O PL justificou a escolha de Gaspar como uma estratégia para enfatizar a segurança pública e as investigações que envolvem Fábio Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. No entanto, Para Caiado, essa tentativa de vender um discurso de "moralidade e segurança" é inviável, uma vez que a chapa é formada por figuras que enfrentam desgaste na Justiça.
Alfredo Gaspar, que agora compõe a chapa de Flávio, é alvo de acusações graves, incluindo o estupro de vulnerável. A Procuradoria-Geral da República (PGR) já solicitou à Polícia Federal (PF) que realize diligências antes de decidir sobre um pedido de inquérito para investigar o deputado federal eleito por Alagoas. Essa situação levanta questões sobre a viabilidade da candidatura e a credibilidade do discurso político proposto por Flávio Bolsonaro.
As declarações de Caiado evidenciam um clima de tensão no ambiente político, especialmente em um período tão próximo das eleições. A escolha do vice, que deveria agregar valor à chapa, acaba se tornando um ponto de discórdia e questionamentos sobre a moralidade e a ética dos candidatos envolvidos.