RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Final de ano na praia pode causar novo surto de conjuntivite

Oftalmologista alerta para o aumento de casos da doença ocular e detalha tipos, tratamentos e medidas preventivas. Especialista alerta para o risco de surtos...

Oftalmologista alerta para o aumento de casos da doença ocular e detalha tipos, tratamentos e medidas preventivas.

Especialista alerta para o risco de surtos de conjuntivite no verão, com aumento de casos já registrado, e detalha causas, sintomas e prevenção.

Olhos vermelhos, coceira e lacrimejamento são sintomas clássicos da conjuntivite, uma inflamação ocular que se torna mais comum durante o verão. No entanto, dados recentes da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo revelam um aumento significativo de casos ao longo do ano, com alta de 50% na capital e 35% no estado, além de surtos registrados em Minas Gerais e Rio Grande do Sul em 2025.

O oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, diretor executivo do Instituto Penido Burnier, alerta para a seriedade da condição, que pode ter consequências graves se não tratada adequadamente.

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, uma membrana que protege o olho. Sua inflamação causa inchaço das pálpebras e vermelhidão devido à dilatação dos vasos. Quando a córnea é atingida, a condição é chamada de ceratoconjuntivite, que, segundo a OMS, é a quinta causa mais frequente de perda de visão no mundo. Existem diversos tipos, como a viral, a mais comum, caracterizada por secreção transparente e frequentemente associada ao adenovírus ou outros vírus como o do sarampo e coronavírus. Já a bacteriana, com secreção amarelada, é causada por bactérias como Staphylococcus aureus.

Tipos e Fatores de Risco

Além dessas, há a conjuntivite alérgica, desencadeada por hipersensibilidade a poeira, pelos de animais ou pólen, muitas vezes ligada a rinite ou asma. A conjuntivite tóxica, mais frequente em mulheres, resulta da exposição a cosméticos e maquiagem, ou mesmo do uso inadequado de filtro solar, que pode escorrer para os olhos com a transpiração, especialmente no verão.

Embora possa ocorrer em qualquer época, o verão facilita surtos virais e bacterianos devido a aglomerações em praias e piscinas, além de irritações causadas por sol, água do mar e ar-condicionado, que ressecam a lágrima.

“O tratamento da conjuntivite depende da causa, por isso o diagnóstico é fundamental. Um colírio errado pode agravar o quadro, por isso evite a automedicação”, adverte Queiroz Neto.

Ele explica que colírios lubrificantes e limpeza frequente com soro fisiológico são comuns. Casos virais podem exigir corticoides ou antivirais (se herpes), enquanto os bacterianos demandam antibióticos.

Para a conjuntivite alérgica, é crucial evitar o alérgeno e podem ser prescritos anti-histamínicos ou corticoides tópicos. Em casos tóxicos, a lavagem

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram. Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9155-5555.