A defesa do rapper Oruam pediu que seu cliente fosse beneficiado com uma prisão domiciliar humanitária, alegando que ele tem histórico de “comorbidades infecciosas na região do pulmão”.
A coluna Na Mira teve acesso à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que revogou, nessa segunda-feira (2/2), a liminar que determinou a liberdade do artista.
Segundo os advogados alegaram à Corte, as infecções acarretaram “problemas nas vias respiratórias e condições psíquicas agravadas pela doença”. O pedido foi negado, e a prisão preventiva foi mantida pelo STJ.
Conforme revelado pela colunista Fábia Oliveira, a decisão veio após Oruam violar as condições de uso da tornozeleira eletrônica e comprometer a fiscalização das medidas cautelares fixadas em sua soltura.
Em apenas 43 dias, o dispositivo teve 28 interrupções em seu funcionamento, principalmente no período noturno e em fins de semana, segundo a decisão.
Por Metropoles