As quartas de final da Copa do Mundo 2026 têm início nesta quinta-feira, 9 de julho de 2026, com a partida entre as seleções da França e de Marrocos. Este confronto remete à semifinal do último Mundial. O elenco francês é avaliado em 1,5 bilhão de euros, mantendo-se no topo do ranking de valor das seleções desde o começo da competição, sendo responsável por uma soma total de 6,8 bilhões de euros entre as oito equipes que avançaram para essa fase.
Apesar de sua posição de destaque, a seleção francesa, que é comandada pelo técnico Didier Deschamps, não é a que apresentou a maior valorização desde a convocação. A Noruega, que eliminou o Brasil nas oitavas de final, obteve uma valorização superior a 85 milhões de euros, destacando-se nesse aspecto. Além da Noruega, a Inglaterra também registrou uma alta de 40 milhões de euros.
Por outro lado, as outras cinco seleções que avançaram vivenciaram quedas em seus valores. A seleção da Espanha, por exemplo, sofreu a maior desvalorização, com uma retração de 47 milhões de euros. Em seguida, a equipe de Marrocos registrou uma diminuição de 36,5 milhões de euros, enquanto a Bélgica teve uma queda de 10,5 milhões de euros.
Os jogos das quartas de final estão agendados com os seguintes horários e locais: no dia 9 de julho, às 17h, França enfrenta Marrocos no estádio de Boston (EUA); no dia 10 de julho, às 16h, Espanha jogará contra a Bélgica no estádio de Los Angeles (EUA); no dia 11 de julho, às 18h, Noruega e Inglaterra se encontram no estádio de Miami (EUA); e, também no dia 11 de julho, às 22h, Argentina e Suíça se enfrentarão no estádio de Kansas City (EUA).
A Copa do Mundo é um torneio esportivo privado com fins lucrativos, realizado a cada quatro anos pela Fifa. As seleções se classificam por meio de eliminatórias, e as comissões técnicas, assim como os elencos, são definidos por entidades privadas. No Brasil, a escolha do treinador e dos jogadores convocados é responsabilidade da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), uma organização sem vínculos com o governo federal.
Dessa forma, o governo brasileiro não influencia a seleção que participa da Copa do Mundo, uma vez que não é o país que está representado, mas sim uma equipe de futebol escolhida por uma entidade privada.