primeiro no minuto 91.”

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Aliviado pela vitória sobre o Palmeiras no primeiro duelo das oitavas de final da Copa do Brasil, Rogério Ceni não economizou elogios aos seus jogadores e para os mais de 38 mil torcedores presentes, nesta quinta-feira, no Morumbi.

“O Patrick hoje está magro. Ele está próximo do nível do Internacional”, disse o treinador, ao se referir sobre o autor do gol no clássico. Sobre Gabriel Neves, mais destaque. “Foi a melhor partida dele comigo. Marcou muito bem o Scarpa, que arma as jogadas do Palmeiras.”

Com o triunfo, Ceni aproveitou também para se defender das críticas sofridas na virada traumática de segunda-feira pelo Campeonato Brasileiro. “A vitória de hoje mostrou que fizemos um bom jogo também na segunda-feira, quando sofremos dois gols em bolas paradas e o primeiro no minuto 91.”

O treinador não se esqueceu de elogiar também o apoio que veio das arquibancadas. “Agradecemos muito o apoio do torcedor, que empurra esse time. Eles estiveram aqui mais uma vez após a derrota de segunda-feira.”

Por Estadão Conteúdo

 

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