Caiado também abordou questões relacionadas à redução de gastos públicos e reforma administrativa, mas não forneceu detalhes sobre quais despesas seriam cortadas. Ele destacou que o equilíbrio fiscal não deve afetar programas sociais, afirmando que "o equilíbrio fiscal não briga de maneira alguma com as políticas sociais".
Adicionalmente, o candidato propôs limitar a destinação das emendas impositivas de deputados e senadores, sugerindo que os recursos deveriam ser prioritariamente alocados em projetos definidos pelo governo federal. "Eu não posso ter 594 planos de governo. Vou direcionar 100% nas obras de governo no meu plano de governo eleito pela população", afirmou.
Caiado reiterou que sua proposta está alinhada com a necessidade de pacificação política no país. "Estamos num momento de pacificação do país. Vamos anistiar, pacificar, parar de briga, porque eu não estou aqui para desacatar ninguém. Eu estou aqui para governar e responder para as pessoas que esperam de um presidente da República", concluiu.