RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Ex-Deputado critica Moraes e elogia Mendonça em comparações sobre investigações

Alexandre Ramagem, ex-deputado federal, acusou o ministro do STF, Alexandre de Moraes, de abuso de poder em relação à delação de Mauro Cid, enquanto...

O ex-deputado federal Alexandre Ramagem, do PL-RJ, fez acusações contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que ele cometeu abuso de poder ao conduzir a delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid. A crítica foi publicada em sua conta no X nesta quarta-feira, 17 de junho de 2026.

Na mesma publicação, Ramagem elogiou a atuação do ministro André Mendonça em um inquérito que investiga irregularidades relacionadas ao Banco Master. O ex-deputado traçou um paralelo entre as abordagens de Moraes e Mendonça em casos distintos, ressaltando as diferenças na condução das investigações.

Ramagem indicou que a delação de Mauro Cid, que está sendo investigado por uma suposta participação em uma tentativa de golpe de Estado, foi tratada de maneira coercitiva por Moraes, que homologou o acordo de colaboração. O ex-deputado justificou suas críticas com base em advertências que, segundo ele, foram feitas por Moraes ao colaborador durante a audiência no STF, mencionando a possibilidade de prisão preventiva e responsabilização de familiares.

O ex-deputado descreveu a atitude do ministro Moraes como uma “coação explícita”, afirmando que ele pressionou o depoente durante o processo. Em contraste, Ramagem destacou que Mendonça atuou de forma adequada ao conduzir o inquérito do Banco Master, apresentando suas decisões à 2ª Turma do STF e fundamentando suas ações em solicitações da Polícia Federal e da Procuradoria Geral.

Em sua análise, Ramagem afirmou que a condução do caso por Mendonça foi marcada por “sigilo, devido processo e proporcionalidade”, enquanto a atuação de Moraes representaria um oposto, caracterizado por “pressão pessoal”. Para ele, as abordagens dos dois ministros exemplificam “duas formas opostas de exercer a jurisdição penal”, onde um exemplifica a “legalidade” e o outro, o “abuso de poder” dentro da Corte.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram. Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9155-5555.