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Corpo de goiano morto na Guerra da Ucrânica foi sepultado na Europa

O corpo do jovem goiano Kauan Victor da Silva, de 22 anos, que morreu na Guerra da Ucrânia após se voluntariar para atuar no conflito, foi sepultado no país que o rapaz quis defender na batalha.

Segundo o Gabinete de Assuntos Internacionais do Governo de Goiás, a família de Kauan decidiu não fazer o traslado do corpo ou das cinzas de Kauan, em respeito à vontade do rapaz manifestada ainda em vida. Ele foi sepultado na Ucrânia. A data do sepultamento não foi informada. A família espera agora a chegada de pertences de Kauan, que ainda estão no local onde ele viveu os últimos dias.

“A família está recebendo apoio do Gabinete e do Itamaraty e no momento aguarda apenas o retorno dos pertences de Kauan, que devem ser entregues ao setor consular do Itamaraty em Kiev ainda nos próximos dias”, informou o governo de Goiás.

  • Kauan Victor da Silva tinha 22 anos e morava em Anápolis (GO)
  • Ele trabalhava como sushiman em um restaurante da cidade
  • Em agosto de 2025 ele chegou à Ucrânia para ser voluntário na Guerra contra a Rússia.
  • Três meses depois, em dezembro de 2025 ele foi morto em confronto. A  informação da morte divulgada em 13/12

Lá ele fez parte de uma unidade de estrangeiros voluntários. Ele teria morrido no segunda missão no local. Páginas de notícias da Ucrânia informaram que Kauan participou de uma primeiro confronto e depois voltou à área para recuperar corpos de outros voluntários. Nesta ação, ele foi morto.

Amigos relataram que ele tinha sonho de servir ao Exército e lamentaram a morte precoce do rapaz.

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Kauan Victor tinha 22 anos quando se voluntariou para lutar na Guerra da Ucrânia

Reprodução/Redes Sociais

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Kauan Victor da Silva trabalhava como sushiman em um restaurante de comida oriental e se voluntariou para atuar no conflito entre Ucrânia e Rússia.

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O jovem havia chegado à Ucrânia em agosto de 2025, onde se juntou a uma unidade composta por estrangeiros para apoiar as forças ucranianas

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O corpo de Kauan foi sepultado na Ucrânia, país que o rapaz decidiu defender no conflito

Reprodução/Redes Sociais

Em nota ao Metrópoles, o Itamaraty informou que o Ministério das Relações Exteriores  por meio da Embaixada do Brasil em Kiev, presta a assistência consular cabível à família do nacional.

“Note-se que a prestação de assistência consular em situações que envolvem nacionais engajados em forças armadas de terceiros países apresenta especificidades, inerentes às obrigações contraídas no ato de alistamento e às circunstâncias no terreno de operações”, explicou.

Dados oficiais apontam que ao menos 17 brasileiros voluntários morreram na Guerra na Ucrânia, no Leste Europeu, enquanto 42 estão desaparecidos.

A Guerra na Ucrânia começou em 2022 e, segundo a ONU, mais de 14.300 civis morreram e 37.500 ficaram feridos, incluindo 3.000 crianças.

 

Fonte: Metropole

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