Corpo da jovem foi descoberto em K'gari, Queensland, com marcas compatíveis com mordidas de cães selvagens; investigação está em andamento.
Jovem turista canadense foi encontrada morta em uma praia remota da Austrália, em circunstâncias chocantes. Polícia investiga a causa da morte.
Uma jovem turista canadense foi encontrada morta em uma praia remota de K’gari, Queensland, Austrália, em circunstâncias que a polícia local descreveu como uma “cena horrível”. O incidente, que chocou a comunidade e as autoridades, desencadeou uma investigação intensiva para determinar as causas da morte.
O corpo foi localizado por volta das 6h35 da manhã de segunda-feira, horário local, na praia de Maheno Wreck. A descoberta foi feita por dois homens que passavam por uma estrada próxima e, inicialmente, confundiram o corpo com um objeto.
Ao se aproximarem, perceberam a trágica realidade e acionaram as autoridades, que constataram o óbito no local.
O chefe da polícia local enfatizou a natureza dramática da situação: “Era claramente uma situação muito dramática, uma cena horrível com a qual eles se depararam”. Fontes policiais indicaram que o corpo apresentava marcas compatíveis com mordidas de cães selvagens, embora a causa exata da morte ainda não tenha sido confirmada.
A hipótese de afogamento antes ou durante um possível ataque também está sendo considerada.
A vítima, cuja identidade oficial ainda não foi divulgada, vivia na ilha australiana de K’gari há aproximadamente seis semanas, onde trabalhava em um hostel. Acredita-se que a jovem tenha ido à praia por volta das 5h da manhã para nadar.
Uma autópsia será realizada nos próximos dias para esclarecer as circunstâncias do falecimento, e a polícia prometeu usar todos os recursos para dar respostas à família.
A investigação conta com a colaboração do Departamento do Meio Ambiente, Turismo, Ciência e Inovação. As autoridades reiteraram que K’gari é uma área de natureza selvagem, e os cães (dingos), embora culturalmente significativos, são animais selvagens e devem ser tratados com cautela.
O caso levanta alertas sobre a interação humana com a vida selvagem em ambientes naturais preservados.