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Juliano Floss Confessa Medo de Ser Visto Como Machista Fora do BBB 26

Dançarino expressa angústia sobre a repercussão de seus atos após embate com Sol Vega no reality show e recebe apoio dos colegas.

Juliano Floss, participante do BBB 26, revelou seu temor de ser considerado machista fora da casa, após atrito com Sol Vega e acusações de rivais.

O dançarino Juliano Floss, participante do BBB 26 (Globo), viveu momentos de angústia e reflexão durante a festa da líder Maxiane. Longe de aproveitar a celebração, o brother passou a noite imerso em preocupações sobre a imagem que estaria transmitindo para sua família e sua namorada, a cantora Marina Sena, fora da casa.

O motivo de sua aflição reside nas constantes insinuações de seus rivais, que o acusam de ter agido de forma machista após um intenso embate com Sol Vega no Sincerão, ocorrido em 19 de janeiro.

O receio de Juliano era palpável. “As pessoas ficam jogando toda hora na minha cara que eu gritei com ela.

Quando eu e o Jonas tivemos embate, ele foi falar que eu era machista, que grito com mulher”, desabafou o jovem, visivelmente abalado pela repetição das acusações. A narrativa de seus oponentes no jogo o fez questionar suas próprias atitudes e a forma como elas poderiam ser interpretadas pelo público.

Em meio à sua angústia, Juliano encontrou apoio em outros confinados. A sister Milena tentou confortar o amigo, lembrando-o de sua postura em defesa de Ana Paula Renault em outra ocasião e argumentando que um desentendimento não o rotula como machista.

“Se gritou, o que tem? A gente pode gritar.

Quer dizer que a mulher pode gritar com você e você não pode gritar?”, indagou a mineira, apontando para uma possível hipocrisia nas críticas. Breno também interveio, minimizando o ocorrido como um momento isolado e aconselhando Juliano a não confrontar Sol enquanto ambos estivessem sob efeito do álcool, reforçando que ninguém estava totalmente certo na briga.

A pressão sobre Juliano não se limitava às acusações de machismo. Ele recordou um episódio anterior em que, enquanto dançava e se divertia, soube que seus rivais o estavam chamando de “biscoiteiro”. “Tô acostumado com gente falando de mim, mas saber que até no momento que a gente tá curtindo, que a gente bebe ali, eles tão querendo apontar dedo”, comentou, evidenciando o desgaste mental de estar sob constante julgamento.

O Peso do Medo e o Apoio dos Amigos

O desabafo de Juliano ressoou com outros participantes. Babu Santana, Chaiany, Samira e Leandro, o Boneco, ofereceram palavras de conforto.

Babu, em particular, demonstrou grande empatia, compreendendo o receio do dançarino por ter responsabilidades com sua família e amigos fora da casa. Ele compartilhou uma visão mais profunda sobre a humanidade e a vulnerabilidade em situações de alta pressão.

“Quando a gente é colocado sob pressão, a gente pode explodir, porque a nossa humanidade está sendo colocada sob pressão. (…) Mas o medo, cara, ele faz parte da nossa humanidade.

A gente não pode ter vergonha de sentir medo. Acho, inclusive, que o medo nos dá coragem em certo ponto, porque a gente pesa o risco do que a gente tá fazendo.

E, de fato, estar aqui precisa ter muita coragem”, aconselhou Babu. Suas palavras ofereceram a Juliano uma perspectiva sobre a validade de seus sentimentos e a complexidade de navegar em um ambiente tão exposto e competitivo como o Big Brother Brasil.

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