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Identificada mulher assassinada pelo ex-namorado no DF

Loide Vilene Alves dos Santos Guedes, de 30 anos, foi morta a facadas por Daniel Luiz Magalhães, de 41 anos, na madrugada de terça-feira...
Foto: 1 de 1 daniel-crime-areal-26-de-maio - Foto: Imagem cedida ao Metrópoles

Na madrugada desta terça-feira (26/5), Loide Vilene Alves dos Santos Guedes, de 30 anos, foi assassinada a facadas pelo ex-namorado, Daniel Luiz Magalhães, de 41 anos, no Areal, no Distrito Federal. O crime ocorreu após uma discussão entre os dois, durante a qual Daniel se sentiu ofendido pela mulher. Inicialmente, a identidade da vítima não foi divulgada, uma vez que ela estava sem documentos, e o autor do crime informou à polícia que seu nome era Helena.

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada por volta de 1h30 através do número 190 para atender a uma ocorrência de esfaqueamento na região. Ao chegarem ao local indicado, os policiais encontraram Loide caída no chão, gravemente ferida e com intenso sangramento. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi imediatamente chamado para prestar socorro, mas a mulher foi levada ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT), onde foi confirmada sua morte devido à gravidade dos ferimentos.

Após a constatação do crime, as equipes da PMDF iniciaram patrulhamento nas redondezas em busca do autor. Daniel foi localizado nas proximidades, apresentando características semelhantes às descritas por testemunhas. Durante a abordagem, os policiais encontraram uma faca com manchas que pareciam ser de sangue em sua posse. O homem confessou ter cometido o crime, alegando ter ficado "nervoso" ao ouvir Loide mencionando seu nome para outras pessoas.

O agressor e a arma do crime foram levados à 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul), onde o flagrante foi registrado e os procedimentos legais foram iniciados. A vítima, que nos últimos quatro anos havia gerido uma pequena empresa de venda de açaí, estava vivendo em situação de rua e tinha iniciado um relacionamento com Daniel há cerca de seis meses. A família já se encarregou de identificar e retirar o corpo de Loide.

O crime foi motivado por uma discussão entre o casal, onde Daniel declarou ter se sentido inferiorizado. Ele já possuía passagens anteriores por porte de arma branca, o que pode complicar ainda mais sua situação legal após a confissão do crime.

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