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Senado em Pernambuco: TSE não andou com processo que pode mudar disputa

O processo de consulta apresentado pelo partido Republicanos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que questiona se partidos aliados a um candidato ao governo podem apoiar diferentes nomes ao Senado, segue sem novos andamentos.

Apuração do Jamildo.com aponta que os autos permanecem na Assessoria Consultiva do TSE desde 25 de novembro, data em que o pedido foi protocolado pela legenda.

A consulta foi formulada pelo diretório nacional do Republicanos, partido do ministro pernambucano Silvio Costa Filho, e trata das regras de coligação para as eleições de 2026, quando dois terços das cadeiras do Senado estarão em disputa.

Pelas normas atualmente aplicadas, partidos que integram uma coligação para o governo estadual precisam apoiar todos os candidatos ao Senado da mesma chapa. Advogados eleitorais destacam, porém, que o tema já gerou divisão no tribunal em 2022, com julgamento apertado de 4 votos a 3.

Agora sob relatoria da ministra Estela Aranha, a nova análise pode redefinir o entendimento da Corte e alterar o cenário político nos estados, inclusive em Pernambuco.

A eventual mudança abriria espaço para as chamadas “coligações cruzadas”, permitindo que partidos apoiem um mesmo candidato ao governo, mas escolham diferentes nomes para o Senado.

Hoje, diversos pré-candidatos são citados para as duas vagas na possível chapa liderada pelo prefeito João Campos em 2026, entre eles Humberto Costa, Marília Arraes, Miguel Coelho e Silvio Costa Filho.

Se houver nova interpretação do TSE, a formação das chapas majoritárias pode ganhar maior flexibilidade, com impacto direto nas articulações partidárias e na disputa eleitoral.

Por Blog do Jamildo

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