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Saúde

Veja dicas de proteção para crianças, adultos e idosos no verão

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Efeitos do excesso de sol mudam conforme a idade.

Ingerir bastante líquido, usar hidratantes e evitar o sol no período de 10h às 16h são as principais formas de manter o corpo hidratado durante o verão. No entanto, crianças, adultos e idosos têm necessidades diferentes e precisam ficar atentos para passar por esse período sem complicações.

Confira dicas específicas que ajudam a garantir o bem-estar na estação:

Crianças

Quem vai aproveitar o verão acompanhado de crianças deve optar por locais arejados e com sombra. O filtro solar com FPS 25 ou mais precisa ser aplicado a partir dos seis meses. “Os pais devem usar a tecnologia ao seu favor. É possível adquirir, por exemplo, adesivos que são colocados na pele das crianças e escaneados com o celular. Quando for a hora de reaplicar o protetor, o aviso chega no aparelho”, explica Betina Stefanello, médica dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Outras dicas para as crianças:

  • verificar as condições de higiene dos alimentos, especialmente se a refeição for realizada fora de casa;
  • vestir com roupas leves;
  • incentivar a lavarem as mãos com frequência;
  • oferecer líquidos regularmente para mantê-las hidratados. 

Adultos

Adultostambém devem fazer uso constante e correto de protetor solar. Segundo Stefanello, essa proteção pode ir além da aplicação de produtos. “A ingestão de alimentos antioxidantes, como acerola, laranja, tomate, morango e cenoura, protegem a pele contra agressores externos e ainda hidratam”, afirma.

Outra orientação para os adultos é não consumir apenas refrigerantes ou bebidas alcoólicas. A hidratação é mais eficiente com água pura e sucos de frutas, de preferência, naturais.

Idosos

No verão, os idosos podem ter complicações com o aumento da temperatura do corpo, desidratações, alterações de pressão e problemas alimentares. Esse quadro pode ser agravado pelo fato de eles terem menor sensação de sede e consequentemente ingerirem menos líquidos. Por isso, esse grupo deve beber pelo menos 2 litros de água por dia e evitar alimentos gordurosos e muito condimentados.

 

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Saúde

O que acontece com o corpo da mulher quando entra na menopausa

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A menopausa acontece quando a menstruação de uma mulher para e ela não pode mais ficar grávida naturalmente – mas o que mais acontece com seu corpo, e por quê?

Trata-se de um processo natural do envelhecimento, que normalmente ocorre na faixa dos 45 aos 55 anos, mas que também pode ser provocado por cirurgias para remover os ovários ou o útero (histerectomia).

No Reino Unido, a idade média da menopausa é 51 anos; no Brasil, um dos estudos mais completos sobre o assunto, publicado em 2010 pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), calculou uma idade média de 48,1 anos.

E então, o que está por trás destas mudanças?

A menopausa é causada pela redução na produção de hormônios, especificamente o estrogênio.

Ele é crucial para todo o ciclo reprodutivo – o desenvolvimento e a liberação de um óvulo dos ovários a cada mês, e pelo processo de tornar mais espesso o revestimento do útero para recepção do óvulo fertilizado.

Com o passar dos anos, o corpo gradualmente para de produzir o estrogênio. Mas isso não ocorre da noite para o dia: pode levar anos para que esse hormônio chegue a níveis baixos.

Neste processo, o armazenamento de óvulos declina, afetando pouco a pouco a ocorrência da ovulação, menstruação e gravidez.

Qual é o impacto destas alterações hormonais?

Enorme.

O cérebro, pele, músculos e emoções são afetados pela queda dos níveis de estrogênio; ondas de calor, suores noturnos, problemas de sono, ansiedade, mau humor e perda de interesse por sexo são comuns.

Problemas na bexiga e secura vaginal também são normais durante esse período.

E muitas mulheres sentem estes sintomas muito antes da menstruação realmente parar – período chamado de perimenopausa.

Quando a produção de estrogênio para por completo, há um efeito de longo prazo nos ossos e no coração. Os ossos podem enfraquecer, aumentando o risco de fraturas, e as mulheres podem se tornar mais vulneráveis ​​a doenças cardíacas e a derrames.

É por isso que algumas mulheres recebem a chamada terapia de reposição hormonal, ou TRH, que eleva os níveis de estrogênio e ajuda a aliviar os sintomas.

Mas nem todas as mulheres passam por estes sintomas. Eles também podem variar em sua gravidade e duração – de alguns meses a vários anos.

O que causa as ondas de calor?

A falta de estrogênio. Ele está envolvido também no controle da temperatura do corpo no cérebro.

Quando este hormônio está em falta, o “termostato” fica instável e o cérebro pensa que o corpo está superaquecendo – quando não está.

O estrogênio afeta o humor também?

Sim, pode acontecer.

O hormônio interage com substâncias químicas em receptores cerebrais que controlam o humor. Em níveis baixos, pode causar ansiedade e mau humor.

A falta de estrogênio também pode afetar a pele, fazendo com que ela fique seca ou dando a sensação como se insetos estivessem rastejando sob a pele.

Há outros hormônios envolvidos na menopausa?

Sim, a progesterona e a testosterona – mas eles não têm o mesmo impacto que os baixos níveis de estrogênio.

A progesterona ajuda a preparar o corpo para a gravidez a cada mês, e diminui quando a menstruação para.

A testosterona, que as mulheres produzem em níveis baixos, tem sido associada ao desejo sexual e aos níveis de energia. Ela declina a partir dos 30 anos, e apenas um pequeno número de mulheres precisa dela em níveis altos.

Como saber se você está passando por esse processo?

É possível fazer um exame de sangue para medir os níveis de um hormônio chamado FSH (hormônio folículo-estimulante) – mas os resultados podem não ser muito precisos, especialmente na idade por volta de 45 anos.

Especialistas dizem que os níveis do hormônio sobem e descem o tempo todo, mesmo ao longo de um dia, então há sempre um risco de o teste ser impreciso.

A melhor maneira de fazer esse diagnóstico é conversar com um clínico geral ou um profissional de enfermagem sobre o padrão de sua menstruação e quaisquer sintomas que você esteja experimentando.

É bom saber quais sintomas observar – sentir-se irritadiça ou com o “astral” baixo pesa tanto quanto os calores e suores noturnos.

Alterações na menstruação, como quando ela torna-se mais intensa ou irregular, são um dos primeiros sinais da menopausa se aproximando.

Mas você só terá certeza de ter chegado à menopausa quando tiver ficado um ano sem menstruar.

E então?

Os níveis de estrogênio no corpo não se recuperam após a menopausa.

Com o aumento da expectativa de vida, as mulheres estão vivendo mais de um terço de suas vidas com deficiência de estrogênio.

Mas não há motivo para ficar intimidada, diz a ginecologista Heather Currie, especialista em menopausa e ex-presidente da Sociedade Britânica da Menopausa.

“As mulheres continuam a trabalhar mais tarde na vida, elas ainda aparentam incríveis. A imagem da menopausa está mudando”.

Seu conselho: “Se você for afetada, visite um médico e leve informações”.

“As mulheres devem saber quais sintomas devem ser observados”.

Ela diz que há muito apoio e informação para ajudar as mulheres a lidar com as mudanças físicas e emocionais que a menopausa traz.

Hoje, a terapia de reposição hormonal é vista como o tratamento mais eficaz disponível para os sintomas da menopausa.

Ela pode causar efeitos colaterais, e houve incertezas sobre a sua segurança a longo prazo.

Mas há evidências de que “os benefícios da TRH superam os riscos”, diz Currie.

Conversar com outras mulheres passando pela menopausa e compartilhar relatos dos mesmos sintomas também é uma ajuda real, acrescenta.

E a menopausa é outra boa razão para as mulheres levarem um estilo de vida saudável, como:

  • ter uma dieta equilibrada, pobre em gordura e rica em cálcio para fortalecer os ossos e proteger o coração;
  • praticar exercícios regularmente, reduzindo a ansiedade e o estresse;
  • parar de fumar, prevenindo doenças cardíacas e ondas de calor;
  • não beber muito, reduzindo também as ondas de calor.

Por BBC

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Saúde

Vinagre serve para temperar alimentos, limpar a casa e matar piolho

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Saúde

Índice de suicídio entre jovens e adolescentes negros cresce e é 45% maior do que entre brancos

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Dados do Ministério da Saúde mostram que risco de suicídio aumentou 12% na população jovem negra e se manteve estável entre brancos.

Adolescentes e jovens negros têm maior chance de cometer suicídio no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. O risco na faixa etária de 10 a 29 anos foi 45% maior entre jovens que se declaram pretos e pardos do que entre brancos no ano de 2016. A diferença é ainda mais relevante entre os jovens e adolescentes negros do sexo masculino: a chance de suicídio é 50% maior neste grupo do que entre brancos na mesma faixa etária.

Enquanto a taxa de mortalidade por suicídio entre jovens e adolescentes brancos permaneceu estável de 2012 a 2016, o número aumentou 12% na população negra com a mesma idade. Analisando esses dois grupos em 2016, nota-se que a cada 10 suicídios em adolescentes e jovens aproximadamente seis ocorreram em negros e quatro em brancos.

Os dados são da cartilha Óbitos por Suicídio entre Adolescentes e Jovens Negros, lançada pelo Ministério da Saúde (MS) durante o Seminário Nacional de Saúde da População Negra na Atenção Primária. Os números foram calculados a partir do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do ministério.

Segundo a médica Rita Helena Borret, organizadora do seminário realizado no sábado (18), o maior risco de suicídio na população jovem negra está relacionado ao racismo estrutural, que causa maior sofrimento e adoecimento entre os jovens e adolescentes do que entre os adultos.

Adolescentes homens têm maior risco

A taxa de mortalidade por suicídio entre adolescentes e jovens negros apresentou um crescimento significativo no período de 2012 a 2016. Em 2012, a taxa foi de 4,88 óbitos por 100 mil. O número aumentou 12% e chegou a 5,88 óbitos por 100 mil mo ano de 2016.

No mesmo período, a taxa de mortalidade por suicídio entre os jovens e adolescentes brancos permaneceu estável. Em 2012, a taxa nesse grupo foi de 3,65 óbitos por 100 mil. Em 2016, essa taxa foi de 3,76 óbitos por 100 mil.

Em todos os anos analisados, o número de suicídios foi maior entre adolescentes e jovens negros quando comparados com os brancos.

Em 2012, a cada 100 suicídios entre adolescentes e jovens brancos ocorreram 134 em adolescentes e jovens negros. O maior risco foi observado em 2016: neste ano, a cada 100 suicídios em adolescentes e jovens brancos, ocorreram 145 suicídios entre negros. Assim, o risco de suicídio foi 45% maior na população jovem negra.

Na população negra de 10 a 29 anos do sexo masculino o risco foi ainda mais elevado: 50% maior que entre homens da mesma idade brancos.

O grupo de maior vulnerabilidade é composto por homens negros mais jovens, com idade entre 10 e 19 anos. O risco de suicídio neste grupo foi 67% maior do que entre adolescentes brancos do sexo masculino.

Construção de identidade na juventude

Para entender porque o suicídio atinge mais jovens negros do que jovens brancos é necessário analisar os impactos do racismo na sociedade, segundo a médica Rita Borret, presidente da Associação de Medicina de Família e Comunidade do Rio de Janeiro.

Organizadora do Seminário Nacional de Saúde da População Negra na Atenção Primária, Borret explica que o racismo causa impactos danosos que afetam significativamente os níveis psicológicos e psicossociais de qualquer pessoa. No caso dos jovens e adolescentes, os efeitos são ainda mais graves.

“O jovem negro, quando está na fase de construir sua própria identidade, a constrói a partir do entendimento de que ser negro é ser inferior, ser feio, ser menos valorizado”, explica. “Essa percepção de não pertencimento faz com que esse jovem tenha um sofrimento e um adoecimento muito maior e pode, em muitos casos, levar ao suicídio negro.”

A cartilha do Ministério da Saúde reconhece o racismo como um dos fatores de risco para suicídio. Rejeição, discriminação e racismo são fatores determinantes de risco para o suicídio, segundo o ministério.

“Um dos grupos vulneráveis mais afetados pelo suicídio são os jovens e sobretudo os jovens negros, devido principalmente ao preconceito, à discriminação racial e ao racismo institucional”, aponta a cartilha.

Segundo o documento, o estigma em torno do suicídio pode ser ainda maior quando há questões raciais envolvidas.

“Muitas vezes as queixas raciais podem ser subestimadas ou individualizadas, tratadas como algo pontual, de pouca importância, o que acaba culpabilizando aquele que sofre o preconceito”, atesta o relatório.

Para Borret, os dados da cartilha recém-lançada comprovam que o racismo e a desigualdade racial afetam a ocorrência de problemas de saúde e potencializam seus fatores de risco.

“Viver em uma sociedade que trata diferente pessoas negras e brancas é adoecedor, gera um sofrimento e uma sensação de preterimento”, explica a médica. “Por isso são necessárias políticas públicas focadas na saúde da população negra.”

Racismo nos serviços de saúde

Criada em 2009, a Política Nacional de Saúde da População Negra (PNSIPN) visa garantir a equidade e a efetivação do direito à saúde de negras e negros. Apesar de ter sido criada há mais de 10 anos, a política ainda é pouco aplicada no Sistema Único de Saúde (SUS).

“Os gestores muitas vezes acreditam que não existe racismo no Brasil e por isso não há necessidade de aplicar as políticas nacionais para combater esse problema”, afirma a médica Rita Borret.

Um levantamento de pesquisadores da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e da USP mostrou que, em um universo de mais de 5 mil municípios brasileiro, somente 57 colocaram em prática a PNSIPN. Segundo a pesquisa, o estado de São Paulo é onde mais cidades aderiram à estratégia, com 27 municípios participantes. Empatados em segundo lugar estão Minas Gerais e Paraná, com apenas 4 municípios cada.

“As instituições de saúde brasileiras também são instituições racistas, tanto pelo silenciamento das situações de racismo que ocorrem dentro delas como pela reprodução do racismo estrutural que existe na nossa sociedade”, diz a médica Rita Borret.

Apenas 17,6% dos médicos brasileiros são negros, segundo pesquisa de 2014 da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A população negra, que inclui pessoas pretas e pardas, corresponde a 50,7% dos brasileiros, conforme o Censo 2010 do IBGE.   Por Patrícia Figueiredo, G1  

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