RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Disputa por vaga ao Senado esquenta bastidores da base de Raquel Lyra

A sinalização da governadora Raquel Lyra (PSD) da possível consolidação da composição da “chapa da vitória” para disputar a reeleição em 2026, com a...

A sinalização da governadora Raquel Lyra (PSD) da possível consolidação da composição da “chapa da vitória” para disputar a reeleição em 2026, com a vice-governadora Priscila Krause (PSD), Túlio Gadelha (PSD) e Miguel Coelho (UB) – portanto, sem o presidente do PP e da Federação União Progressista, Eduardo da Fonte (PP) – acirrou a disputa interna por uma das vagas ao Senado na base governista.

Com os nomes considerados estratégicos para a formação da majoritária, a fala da governadora, registrada durante agenda no São João de Caruaru, neste final de semana, ampliou ainda mais as especulações sobre quem ocupará as duas vagas ao Senado.

Miguel voltou a reforçar publicamente sua disposição de disputar uma cadeira no Senado Federal. O ex-prefeito de Petrolina elevou o tom da disputa ao declarar, durante entrevista à TV Nova, que pretende manter sua candidatura mesmo sem consenso dentro da Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP.

“Eu fico tranquilo que eu serei candidato a senador, nem que o União vá avulso, a Federação vá avulso”, declarou.

Ao Diario, Miguel reforçou ter uma “pré-candidatura competitiva e consolidada”, defendendo a renovação da representação pernambucana na Casa Alta.

A fala de Raquel Lyra repercutiu dentro da própria federação e provocou reação entre integrantes do PP. Nos bastidores, uma candidatura avulsa ao Senado não teria viabilidade jurídica, já que a legislação eleitoral não permite que partidos federados lancem mais de um candidato para o mesmo cargo dentro da mesma aliança estadual.

Como União Brasil e PP integram oficialmente a Federação União Progressista, os dois partidos são obrigados a atuar de forma conjunta nas eleições majoritárias. Na prática, isso significa que apenas um nome poderá ser escolhido pela federação para disputar a vaga ao Senado na chapa de Raquel Lyra.

Diante do impasse, parlamentares do PP solicitaram a convocação de uma reunião da executiva estadual da federação para discutir e definir quem será o candidato ao Senado.

Fotos: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados e Divulgação

Por Diário de Pernambuco

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram. Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9155-5555.