RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Naufrágio de balsa na Guiana deixa 67 sobreviventes entre 133 ocupantes

Um naufrágio na costa da Guiana resultou em 67 pessoas resgatadas de uma balsa que transportava 133 ocupantes, incluindo 15 crianças. As buscas por...

Na noite de sábado, 18 de julho de 2026, uma balsa naufragou na costa da Guiana, resultando no salvamento de pelo menos 67 pessoas. O navio, MV Barima, transportava um total de 133 ocupantes, sendo 116 passageiros e 17 tripulantes. As informações foram confirmadas pelo governo local e pela agência de notícias AFP.

Mark Phillips, o primeiro-ministro da Guiana, informou que entre os sobreviventes estão 15 crianças. Até o momento, o governo não confirmou oficialmente nenhuma morte, mas as operações de busca por dezenas de desaparecidos seguem em andamento.

O acidente ocorreu quando a embarcação partiu da capital, Georgetown, às 3h15, com destino à cidade de Port Kaituma. O alerta de emergência foi emitido às 23h01, e a principal hipótese para o naufrágio é que a balsa tenha tombado após ser atingida por uma onda de grandes proporções, conforme declarado pelo ministro do Trabalho, Juan Edghill.

As ações de resgate foram intensificadas durante a madrugada, envolvendo a Guarda Costeira e embarcações civis. Um segundo navio foi enviado para a região, servindo como base médica temporária. A balsa, que possui 87 anos de uso, levava a bordo 250 coletes salva-vidas, além de dois botes rígidos e seis infláveis.

Um dos sobreviventes, Wayne Kitson, de 18 anos, relatou que nadou por cerca de seis horas após o naufrágio. Em entrevista à emissora local Kiskadee Watch, Kitson afirmou que o acidente ocorreu enquanto os passageiros estavam dormindo. Ele sofreu cortes superficiais e expressou preocupação com sua mulher e filha, que também estavam a bordo.

Port Kaituma está localizada na região de Essequibo, que, com 160 mil km², é rica em petróleo. A área é controlada pela Guiana há mais de um século, mas vive sob tensão diplomática com a Venezuela, que reivindica historicamente o território. A rota padrão dos barcos exige uma passagem pelo oceano antes da entrada nos rios da região.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram. Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9155-5555.