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O modelo que Romeu Zema oferece ao Brasil ancorado no que fez em Minas Gerais que voltou a pagar suas contas com a União

Governador mineiro detalha sua visão de gestão fiscal para o país, inspirada na reestruturação das finanças de Minas Gerais.

Romeu Zema, governador de Minas Gerais, propõe um modelo fiscal para o Brasil baseado em sua gestão no estado, focando na reorganização das dívidas e controle de gastos.

O governador de Minas Gerais e pré-candidato à presidência da República pelo partido Novo, Romeu Zema, tem articulado seu projeto para o Brasil ancorado na experiência de gestão fiscal que implementou em seu estado. Em recente entrevista ao programa “Passando a Limpo”, da Rádio Jornal, Zema delineou como pretende replicar em nível federal o modelo que, segundo ele, permitiu a Minas Gerais retomar o pagamento de suas contas com a União e reorganizar suas finanças.

Minas Gerais, um dos estados com maior dívida pública entre os entes federativos, acumulava um passivo de R$ 180 bilhões e não vinha honrando as parcelas mensais de seus empréstimos junto à Secretaria do Tesouro Nacional. Zema, que lidera o estado há sete anos, afirma que sua gestão representará um divisor de águas, garantindo que será o último governador mineiro a deixar o cargo com o estado em situação de endividamento crítico.

A Gestão Fiscal de Zema em Minas

Um dos pilares da estratégia de Zema para a reestruturação das contas mineiras foi a rigorosa contenção de novos débitos. Ele enfatizou que, em seus sete anos como governador, um dos poucos documentos que se recusou a assinar foi qualquer um referente a empréstimos ou financiamentos.

Com orgulho, o governador ressaltou que “nem um centavo” da dívida atual de Minas Gerais foi contraído durante sua administração, sinalizando uma ruptura com práticas passadas de endividamento.

Essa abordagem austera, focada em não ampliar o passivo e buscar a reorganização interna, é o que Zema propõe como base para a gestão das finanças federais. Ele argumenta que o padrão de gastos da União, com sua estrutura consolidada ao longo dos anos, impede qualquer programa efetivo de redução de despesas, necessitando de uma intervenção profunda e de uma nova mentalidade.

Ao apresentar-se como um gestor capaz de comandar o país, Romeu Zema busca capitalizar sobre sua imagem de reformista fiscal. Seu discurso aponta para a necessidade de o governo federal adotar uma disciplina orçamentária semelhante à que ele implementou em Minas Gerais, visando a sustentabilidade das contas públicas e a capacidade de o país honrar seus compromissos sem recorrer a novas dívidas.

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