Advogado-geral da União, pivô de crise no Senado, tem posições claras em temas sensíveis como regulação de big techs e intervenção estatal na economia.
Jorge Messias, indicado de Lula ao STF, é contra ampliar o aborto, defende regulação de big techs e intervenção estatal na economia.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, de 45 anos, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), tem gerado intensas discussões. A nomeação, que visa preencher a cadeira deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso, enfrenta resistência no Senado, especialmente por parte do presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
Messias, pivô de uma crise entre o Legislativo e o Executivo, possui um histórico de manifestações claras sobre temas sensíveis, como aborto, regulação das big techs e intervenção estatal na economia.nnSua trajetória profissional inclui passagens em diversos ministérios de governos petistas, no Banco Central e no BNDES. Formado em Direito pela UFPE, com mestrado e doutorado pela UnB, ele construiu um perfil técnico-político que agora é escrutinado pelo Congresso.
Notoriamente, Messias foi citado no famoso telefonema da então presidente Dilma Rousseff a Lula em 2016, episódio conhecido como “Bessias”.nn